Desempenho de Marina entre evangélicos cai de 43% para 12%

 
Jornal GGN – O desempenho de Marina Silva (REDE) entre evangélicos piorou desde 2014. Naquele ano, e senadora tinha, em média, 43% da preferência desse nicho do eleitorado. Hoje, o Ibope mostra que a presidenciável seria votada por 12%. O patamar é semelhante ao que ela capitaliza entre católicos e seguidores de outras religiões.
 
Segundo o Estadão, se Marina não tivesse perdido apoio dos evangélicos, ela poderia estar na liderança da disputa presidencial. No entato, o cenário faz despontar a candidatura do ex-presidente Lula e de Jair Bolsonaro. Marina fica 8 pontos atrás deste último.
 
Quando Lula não está na disputa, Bolsonaro tem 26% da preferência dos evangélicos e 17% entre católicos. 
 
Sem Lula, no contexto geral, Maria é a que mais se beneficia. Salta dos 6% dos votos para 12%. “Seu eleitorado é marcadamente feminino, nordestino e pobre”. 
 
O Estadão publicou duas explicações sobre o desempenho ruim de Marina entre evangélicos. Um deles diz que a senadora perdeu votos por apoiar o plebiscito para a descriminalização do aborto e a união civis entre homossexuais. A outra versão é que o problema não seria o programa de Marina, mas o “embrutecimento religioso” entre evangélicos, que agora são 1 entre cada 4 eleitores – em 2015, eram 1 em cada 5.

Você pode fazer o Jornal GGN ser cada vez melhor.

Apoie e faça parte desta caminhada para que ele se torne um veículo cada vez mais respeitado e forte.

Apoie agora