Política ambiental para empresários, por Bernardo Mello Franco

Estratégia do ministério do Meio Ambiente está mais concentrada em reduzir multas para quem desmata do que em preservar as florestas existentes

O presidente Jair Bolsonaro e o ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles. Foto: José Cruz/Agência Brasil

Jornal GGN – As políticas voltadas para o Meio Ambiente durante o governo Jair Bolsonaro têm sido mais direcionadas a quem desmata do que em manter as florestas existentes.

Um exemplo desse contexto foi apresentado pelo articulista Bernardo Mello Franco, no jornal O Globo. Em junho, Bolsonaro esteve em um evento promovido pela Fiesp (Federação das Indústrias do Estado de São Paulo), onde foi ovacionado pelos presentes e foi só elogios ao ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles.

Em meio a aplausos dos presentes, Bolsonaro enalteceu a atuação de Salles, ao ressaltar que ele é “um homem que está no lugar certo”, e que “os produtores rurais, cada vez mais, têm menos medo do Ibama”. O presidente ressaltou que não se poderia ter uma política ambiental como a mantida anteriormente, além de criticar a demarcação de terras indígenas e prometer acabar com “a indústria de estações ecológicas”.

Os resultados dessa política: enquanto as autuações por crime ambiental recuaram 23%, o Inpe (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais) divulgou dados que indicam que o desmatamento na Amazônia chegou a 9.762 quilômetros quadrados em 12 meses, o que representa uma área equivalente a um Líbano.

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1 comentário

  1. Moro é um salafrário de baixo coturno,mas o maior afanador de galinhas desse governo é este Salles.PQP,vai ser ladrão assim na casa do Carvalho.

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