Vender a Embraer é abrir mão da soberania e de projeto de país

O Brasil jamais comprou ou irá comprar caças da Suécia. O que estamos adquirindo é a tecnologia de como fazer caças.
10 ou 20 caças, tanto faz, pouco garantem a soberania de um país das dimensões do Brasil.
A questão é que temos uma empresa nacional, a Embraer, que fabrica aviões e aprenderá a fazer caças de última geração. Se necessário, num esforço de guerra, poderíamos ter 200 ou 300 caças para defender a soberania nacional.
Além disso, a Embraer recebeu grandes investimentos da Aeronáutica para o desenvolvimento do cargueiro KC-390, que substituirá o Hércules.
Por isso, vender a Embraer é abrir mão da soberania nacional e da possibilidade de algum dia sermos um país detentor de tecnologia de ponta.

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