11 de junho de 2026

Crise de crédito retirou R$ 1 trilhão da economia em 2016

 
Jornal GGN – Ao longo de 2016, em torno de R$ 1 trilhão foi retirado da economia brasileira, de acordo com levantamento divulgado em dezembro pela Rio Bravo Investimentos. O montante corresponde aos créditos bancários que foram quitados mas que não voltaram para o mercado na forma de novos empréstimos. 
 
Dessa maneira, o volume de crédito circulando na economia voltou ao que estava disponível em 2012. Especialistas do mercado acreditam que o país não sairá da recessão enquanto não resolver a questão da crise de crédito. 

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Os economistas que a apontam questão vai além da crise fiscal que atinge o governo federal, Estados e municípios. A crise de crédito tem início e é realimentada pela explosão das dívidas. 
 
De um lado, estão pessoas endividadas, sendo que 22% do orçamento familiar está comprometido com o pagamento de juros de dívidas. Metade das empresas tem geração de caixar menor com suas despesas financeiras.
 
De outro  os bancos temem a inadimplência e não estão dispostas a emprestar mais em meio à crise econômico, criando um círculo vicioso. 
 
Para especialistas como Zeina Latif, o minipacote anunciado pelo governo em dezembro, que promete redução nos juros do cartão de crédito, está longe de resolver a crise de crédito.  
 
Com informações do Estadão

Redação

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4 Comentários
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  1. rdmaestri

    6 de janeiro de 2017 1:43 pm

    Li a notícia no Estadão, conclusão: Os analistas são retardados.

    Olhem a parte mais interessante da reportagem do Estadão 

     

    “O curioso é saber o que motivou o levantamento. O economista da Rio Bravo, Evandro Buccini, ficou incomodado porque os indicadores de confiança na economia permaneciam otimistas, mas os índices sobre a situação atual não melhoravam. E pior: a recessão se aprofundava. ‘Fomos checar as componentes do nosso modelo, que traça cenários, e nos deparamos com essa queda no crédito. Está explicado: sem crédito, sem dinheiro, a economia não vai mesmo reagir'”

    .

    Dãh, bateu com o sorvetinho na testa, precisou que o modelo estivesse dando errado para “checar as componentes”.

    .

    Como se qualifica estes “jênios”.

    1. Ugo

      6 de janeiro de 2017 5:37 pm

      socorro e FORA TEMER

      Menos mal que o dito não é medico, não é engenheiro, não é Meirelles!!!!!

  2. C.Poivre

    6 de janeiro de 2017 2:44 pm

    Detroit=Aleppo. Causas.

    Por quê a antes dinâmica Detroit virou uma cidade fantasma?

    https://noticia-final.blogspot.com.br/2017/01/trump-conseguira-dar-jeito-na-economia.html#more

  3. drigoeira

    6 de janeiro de 2017 5:11 pm

    Os juros Selic…

    A culpa de tudo são os juros Selic que balizam o juros internos. Tudo começa com juros a 14% ao ano.

    A Selic era para estar a 3% ao ano hoje se a Dilma não tivesse jogado tudo no ralo em 2013. Os juros para Agricultura seria de 0% ao ano e o juros para habitação seria de 4% ao ano. Juros para aquisição de automóveis seria de 4% ao ano.

    Mas a sana por privilegiar os rentistas foi maior. Então que se foda o povo brasileiro.

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