16 de junho de 2026

MPF abre investigação contra Wajngarten por direcionar verbas a sites ideológicos

PFDC acusa a Secom por “falta de transparência” sobre o uso de verbas do governo destinado às campanhas publicitárias

Jornal GGN – O Ministério Público Federal (MPF) determinou abertura de inquérito para  investigar o Secretário Especial de Comunicação da Presidência, Fabio Wajngarten, acusado de direcionar verbas publicitária a sites ideológicos, em apoio a Bolsonaro. 

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O pedido foi encaminhado pela Procuradoria Federal dos Direitos do Cidadão (PFDC), que acusa a Secom de “falta de transparência” sobre o uso de verbas públicas destinadas às campanhas publicitárias do governo federal. 

Segundo a PFCD, a ação da Secom tem “impacto na liberdade de expressão e de imprensa de uma forma geral, pela potencialidade de inibição de reportagens investigativas e críticas sobre a atual administração, o que significa censura, ainda que por outros métodos”.

Diante das acusações, Wajngarten se manifestou pelas redes sociais. “Espero que órgãos fiscalizadores e de concentração de mercado atuem de forma rígida na conduta de veículos de comunicação que por mecanismos notoriamente classificados como crimes recebem mais de 90% das verbas privadas enfraquecendo a democracia”, escreveu. 

 Já a Secom afirmou que “não direciona a alocação de investimentos publicitários a qualquer veículo”.

Redação

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2 Comentários
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  1. LF Pereira

    26 de maio de 2020 9:08 pm

    Normal. Mas, em casa de enforcado não se fala de corda. Complicado criticar.

  2. Bo Sahl

    27 de maio de 2020 6:12 pm

    Bolsonaro, desde seus tempos de sindicalista de quartel e terrorista militar é um “bagre ensaboado, um “velhaco”. conforme gírias populares. Adora e coleciona cumbucas, mas não mete a mão nelas.
    Esta é sua grande habilidade desde sempre (além de conseguir aparecer pelo bizarrice)
    Se precisar mente, inventa, minimiza, e assim vai levando sua vidinha pública medíocre (mas aparecida).
    Sempre centrada em si mesmo e nos seus filhotes e “parças” amilicianados, o resto que se dane.
    O fato é que a indicação de Aras fora da lista tríplice fas parte de seus estilo miliciano de aparelhamento de fiéis e obedientes. Como na Máfia, lealdade é coisa de vida ou morte.
    E Aras, ainda que abra múltiplos processos, já demonstrou que (pelo menos até agora) que está “alegremente” agradecido pelo cargo, protegendo seu indicador.
    Portanto, não seria surpresa se usar a técnica de processar para inocentar, atestando no final a ‘idoneidade” definitiva dos processados.
    Isto aqui ô, ô!*…

    (*) Que me desculpe Ary Barroso, com a emoção que tive diversas vezes por ouvir sua Aquarela do Brasil (com “s” e maiúscula) em múltiplos países. É que este Brasil que emociona está transformado num braZil que envergonha.

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