A cada 13 dias, uma paciente vulnerável foi estuprada na capital de São Paulo

Os hospitais são os locais de maior ocorrência de estupro em espaço de saúde, seguidos das clínicas e consultórios, e depois pelos postos de saúde

Jornal GGN – Entre janeiro de 2018 e outubro de 2020, 82 casos de estupro de vulnerável em pacientes dos serviços de saúde foram registrados na capital de São Paulo, sendo que 21 desses espaços são públicos e 22, privados. É o que informa com exclusividade o site Universa, nesta terça (15).

As vítimas foram violentadas nas dependências de casas de repouso, clínicas psiquiátrica, consultórios e hospitais.

Um dos casos narrados pelo site ocorreu enquanto uma paciente estava internada na UTI do Hospital Geral de Vila Nova Cachoeirinha, intubada mas consciente. Aos 22 anos, ela foi estuprada naquela unidade de saúde duas vezes em 2018, quando era mantida com respirador. A vítima morreu em virtude da doença renal que portava, e até hoje a mãe luta para provar o estupro. Em nota, a Secretaria de Saúde informou que o suspeito ainda ocupa sua função no hospital.

Os hospitais são os locais de maior ocorrência de estupro em espaço de saúde, seguidos das clínicas e consultórios, e depois pelos postos de saúde. Em média, um estupro ocorre nestes espaços a cada 13 dias.

Entre os hospitais públicos onde ocorreu o crime está o Perola Buyington que, inclusive, é um centro de referência no atendimento à mulher. Entre os privados, Hospital Albert Einstein, Santa Clara e Beneficiência Portuguesa.

No mesmo período, a polícia recebeu 7,6 mil denúncias de estupro na cidade, média de 226 por mês.

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