O cinismo nunca esteve tão em alta, por Janio de Freitas

 
Jornal GGN – Joaquim Barbosa não concorrer é notícia menor, a grande batalha é a pretendida privatização da Eletrobras. Para Janio de Freitas, em sua coluna na Folha, este é mais um caso escabroso nas transações desse gênero. O articulista cita matéria de Lúcio de Castro, na Sportlight, sobre contratação por R$ 1,8 milhão mais extras, por Temer, de assessoria forte para atuar em jornais, TV e rádio para inverter a opinião pública contrária à venda da empresa.
 
Se na opinião pública não se notam efeitos, na Câmara houve redução de resistência de se opor ao eleitorado. Lá, diferente da opinião pública, as notas usadas para induzir mudanças são outras. O relator, escolhido a dedo, foi Julio Lopes, do PP, chegado a Cabral e grupos semelhantes. Seu relatório mais recente, propõe a doação, adicionada às indenizações de R$ 279 milhões aos que forem demitidos, forma de quebrar as manifestações resistentes dos servidores.

 
Segundo Janio, o relatório inclui contrabandos imorais, que denunciam seus propósitos. Um deles tenta saquear o fundo social do pré-sal, retirando os recursos destinados à saúde e à educação. Neste caso, para ir na onda do Plano Parente das privatizações da Petrobras relacionado ao gás no varejo.
 
O relator também incluiu no seu relatório um facilitador para a compra de terras por estrangeiros, o que não é um projeto brasileiro. Mas denotam não convicções, mas um esforço de desacreditar a Eletrobras.
 
E Janio termina dizendo que “as estatais estão em baixa, mas o cinismo nunca esteve tão em alta”.
 
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2 comentários

  1. “O horror!”

    Até o fundo social do Pré-Sal a gangue esta saqueando? O MPF, o juiz Moro, os três patos do TRF-4 e o STF devem estar satisfeitos. Afinal, a corrupção no Brasil so existiu em governos petistas… Um horror! Exclama Luis Barroso. O cinismo, realmente, acho que nunca esteve tão em alta em todas as instituições. O Brasil vai pra falência junto com a hermana Argentina.

  2. Redução de resistência na Câmara?

    No parlamento atual o que não falta é essa tal de “redução de resistência”.

    Também conhecida por outros nomes e igualmente abundante noutros poderes.

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