Estado de calamidade não será prorrogado, diz líder do governo na Câmara

Cotado para a vaga de ministro da Saúde, Ricardo Barros afirma que tal possibilidade (desejada pelos governadores) não é cogitada

Ricardo Barros (PP-PR), líder do governo Bolsonaro na Câmara e ex-ministro no governo Temer, Foto: Reprodução

Jornal GGN – O líder do governo na Câmara dos Deputados, Ricardo Barros (PP-PR), afirma que não existe a possibilidade de o estado de calamidade, encerrado ontem, ser prorrogado.

“Não sei de onde veio essa conversa. Já foi dito tantas vezes que não teria (prorrogação)”, afirmou o deputado, segundo o jornal Correio Braziliense. Barros ressaltou que tanto o decreto que estabeleceu o estado de calamidade quanto a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) do Orçamento de Guerra precisam passar pelo Congresso, que está de recesso até fevereiro.

“O presidente (Bolsonaro) tem um mantra: não tem prorrogação do Orçamento de Guerra, não tem fura teto e não tem aumento da carga tributária. Esses são os limites com os quais temos de trabalhar. Não há essa possibilidade (de prorrogação), também não temos a necessidade”, enfatizou Barros (cujo nome tem circulado nos bastidores para assumir o ministério da Saúde, no lugar do general Eduardo Pazuello), afirmando que quem decide “sobre medidas de isolamento e paralisação da economia são prefeitos e governadores”.

 

 

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