Jornal GGN – Jair e Carlos Bolsonaro não obstruíram as investigações do caso Marielle Franco quando, por conta própria, recolheram arquivos da portaria do condomínio Vivenda da Barra, no RJ, na tentativa de provar que não têm ligação com os milicianos responsáveis pelo assassinato.
Esse foi o entendimento do Supremo Tribunal Federal, ao arquivar o pedido do PT e da ABI para investigar o presidente e o filho, por obstrução de Justiça.
O ministro Alexandre de Moraes seguir o parecer encaminhado pela Procuradoria-Geral da República, que entende que não houve obstrução porque as planilhas coletadas pelos Bolsonaro já estavam em posse dos investigadores.
“A noticiante não trouxe aos autos indícios mínimos da ocorrência de ilícito criminal. Isso porque arquivos de áudio a que alude já se encontram, há muito, sob a guarda das autoridades competentes —Ministério Público e autoridade policial—, tendo havido a análise técnica do seu conteúdo antes mesmo dos fatos noticiados”, afirmou o procurador-geral da República, Augusto Aras.
“(…) tendo o Ministério Público se manifestado pelo não conhecimento do pedido, notadamente em razão da ausência de indícios mínimos da ocorrência de ilícito penal, determino o arquivamento desta notícia-crime”, decidiu Alexandre de Moraes.
Roberto
18 de dezembro de 2019 11:11 amPassei por aqui só pra lembrar que recentemente o ilustre ministro foi alvo de notícia por suposto envolvimento em operação de blindagem a membro do judiciário de Minas. Ao tempo em que ainda advogava. Deve ser apenas mais uma desta coincidências que agora deram de aparecer toda hora. Abraços
Cristóvão Orlândi
18 de dezembro de 2019 3:16 pmQualquer investigação ou ação contra a família Bolsonaro, vai ser arquivada a pedido de Sérgio Moro e do Ministério Publico, onde, obviamente os tribunais de justiça irão atender rapidamente o pedido de arquivamento.
Toda e qualquer investigação vai ser apurada e julgada, se for contra a esquerda ou contra Lula.