Os Brasis: um glossário, por Arkx

Os Brasis: um glossário, por Arkx

crise

– já não se pode falar de uma crise do Capitalismo, e sim de um Capitalismo de crise. incapaz de se auto regenerar e submetido a crises periódicas cada vez mais destrutivas, o Capitalismo incorporou a crise como um modo de governar.

– a “crise” é uma oportunidade de reestruturação dos mercados. as medidas tomadas para superar a “crise” não servem para combatê-la. ao contrário, a “crise” é desencadeada como pretexto para aplicar tais medidas.

Crise de 2008

– sob o padrão Dólar-Ouro, o capitalismo experimentou seus “anos dourados”, com intensa industrialização, inovações tecnológicas, Guerra Fria e o Welfare State; no padrão Dólar, prevaleceu a financeirização, a revolução digital, a globalização e o “Estado mínimo”.

– ainda sem qualquer perspectiva de superação, a Crise de 2008 desencadeou mais uma grande desintegração. novamente os moinhos satânicos trituram impiedosamente as condições sociais tal qual a conhecíamos, liquefazendo a modernidade num caldo totalitário do qual se ergue um  pavoroso mundo novo.

Das Kapital

– Das Kapital é o Capitalismo em sua configuração pós Crise de 2008.

– no circuito integrado e volátil das operações instantâneas em mercados apátridas, nação, trabalho e trabalhador estão obsoletos. o lucro prescinde da produção e do consumo, graças à rentabilidade diária e sem risco de investimentos garantidos pelo Estado. a sociedade inteira foi aprisionada num processo autofágico, uma espécie de buraco negro, em que tudo e todos estão submetidos à voracidade ilimitada do capital financeiro.

– pela total financeirização da economia e mercantilização completa da vida, até mesmo a subjetividade foi recolonizada. somos todos descartáveis. é desnecessário um exército industrial de reserva.

Tirania Financeira Global

– a Democracia Liberal se converte em Tirania Financeira Global; os Estados-Nações em Governanças Globais; as Constituições Federais em Acordos Trans-Nacionais; os países em Zonas de Livre Comércio; as cidades em condomínios fechados protegidos por milícias privadas cercados por guetos sob lei marcial e zonas de total exclusão com seus campos de extermínio; os direitos e as garantias individuais em governo de si mesmo sob a lógica do desempenho empresarial.

– Das Kapital se apropria não apenas do tempo de trabalho, mas do próprio tempo de vida. tudo agora é trabalho não pago, numa produção incessante de mais-valia. o trabalhador oprimido foi reconfigurado como um empresário livre, um empreendedor de si mesmo, portanto um trabalhador que se explora a si próprio na sua própria empresa. mestre e escravo na mesma pessoa.

– já não seremos indivíduos, muito menos cidadãos: apenas empresas que se deve gerir e um capital humano que deve se acumular. e nossas relações sociais nada mais serão do que a de empresas competindo entre si.

Império do Caos

– o Império do Caos é o ambiente de negócios gerado pela Guerra sem Fim promovida pela Tirania Financeira Global, através de USA Incorporation, para impor uma governança mundial unilateral.

– um Estado de Exceção permanente, no qual crises sucessivas impõe constantes ajustes como  técnica de governabilidade, com a garantia jurídica da Legislação Anti Terrorismo e de uma rede global de contra insurgência. vigilância on-line 24×7. incessante coleta de dados, biometria, banco de DNA.  

– através do Big Data, algoritmos cibernéticos calculam ininterruptamente uma Nova Ordem instantânea, para governar um mundo previsível e estável, do qual a política foi extirpada.

USA Incorporation

– USA Incorporation já não é mais uma nação, converteu-se em mera base territorial e foro jurídico dos interesses das mega corporações transnacionais. seu poder militar e meios de controle e vigilância são os fiadores  da segurança de um ambiente de negócios definido pelos acordos supra nacionais: TTIPTPSEP e TiSA.

– aquele EUA paraíso da middle class já não existe. a desigualdade de renda e riqueza estão em patamares crescentes. e hoje o food stamps atende  um de cada sete norte- americanos. o sonho americano converteu-se numa Home Land onde a 80% da população cabe apenas 7% da renda, enquanto o 1% super-rico abocanha 40%.

– USA Incorporation é controlada nas sombras pelo Deep State, cujo principal negócio e fonte de financiamento é o tráfico: drogas, armas, órgãos, pessoas, minérios raros, o próprio petróleo, material genético, produtos falsificados, informação, influência e, claro, dinheiro – a maior máquina mundial já montada de lavagem de dinheiro.

Guerra sem Fim

– guerra ao terror. guerra às drogas. guerra à corrupção. guerra sem fim. a guerra como negócio. Afeganistão, Iraque, Bálcãs, Líbia, Grécia, Egito, Ucrânia, Europa, Síria, África. se quiser impor uma mudança, desencadeie uma crise. ou ainda melhor, deflagre uma guerra.

– num mundo em que a guerra é o hardware no qual se processa atualmente Das Kapital, a crise consiste na continuidade da guerra por outros meios. uma desestabilização permanente desencadeando mudanças constantes, a fim de evitar que não ocorra de fato nenhuma mudança autêntica. para gerir as crises periódicas do capitalismo gerou-se a doutrina do Capitalismo de Crise.

– Das Kapital declarou guerra à humanidade e ao planeta. a Tirania Financeira Global avança sobre nações e populações, fragmenta os países, expropria seus recursos naturais e exila seu povo.

é no epicentro de uma Guerra Híbrida Mundial que travamos a Batalha do Brasil.

Lava Jato & Associados

– a Lava Jato & Associados é uma arma de destruição em massa, dentro da estratégia da Guerra sem Fim promovida pelo Império do Caos. é uma operação montada de fora, comandada de fora, para atender a interesses de fora.  portanto, é “muito maior” do que nós. se disto não temos as provas cabais, todas as informações analisadas, como num quebra-cabeça, permitem formar seguramente esta nossa convicção.

– a Lava Jato & Associados fornece a blindagem jurídica da Democracia sem voto. na qual todo poder emana do Judiciário e de sua interpretação arbitrária das leis, para garantir a conformidade com uma constituição cujo fundamento são os juros pagos aos especuladores.

Brasis

– aquele Brasil das ilusões de palmeiras e sabiás, da miscigenação inzoneira, da abençoada cordialidade tropical, aquele Brasil já não há – e para ele jamais iremos voltar. o Brasil tal qual o imaginávamos conhecer, está morto!

– agora múltiplos Brasis ocupam um mesmo espaço geográfico, mas isto é tudo que compartilham: apenas o território. no mais só existem diferenças irreconciliáveis. são tão incompatíveis que agora se enfrentam num estado de guerra civil de baixa intensidade.

– com a morte do Brasil, restaram apenas negócios, negócios e negócios. nenhum projeto de país. sem qualquer esperança de Nação. a cidadania se convertera em empreendedorismo de si mesmo. o Direito Público em Direito Privado Corporativo. o trabalho em desemprego estrutural. a verdade em fake news. o passado em pós-futuro.

BrazilPar

– nunca fomos uma nação. e já não somos um país. o BrazilPar é hoje uma gestora de participações acionárias em diversas empresas e empreendimentos, uma holding estrategicamente associada a USA Incorporation.

– com o acentuado nível de oligopolização e financeirização, os cartéis se entrelaçaram a ponto de alguns poucos grupos controlarem a quase totalidade da economia brasileira. como a grande indústria se tornou um empreendimento de fachada, não poderia estar melhor representada do que pelo painel luminoso do prédio da FIESP, por seu pato amarelo plagiado e seu presidente sem-indústria e rentista do setor imobiliário.

– o Brasis da Lava Jato & Associados e o Brasis de São Paulo Ltda. se tornaram a principal coalizão supra-regional do BrasilPar.

São Paulo Ltda.

– São Paulo Ltda. abriga a sucursal brasileira da Tirania Financeira Global, e tem principal commodity de exportação a taxa SELIC.

– São Paulo Ltda. jamais ousou construir um projeto de país através do qual sua hegemonia se exercesse, e assim impor sua dominação por consentimento a um pacto nacional. todo seu domínio sempre se deu pela força do mercado se apropriando do público, resultando em desproporcional concentração política e econômica em São Paulo.

– sem que desta concentração resultasse desenvolvimento de âmbito nacional, através de reciclagem dos lucros sob a forma de investimentos regionais, apenas ainda mais enriquecimento de uma plutocracia marcadamente anti Povo e anti Nação. uma lumpenburguesia eternamente sedenta de ser convidada para a mesa de jogo dos grandes lobos globais, mas servilmente resignada ao seu desprezível lugar como hiena periférica.

Ex-querda

– a Ex-querda é uma ampla frente de partidos, organizações, associações, tendências e diversos tipos de grupos. todos reunidos sob a incontestável liderança do Lulismo.

– ainda mais definidor que sua organicidade, a Ex-querda é um modo de se pensar o Brasil e de como encaminhar a luta política. foram pensadores da Ex-querda os principais responsáveis pela arquitetura teórica de um Brasil mitológico, conveniente a uma tradição liberal conservadora; foram também políticos da Ex-querda os que por aquela teoria balizaram na prática o movimento popular, fazendo dele uma conveniente forma de gestão do capital.

– em seus 13 anos na gestão de BrasilPar, a Ex-querda jamais se poupou de louvar seu desempenho no bem cuidar dos interesses da Tirania Financeira Global. “Nunca os bancos ganharam tanto dinheiro”, sempre declarou com entusiasmo a principal liderança da Ex-querda: Lulinha Paz e Amor.

Lulismo

– expressão consagrada por André Singer, ele próprio um Lulista, em sua grande obra “Os sentidos do Lulismo”. trata-se de uma estratégia da conciliação permanente a serviço de um projeto de hegemonia às avessas, conforme exposto por Francisco de Oliveira, um dos fundadores do PT.

– consiste em atender a quase todas as exigências da minoria (a Plutocracia Brasileira), mas justificando-se através de umas poucas concessões para a maioria da população. em nome de uma governabilidade de curto-prazo, o Lulismo acaba provocando uma ingovernabilidade sistêmica.

– os festejados programas sociais do Lulismo, nunca passaram das convencionais políticas sociais compensatórias, conforme formuladas e prescritas pelo Consenso de Washington, para evitar que o aumento desenfreado da miséria se torne explosivo e um incontrolável fator de desestabilização social.

– a quase totalidade dos pretensos “avanços” e “conquistas” promovidos pelo Lulismo não passam de lendas conveniente ao marketing político, sem qualquer base na realidade.

– por exemplo: o Lulismo faz o marketing da recuperação do Salário Mínimo, sem deixar claro que em 8 anos de FHC a recomposição foi de 6,52 pp, enquanto nos 13 anos de Lulismo apenas 5,69 pp.

– mais um exemplo: “[na década de 2000, os “anos dourados do lulismo”] 95% das vagas abertas tinham remuneração mensal de até 1,5 Salário mínimo.  […]  e com  rendimento acima de três salários mínimos mensais, houve redução no nível de enprego.”, em “Nova Classe Média?“, Márcio Pochmann.

Lulinha Paz e Amor

– Lulinha Paz e Amor é principal liderança da Ex-querda. é imprescindível a total clareza para distinguir 3 pontos: o político Lula (Lulinha Paz e Amor), o mito do Lulismo e o que Lula simboliza no processo de construção nacional.

– apesar de seus erros e traições, o político Lula precisa ser determinadamente defendido da caçada implacável que a Lava Jato & Associados o submete, como qualquer cidadão que seja vítima de uma justiça venal, corporativa, seletiva e classista. uma grande oportunidade para fazer coincidir a “defesa de Lula” com a luta pela democratização do Judiciário, pela desmilitarização da polícia, pelo desmantelamento do aparato repressivo e pela superação da doutrina de segurança nacional. iniciativas que em seus 13 anos de governo o lulismo sequer cogitou em propor.

– porém o mito do Lulismo deve ser destruído. esta falida concepção de ser possível através da conciliação permanente com uma plutocracia predatória, viabilizar um projeto de sucessivas mudanças pequenas e graduais, mas ainda assim sustentáveis no longo prazo. o Golpeachment enterra definitivamente esta vã e amarga ilusão.

– o que deve ser preservado e fortalecido é aquilo que Lula simboliza: a ascensão do trabalhador brasileiro ao protagonismo social e político que lhe cabe. sem o qual o Brasil já não se viabiliza como Estado, tampouco se constrói como Nação. o Lula político é apenas mais uma etapa neste processo, no qual se cumprirá a profecia de Getúlio Vargas: “um dia será um de vocês que estará aqui no meu lugar”.

Golpeachment

– o Golpeachment é a versão atual dos sucessivos golpes de Estado perpetrados pela lumpenburguesia brasileira em sua guerra ancestral contra o Povo e a Nação.

– derrotadas por quatro vezes na urnas, as medidas impopulares” exigidas pela Tirania Financeira Global só poderiam ser aplicadas através da supressão do Estado Democrático de Direito, o que foi implementado através de um impeachment inconstitucional.

– só haverá reconstrução da Democracia e refundação da República, caso erguidas sobre uma pedra fundamental que exige: a nulidade do impeachment, a revogação de todos os atos e contratos do governo usurpador e a punição dos responsáveis pelo Golpeachment;

– para onde se olhar na cena do crime do Golpeachment, estarão por toda a parte as impressões digitais da máquina de guerra Anglo-SioNazi.

Anglo-SioNazi

– todo o processo do Golpeachment é o decorrer de uma campanha de desestabilização promovida pelos Anglo-SioNazi contra os Brasis. até chegarmos ao atual presidente do BC brasileiro, nascido em Israel e onde viveu até os 10 anos de idade, e do Ministro da Fazenda Henrique Meirelles com sua cidadania norte-americana.

– os Anglo-SioNazi nutrem uma profunda repugnância pela soberania popular e pelo multiculturalismo. não é sem motivos que seu enclave territorial, apesar do marketing enganoso de ser a “única democracia no Oriente Médio”, não possui Constituição tampouco tem fronteiras definidas. sob o paradigma da Palestina Ocupada, os Anglo-SioNazi concebem o mundo como uma vasta “terra sem povo”, a ser colonizada pela implantação de condomínios fechados, protegidos por muros e check-points, enquanto os nativos são  confinados em campos de concentração e áreas de extermínio.

– os Anglo-SioNazi professam o capitalismo como religião, crêem piamente no lucro como a função social do mercado e nos juros como o meio supremo de realização individual. sendo inimigos mortais de um mundo multipolar, para impedir sua concretização não hesitariam em apertar o botão do holocausto termonuclear. consideram a singularidade científica, a eclosão da inteligência artificial, como a chegada do tão esperado Messias, para proceder o upload dos avatares do povo eleito a uma Jerusalém reconstruída na terra prometida da realidade virtual. para além da Internet das Coisas, uma Web of Life do puro fluxo incorpóreo e desterritorializado de Das Kapital.

BrasiNazi

– como um dos mais mórbidos fenômenos decorrente da morte do Brasil, ocorre a saída da semi-clandestinidade do BrasiNazi. o Brasis do povo superior da “Raça Planaltina”, herdeiro do empreendedorismo colonial dos Bandeirantes, em busca do Eldorado da matança dos miseráveis e do holocausto do contraditório.

– o BrasiNazi é o Brasis alinhado com os Anglo-SioNazi, em perfeita sintonia com São Paulo Ltda., tendo entre seus operadores políticos o muy amigo Eduardo Cunha, recebido com honras de Chefe de Estado no Knesset, e Jair BolsoNazi, batizado nas águas do rio Jordão pelo pastor Everaldo, líder do PSC, no mesmo dia do afastamento de Dilma Roussef.

– historicamente os Anglo-SioNazi são inimigos dos Judeus. prova irrefutável  disto no cenário atual brasileiro, é a Hebraica convidar Jair BolsoNazi para pregar o genocídio, enquanto do lado de fora centenas de judeus protestavam contra o fato.

– se em 1964, o golpe foi formulado, financiado e comandado por Lincoln Gordon, então Embaixador dos EUA, o Comandante em Chefe do Golpeachment é um Anglo-SioNazi. no círculo mais alto de Comando deste golpe, todos seus integrantes não se expõe publicamente. permanecem atrás dos bastidores, nas trevas. como o Chicagos’s Boy de estimação de George Soros e o mais rico dos banqueiros do mundo.

Millenium

– os Anglo-SioNazi se auto-intitulam como os Proprietários da Humanidade (Masters of Mankind) e defendem  que a raiz do problemas mundiais advém, principalmente, do excesso populacional.

– várias de suas Estratégias de Redução Populacional (ERP), já estão sendo implementadas nas últimas décadas por todo o planeta. privatizações selvagens, expropriação dos recursos minerais (inclusive água), epidemias provocadas (inclusive AIDS), guerras sem fim, engenharia social da fome, eliminação dos “inúteis e defeituosos”, etc…

– os Anglo-SioNazi através de sua Guerra sem Fim empurram o mundo para um confronto termonuclear e uma selvagem redução populacional. estão convictos de que é possível sobreviver ao Armagedon e consideram obsoleta a doutrina do MAD (Mutual Assured Destruction).

– Millenium é a atual doutrina dos Proprietários da Humanidade: neo-fascismo, capitalismo como religião, zumbificação, anomia, Admirável Mundo Novo, Big Brother, Big Data, robótica, engenharia genética, nanotecnologia, singularidade científica, anti-Cristo…

Guerra de Mundos

– há uma guerra. não uma guerra no mundo e sim uma Guerra de Mundos. não uma “crise” da qual precisamos sair, mas uma guerra que precisamos ganhar, mesmo que sejamos derrotados em muitas batalhas.

– Das Kapital subjugou todos os demais mundos sob uma unificação etnocêntrica: muitas Culturas, apenas uma Natureza. um mundo no qual um conceito específico de uma cultura, a Natureza como definida pelo Racionalismo Ocidental, se converteu em “realidade biofísica”.

– de um lado estão o Homem, a Razão, a Ciência: os que se ergueram vitoriosos com as luzes do Renascimento apenas para mergulharem o planeta numa escala nunca antes experimentada de destruição e desigualdade. tudo e todos foram reduzidos ao valor de matéria-prima pela vã pretensão de manter indefinidamente girando os moinhos satânicos do capitalismo.

– do outro lado, na resistência contra a barbárie já instalada, há um povo: Os Seres da Terra. uma aliança entre  os Terráqueos pautada não por leis, contratos ou instituições, mas pela urgente consciência da luta comum pela sobrevivência.

Os Seres da Terra

– as condições ambientais estáveis dos últimos 12 mil anos favoreceram o desenvolvimento da auto-denominada “civilização humana”. sob tal estabilidade ambiental ergueu-se o mito de ser possível uma separação conceitual entre Natureza e Cultura.

– com a irrupção messiânica de Gaia no cenário geopolítico da história moderna, descobre-se que tal estabilidade ambiental pode ser alterada. como se reagisse às ações sobre ele infringidas, o planeta modifica seu equilíbrio para condições menos favoráveis à existência da espécie humana e de outras muitas que o coabitam.

– o mundo natural e o mundo social já não podem mais estar separados. o humano se desumaniza ao se tornar força natural – pelas alterações que sua “civilização” provoca na natureza – enquanto a natureza se torna um agente respondendo a estímulos – convertendo-se numa ameaça política à continuidade da “civilização humana”.

– do mesmo modo que ocorreu no Renascimento com o Heliocentrismo, o Antropocentrismo já não nos serve mais. os sonhos da Razão geraram monstros: o Capitalismo, o Antropoceno, o Antropozóico. uma nova mudança em breve vai acontecer. um inexorável desaparecer, como, na orla do mar, o desvanescer de um rosto de areia: o ocaso do Humanismo e do Racionalismo.

– adeus à Humanidade, bem vindos sejam Os Seres da Terra.

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43 comentários

  1. muito interessante

    ótimo glossário para lermos a realidade. como dizia Freire ( o Paulo), antes da leitura da palavra devemos aprender a leitura do mundo.  

    • os Brasis: um glossário

      -> antes da leitura da palavra devemos aprender a leitura do mundo.

      e o mundo não apenas mudou, como continua mudando rapidamente. como então ainda operar com os mesmos paradigmas e conceitos?

      o que estamos atualmente lendo no mundo corresponde a leitura que anteriormente fazíamos das palavras?

      como atualizar a relação entre as palavras e as coisas?

      este glossário é um movimento neste sentido.

      abração

      p.s.: seu comentário me ajudou bastante em algo que escrevendo agora. vou postar depois. obrigado.

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      .

    • os Brasis: um glossário

      gráfico bonitinho, né. mas creio que os dados abaixo expressam melhor a realidade dos fatos.

      o gráfico que vc postou compara o SM com o Dólar. não serve! por que não?! porque distorce. não considera a variação cambial. se há uma apreciação do Real, o SM em Dólar aumenta. mas isto não implica necessariamente em maior poder de compra do SM, já que o preço das mercadorias não sofreu a mesma desvalorização.

      além disto, uma apreciação do Real não é saudável para a economia brasileira. foi o que aconteceu no Plano real e em boa parte dos governos Lula/Dilma. este é um dos motivos de termos sofrido um duro processo de desindustrialização.

      é simples! é só uma questão de querer pensar fora da caixa. sem fanatismo. e sem fundamentalismo.

      o SM deve ser indexado ao que determina a Lei do SM. ou seja: a cesta de mercadorias relacionada na lei. o DIEESE faz isto todo mês. compara o SM nominal com o necessário. este foi o parâmetro que utilizei no “gráfico mequetrefe”.

      consulte o site do DIEESE. lá está tudo explicado.

      por este parâmetro (não sujeito as distorções) a dura e lamentável conclusão é que não houve nenhuma “recuperação estrutural” do SM sob o Lulismo. ao contrário, a recomposição do SM menos pior com FHC do que com Lula/Dima!

      não adianta querer encaixotar à força a realidade em nossos desejos. é preciso fazer de nossos desejos a força que nos impele a transformar a realidade.

      .

       

       

      • Caro arks, não sou expert em

        Caro arks, não sou expert em economia, mas lembro que FHC apreciou o câmbio e elevou os juros, segurando a inflação e gerando desemprego. Portanto, na soma de tudo, entendo que a situação era bem melhor nos governos de Lula e Dilma. Não serve como estatística, mas tenho uma empregada doméstica desde FHC e ela declara, sem nenhuma dúvida, que sob os governos do PT, a vida foi melhor. 

      • O poder aquisitivo do SM

        O poder aquisitivo do SM vinha crescendo desde Lula, continuou crescendo com Dilma, e se estagnou com Temer

        Com Lula e Dilma havia acesso a creditos e a programas sociais, não há como negar isso

        Salário mínimo atinge maior poder de compra em 50 anos
        Segundo levantamento do Banco Central, o salário mínimo atingiu, em janeiro, o maior poder de compra desde agosto de 1965

         

         http://exame.abril.com.br/seu-dinheiro/salario-minimo-atinge-maior-poder-de-compra-em-50-anos/

  2. Estamos chegando ao ponto crítico de mudanças mundiais

    Estamos chegando ao ponto crítico de mudanças mundiais

    O poder continua ainda com os miseráveis, escravizados, trabalhadores e minorias, que o capitalismo lawfare transformou em maiorias

    Agora é desce ou dá…

     

    https://jornalggn.com.br/blog/marcio-valley/a-espantosa-distribuicao-da-riqueza-mundial

     

    “O planeta possui 7 bilhões de pessoas. Dados espantosos sobre a distribuição da riqueza:

    1 – Qualquer pessoa que possua bens em valor total superior a R$ 8.600,00 (uma moto usada) possui mais riqueza do que 3 bilhões e 500 milhões de pessoas no mundo inteiro. Está na metade superior da posse de riquezas.

    2- Quem possui bens em valor superior a 162 mil reais (uma casa simples em São Gonçalo, RJ) possui mais riqueza do que 6 bilhões e 300 milhões de pessoas. Pertence aos dez porcento mais ricos do mundo.

    3- Quem tem bens em valor superior a um milhão e seiscentos mil reais (uma boa casa em Camboinhas, Niterói, RJ), possui mais riqueza do que 6 bilhões e 930 milhões de pessoas. Faz parte da fatia correspondente a um porcento da população mundial, mais rica do que os 99% restantes.

    Conclusão: num planeta extremamente injusto, até as classe média e média alta são consideradas ricas. Apenas trinta e dois milhões de pessoas podem ser consideradas, de fato, ricas, sendo que 161 delas controlam cerca de 140 corporações que, por sua vez, dominam praticamente todo o sistema econômico e político do mundo. Esse é o sistema que defendemos com unhas e dentes?”

     

     

  3. E viva o FHC!

    Segundo o asterix.

    O ódio não é fácil, companheiros de jornadas. Enquanto isso continuamos aqui a digladiar se o lulismo foi bom ou ruim. Bom foi o fhc, bom é o temer. O restante é luar sobre paquetá e vamo que vamo, que ainda dá. Se é pra esculhambar, vamos quebrar tudo.

    Ou continuemos desenhando atlas e em breve sumiremos do mapa.

  4. A par da louvável capacidade
     A par da louvável capacidade de argumentação do autor,  gostaria de emitir minha opinão sobre alguns pontos.

    Sinto-me um leproso, mas tudo bem…é o que penso…

    Marketing do lulismo:  em meio a uma saraivada de ataques diários em todos os meios de comunicação contra Lula e seu legado, onde tudo é criminalizado, inclusive recepções a chefes de Estado, viagens ao exterior, etc, não creio que seja marketing apontar as conquistas sociais sob seu governo..,,,. por isso, mais do que defendê-lo das garras de Moro e cia, defendo tambem o que  ele(Lula)  fez  de positivo, dentro daquilo que foi possivel, aliás, tema polêmico esse da conciliação vs ruptura.

    Desatenção de Lula para com o Judiciário: lembro que quando Lula propôs a criação de um órgão externo para controle do Judiciário, foi aquele alvoroço, sendo que o seu projeto foi desfigurado, resultando no CNJ, ou seja, o autocontrole do Judiciário. O problema é que não apenas o Judicíário funciona há séculos sob o controle da plutocracia e não foi diferente nos 13 anos de PT no governo. Quem é do ramo do Direito sabe como isso funciona, vide Fux e Marco Aurélio Mello, ministros do STF, emplacando suas filhotas como desembargadoras. Quem poderia impedi-los?

    Politica de conciliação: não critico a opção de Lula por este caminho porque foi a politica possivel. Não havia a menor condição para uma ruptura, tanto que o golpe provou isso: a plutocracia resolveu que queria o poder de volta e o obteve. Quem sabe, agora sabendo na própria pele que a conciliação não funciona, outro caminho, o da ruptura, seja possivel…. não custa sonhar….é triste cair na real…

    Será que se Lula tivesse optado pela ruptura nesse quadro institucional caótico, em que as Instituições são dominados por uma classe por séculos rapineira, teria sobrevivido ao primeiro mandato? Baseado nisso, houve um acordo público com a burguesia na Carta aos Brasileiros, o que se seguiu a conquistas sociais, ou concessões, devidamente interrompidas pelo golpe de 2016. O que poderia ter sido feito para que estas conquistas não fossem canceladas pelos golpistas, como ocorre no momento, se os golpes são dados exatamente prá isso: para interromper a democracia e os avanços sociais.

    Basta olhar na história do Brasil para vermos que, em 128 anos de republica, se dividirmos pela quantidade de golpes e presidentes que não termnaram seus mandatos teremos: a cada 18 anos um presidente que concluiu seu mandato e, a cada 9 anos um presidente que não concluiu seu mandato (https://josecarloslima.blogspot.com.br/2017/06/brasil-um-pais-em-permanente.html)

    Culpa do Lula? Ou culpa de uma elite dominante avessa à democracia, à inclusão social e ao desenvolvimento nacional?
    Sei lá o que a não ex-exx-ex ex-querda ou sei lá o que queria que Lula tivesse feito fora da politica possivel? Expropriado terras a torto e a direito e implantando na marra a reforma agrária? Sim, eu sou um dos que gostaria que isso tivesse acontecido, no entanto sou consciente de que isso era impossivel.

    O que sei é que havia um projeto que era transformar o Brasil num grande pais de classe média, no entanto esse projeto foi sepultado: culpa do Lula? Culpa da classe dominante com seu Congresso e demais Instituições e midia sob controle? Lula não tinha maioria no Congresso para levar adiante um programa de ruptura, isso não tinha, e muito menos na área militar.  Colocou-se em prática a máxima segundo a qual faz-se aquilo que é possivel, no sentido de empodeirar os trabalhadores que, agora, caminham para o precipício. 

    Quanto a frase “Os bancos nunca ganharam tanto”, acho errado retirá-la do contexto em que fora pronunciada.
    Todos ganharam: foi este o contexto da frase “Nunca os bancos ganharam tanto”, que geralmente vem incompleta

    Brasil 247: O senhor não tem raiva da oposição?

    Lula: “Eu não tenho raiva deles e não guardo mágoas. O que eu guardo é o seguinte: eles nunca ganharam tanto dinheiro na vida como ganharam no meu governo. Nem as emissoras de televisão, que estavam quase todas quebradas; os jornais, quase todos quebrados quando assumi o governo. As empresas e os bancos também nunca ganharam tanto, mas os trabalhadores também ganharam. Agora, obviamente que eu tenho clareza que o trabalhador só pode ganhar se a empresa for bem. Eu não conheço, na história da humanidade, um momento em que a empresa vai mal e que os trabalhadores conseguem conquistar alguma coisa a não ser o desemprego.”
    http://www.brasil247.com/pt/247/midiatech/100768/Lula-diz-que-m%C3%ADdia-nunca-lucrou-como-na-era-Lula.htm

    Por que eles tem medo do Lula? por Emir Sader

    Lula virou o diabo para a direita brasileira, comandada por seu partido – a mídia privada. Pelo que ele representa e por tê-los derrotado três vezes sucessivas nas eleições presidenciais, por se manter como o maior líder popular do Brasil, apesar dos ataques e manipulações de todo tipo que os donos da mídia – que não foram eleitos por ninguém para querer falar em nome do país – não param de maquinar contra ele.
    http://www.cartamaior.com.br/?/Blog/Blog-do-Emir/Por-que-eles-tem-medo-do-Lula-/2/27152

    Os outros nomes da UDN, por Mauro Santyana

    Quando, enfim, os bacharéis mais reacionários ocuparam o poder com os militares, coube-lhes encontrar as fórmulas jurídicas para defender o estupro do Estado de Direito. Totalitários por sua natureza, Carlos Medeiros da Silva e Francisco Campos, antigo fundador da corporação fascista ¿Legião de Outubro¿, e redator solitário da Constituição de 1937, redigiram o Ato Institucional, em que se valiam do argumento absoluto da força. Em sua visão do Direito, a Revolução (na verdade apenas um golpe militar clássico) se legitimava por si mesma, ou seja, pela sua vitória sem combate. Outros juristas, como Gama e Silva e Alfredo Buzaid dariam seu aval à Ditadura. Esses fatos servem para realçar a corajosa resistência democrática de tantos outros grandes advogados, alguns até mesmo de origem oligárquica, como Victor Nunes Leal e Evandro Lins e Silva, perseguidos sistematicamente pelo Poder. A partir de certo momento, os advogados, em sua maioria, decidiram partir para a resistência. A bomba contra a OAB atesta essa bravura.
    http://www.cartamaior.com.br/?/Coluna/Os-outros-nomes-da-UDN/21590

    Ruben Naveira:

    Muita energia vem sendo dispersada na busca de alguma solução mais imediata, como eleições diretas. Ora, de que servirão eleições diretas, se a classe dominante fará moldar a legislação eleitoral de modo a que vença o seu candidato (sem contar artimanhas como parlamentarismo)? Mesmo em um cenário otimista, em que venha a ganhar algum candidato pró-restauração da democracia, como conseguiria ele ou ela governar, se o chamado presidencialismo de coalização foi liquidado, e se instituições como o judiciário, o ministério público e a polícia estão fora de qualquer controle exterior a elas próprias, e obcecadas em impor ao país as suas agendas?

    https://jornalggn.com.br/noticia/a-elite-brasileira-suicida-se-por-ruben-bauer-naveira

    Jesse de Souza:
    Misture no mesmo caldeirão complexo de inferioridade, o chavão de que o Brasil é um lugar de corrupto e dê às pessoas uma causa que não é delas, mas parece ser uma batalha justa e capaz de ‘limpar’ um país. Pronto, está construído um cenário favorável à manipulação e que resultará, ironicamente, num golpe contra os direitos de quem o defende.

    http://www.ocafezinho.com/2016/04/13/jesse-de-souza-impeachment-e-mentira-das-elites-para-enganar-pobres-e-classe-media/

    Comentário ao post Os Brasis um glossário, por Arkx

    https://jornalggn.com.br/blog/arkx/os-brasis-um-glossario-por-arkx

       

    • os Brasis: um glossário

      -> gostaria de emiti minha opinião sobre alguns pontos.

      sempre bem vindo, amigo.

      sei que as críticas incomodam, mas são necessárias. vai por mim. ainda mais agora, neste cenário de indefinições, com um boa chance de Diretas, mas todo o campo conservador forçando as Indiretas.

      muito semelhante a 1984. espero que Lula não seja o Trancredo Neves da vez. se é que me faço compreender.

      sei que temos discordância quanto a avaliação dos governos Lula/Dilma, mas observe que o texto vai muito além disto, abrindo um imenso leque de abordagens.

      a Campanha pelas Diretas tá forte nas ruas. e a nova Greve Geral já está convocada. qualquer crítica ou discordância não deve ser impeditiva para a unidade na luta e na ação.

      grande abraço

      “Não precisa sofrer pra saber o que é melhor pra você

      Encontro duas nuvens

      Em cada escombro, em cada esquina

      Me dê um gole de vida”

      vídeo: Criolo – Eleições Diretas Já – São Paulo – 04/06/2017

      [video: https://www.youtube.com/watch?v=22MkNcOtrBE%5D

      .

      • O ceticismo de Ruben Naveira para com a democracia representa

        O ceticismo de Ruben Naveira para com a democracia representativa

        Ruben Naveira(e não eu) se mostrou cético diante de eleiçoes diretas por entender que não adianta elegermos um presidente(a)  porque a plutocracia toma para si o poder no momento em que bem entende, defendendo então a democracia direta

        ;’Não é mais factível uma saída institucional, posto que as instituições já se encontram pervertidas a um ponto irrecuperável. Já passa da hora de substituir essa visão de curto prazo, das soluções superficiais, por uma visão de processo histórico a médio-longo prazo.

        A um povo desprovido de elite resta somente o caminho de fazer-se elite de si próprio – como nos indicou Darcy Ribeiro.”

        A propósito, o que é democracia direta? 

        https://www.youtube.com/watch?v=dvhODaUQu94

         

         

    • Sempre voltamos à mesma pergunta

      A esquerda sempre volta à mesma pergunta. A resposta que cada pessoa e cada grupo dá pra esta pergunta, aliás, geralmente é ponto central nas separações e rivalidades na esquerda.

      A pergunta é: Dá pra governar de froma construtiva e eficaz, sendo minoria no Congresso, sem fazer acordos e pactos com a direita e os grandes capitalistas?

      Lula perdeu em 1989 sendo uma esquerda masi extrema. Brizola sempre foi esta esquerda de ruptura e nunca chegou perto de ganhar para a Presidência. Lula só ganhou quando fez a tal Carta aos Brasileiros e e se apoiou em coisas como PMDB e PRB.

      Erundina não aceitou se aliar à direita podre na Prefeitura em 1989, e saiu execrada, jamais passou perto de ser eleita novamente pra cargos majoritários (ainda que já tenha ouvido falar que seu governo foi excepcional, mas injustiçado).

      Dilma quis ser honesta demais e não topou negociar com Eduardo Cunha. Foi condenada sendo sabidamente inocente.

      É realmente pra se pensar se tem alguma viabilidade real e prática tentar governar sozinho, sem apoio de congresso, mídia, empresariado e judiciário. Se isto não acaba por simplesmente tornar inviável o governo, e sujar de vez a imagem dso governantes de esquerda como inúteis ( aquela piada: politico esquerdista quando está por baixo só reclama, quando está por cima, não faz nada).

      A esquerda, todos os ramos e partidos precisariam se unir em uam frente, estabelcer pontos comuns mínimos, deixar diferenças e coisas menores ou menos urgentes pra depois, do contrário, não teremos força pra nada. A direita pensa como empresário ou comerciante: cada um só quer seu lucro e vitória inidvidual, mas faz acordo e se une até a seu inimigo em busca de lucros e objetivos comuns. São pragmáticos e eficazes. A esquerda precisa ser assim, ou não tem chance.

      Porém, a esquerda deve responder  esta pergunta e se unir sob a resposta. Vamos governar fazendo pactos e acordos com Direitra, corruptos e empresariado pra garantir vitórias vitais e mudanças graduais, correndo o risco de sermos traidos de novo e tudo ser desfeito em 5 segundos? Ou vamos dar All In na mesa, partir pro tudo ou nada, e nós contra eles, assumindo o governo, fazer um ministério de esquerda pura e enfrentar congresso, judiciário, mídia e grande capital? E caso façamos a segunda opção, como governaremos dependendo do congresso inimigo e hostilizado pra conseguir qualquer obra, sendo que até o orçamento eles tem que aprovar? E sabendo que eels podem inventar qualquer mentira sequer provada pra abri um proceso de impeachment e nos derrubar com legitimação do Judiciário? Neste caso, a unica chance, um talvez do tamanho do Brasil, seria um governante com o POder de imagem do nível de um Lula,que não só abrisse o jg contra o Congresso, a mídia, o Judiciário eos patrões, como também se declarasse abertamente inimigo deles, e amigo do Povo, conseguindo, sabe Deus como, o apoio em massa, claro e pró-ativo da população em grandes quantidades, pra,a ssim, talvez, pressionar o congresso e os patrões.

      Mas se isto não está dando certo na Venezuela, porque daria aqui?

      Amigos, euq euro o bem do meu povo, mas simplesmente não vejo como quebrar este sistema tão fechado, completo, poderoso. principalmente quando se percebe que o grande inimigo sequer é nossa elite vira lata sub tenente, mas os Donos do Mundo lá de fora, aquelas que orquestram opressão e exploração que atinge até alemães, japoneses, estadunidenses, portugueses e franceses. E, se eles, muito masi politizados e conscientes que nós,  estão sendo domados e empobreciso dia após dia, como nós brasieliros faremos algo inda maior em situação muito pior?

  5. Caro arkx, Lula não resolveu

    Caro arkx, Lula não resolveu as contradições do capitalismo. Perdeu, se não me engano, três eleições, enfrentado todo tipo de manipulção da parte do poder estabelecido. Para enfim vencer, tendo que escrever uma carta ao povo (plutocracia) aceitando as restrições. No poder, quando tentou algumas mudanças mais críticas para o sistema, foi barrado. Quando Dilma mexeu nos juros, sofreu um contra-ataque fulminante que culminou no impedimento ilegal. O golpe desmascarou a realidade insana do poder no Brasil e isso não tem preço. Portanto, é injusto avançar nas críticas aos governos do PT. Lula e o PT cometeram erros mas deixaram o rei nu, revelando o tamanho, a força, as armas dos inimigos do povo. Como estratégia, foi absolutamente vencedora.  

  6. Excesso Populacional ou Escassez Populacional?

    Em 2014, o Paul Krugman escreveu:

    “(…) Quando o economista Alvin Hansen propôs pela primeira vez o conceito de estagnação secular, ele enfatizou o papel do crescimento mais lento da população na redução da demanda por investimentos. (Suas advertências tornaram-se irrelevantes com o baby boom no pós-Guerra.)

    As discussões modernas retomaram aquela ênfase: o encolhimento da população em idade ativa no Japão parece ser uma importante causa de problemas para o país, e o crescimento mais lento da população na Europa e nos Estados Unidos é um indicador importante de que podemos estar entrando em um regime semelhante.

    Mas onde quer que eu levante essas teses as pessoas me perguntam por que não considero boa essa desaceleração do crescimento populacional. Afinal, significa menos pressões sobre os recursos, menos danos ambientais e assim por diante.

    É importante perceber que essa desaceleração realmente poderia, e deveria, ser uma coisa boa – mas o que passa por política econômica sólida tem grande probabilidade de transformar esse fato potencialmente bom em um grande problema. Porque pelas atuais regras do jogo há um forte aspecto “bicicleta” em nossas economias: se elas não avançarem suficientemente rápido, tendem a cair.

    É um argumento bastante simples. Para ter emprego mais ou menos pleno, uma economia precisa de gastos suficientes para utilizar seu potencial. Mas um componente importante dos gastos, o investimento, é sujeito ao efeito acelerador: a demanda por novo capital depende do índice de crescimento da economia, mais que do nível atual de produção. Por isso, se o crescimento desacelerar devido a uma queda no crescimento populacional, a demanda por investimentos cai – potencialmente empurrando a economia para uma queda semi-permanente.

    Alguém pode dizer que basta reduzir os juros o bastante para sustentar a demanda por investimento, apesar da desaceleração populacional. O problema é que a taxa de juros real necessária sobre ativos seguros pode ser negativa e, portanto, só é alcançável se houver inflação suficiente – o que se choca com um compromisso ideológico com a estabilidade de preços.

    Esse é basicamente um problema técnico, e em um mundo melhor simplesmente o enfrentaríamos e desfrutaríamos dos benefícios de um planeta menos populoso. Neste mundo, porém, problemas técnicos podem de fato causar danos imensos, porque muito poucas pessoas estão dispostas a pensar claramente sobre sua natureza.  Por isso nos preocupamos com a desaceleração do crescimento populacional.”

    Será que matar uns 30 mil, a começar pelo Bolsobosta, resolveria ou pioraria?

    • os Brasis: um glossário

      de nada adianta postar e repostar dados sem sequer compreender minimamente as estatísticas que se está divulgando.

      última chance para vc recuperar sua capacidade cognitiva:

      1. “O SM vinha num crescendo desde Lula, continuando sob Dilma” -> VERDADE, cfe. tabela acima;

      2. “Salário mínimo atinge maior poder de compra em 2016, desde 1994” -> VERDADE, conforme tabela acima;

      3. ainda assim, a recomposição do SM foi menos pior com FHC do que com Lula/Dilma! -> VERDADE, cfe. tabela acima.

      assim se tem o quadro completo, e não meias verdades. isto não é difícil de entender, menos ainda de aceitar. o que é difícil é se livrar dos antolhos do fanatismo político.

      .

  7. Difícil negar os avanços sob

    Difícil negar os avanços sob Lula/Dilma

    O BRASIL REAL – DE 2002 A 2013
    Por Luiz Alberto de Vianna Moniz Bandeira. Fonte: Pátria Latina

    1. Produto Interno Bruto:
    2002 – R$ 1,48 trilhões
    2013 – R$ 4,84 trilhões

    2. PIB per capita:
    2002 – R$ 7,6 mil
    2013 – R$ 24,1 mil

     

    3. Dívida líquida do setor público:
    2002 – 60% do PIB
    2013 – 34% do PIB

    4. Lucro do BNDES:
    2002 – R$ 550 milhões
    2013 – R$ 8,15 bilhões

    5. Lucro do Banco do Brasil:
    2002 – R$ 2 bilhões
    2013 – R$ 15,8 bilhões

    6. Lucro da Caixa Econômica Federal:
    2002 – R$ 1,1 bilhões
    2013 – R$ 6,7 bilhões

    7. Produção de veículos:
    2002 – 1,8 milhões
    2013 – 3,7 milhões

    8. Safra Agrícola:
    2002 – 97 milhões de toneladas
    2013 – 188 milhões de toneladas

    9. Investimento Estrangeiro Direto:
    2002 – 16,6 bilhões de dólares
    2013 – 64 bilhões de dólares

    10. Reservas Internacionais:
    2002 – 37 bilhões de dólares
    2013 – 375,8 bilhões de dólares

    11. Índice Bovespa:
    2002 – 11.268 pontos
    2013 – 51.507 pontos

    12. Empregos Gerados:
    Governo FHC – 627 mil/ano
    Governos Lula e Dilma – 1,79 milhões/ano

    13. Taxa de Desemprego:
    2002 – 12,2%
    2013 – 5,4%

    14. Valor de Mercado da Petrobras:
    2002 – R$ 15,5 bilhões
    2014 – R$ 104,9 bilhões

    15. Lucro médio da Petrobras:
    Governo FHC – R$ 4,2 bilhões/ano
    Governos Lula e Dilma – R$ 25,6 bilhões/ano

    16. Falências Requeridas em Média/ano:
    Governo FHC – 25.587
    Governos Lula e Dilma – 5.795

    17. Salário Mínimo:
    2002 – R$ 200 (1,42 cestas básicas)
    2014 – R$ 724 (2,24 cestas básicas)

    18. Dívida Externa em Relação às Reservas:
    2002 – 557%
    2014 – 81%

    19. Posição entre as Economias do Mundo:
    2002 – 13ª
    2014 – 7ª

    20. PROUNI – 1,2 milhões de bolsas

    21. Salário Mínimo Convertido em Dólares:
    2002 – 86,21
    2014 – 305,00

    22. Passagens Aéreas Vendidas:
    2002 – 33 milhões
    2013 – 100 milhões

    23. Exportações:
    2002 – 60,3 bilhões de dólares
    2013 – 242 bilhões de dólares

    24. Inflação Anual Média:
    Governo FHC – 9,1%
    Governos Lula e Dilma – 5,8%

    25. PRONATEC – 6 Milhões de pessoas

    26. Taxa Selic:
    2002 – 18,9%
    2012 – 8,5%

    27. FIES – 1,3 milhões de pessoas com financiamento universitário

    28. Minha Casa Minha Vida – 1,5 milhões de famílias beneficiadas

    29. Luz Para Todos – 9,5 milhões de pessoas beneficiadas

    30. Capacidade Energética:
    2001 – 74.800 MW
    2013 – 122.900 MW

    31. Criação de 6.427 creches

    32. Ciência Sem Fronteiras – 100 mil beneficiados

    33. Mais Médicos (Aproximadamente 14 mil novos profissionais): 50 milhões de beneficiados

    34. Brasil Sem Miséria – Retirou 22 milhões da extrema pobreza

    35. Criação de Universidades Federais:
    Governos Lula e Dilma – 18
    Governo FHC – zero

    36. Criação de Escolas Técnicas:
    Governos Lula e Dilma – 214
    Governo FHC – 11
    De 1500 até 1994 – 140

    37. Desigualdade Social:
    Governo FHC – Queda de 2,2%
    Governo PT – Queda de 11,4%

    38. Produtividade:
    Governo FHC – Aumento de 0,3%
    Governos Lula e Dilma – Aumento de 13,2%

    39. Taxa de Pobreza:
    2002 – 34%
    2012 – 15%

    40. Taxa de Extrema Pobreza:
    2003 – 15%
    2012 – 5,2%

    41. Índice de Desenvolvimento Humano:
    2000 – 0,669
    2005 – 0,699
    2012 – 0,730

    42. Mortalidade Infantil:
    2002 – 25,3 em 1000 nascidos vivos
    2012 – 12,9 em 1000 nascidos vivos

    43. Gastos Públicos em Saúde:
    2002 – R$ 28 bilhões
    2013 – R$ 106 bilhões

    44. Gastos Públicos em Educação:
    2002 – R$ 17 bilhões
    2013 – R$ 94 bilhões

    45. Estudantes no Ensino Superior:
    2003 – 583.800
    2012 – 1.087.400

    46. Risco Brasil (IPEA):
    2002 – 1.446
    2013 – 224

    47. Operações da Polícia Federal:
    Governo FHC – 48
    Governo PT – 1.273 (15 mil presos)

    48. Varas da Justiça Federal:
    2003 – 100
    2010 – 513

    49. 38 milhões de pessoas ascenderam à Nova Classe Média (Classe C)

    50. 42 milhões de pessoas saíram da miséria

    FONTES:
    47/48 – http://www.dpf.gov.br/agencia/estatisticas
    39/40 – http://www.washingtonpost.com
    42 – OMS, Unicef, Banco Mundial e ONU
    37 – índice de GINI: http://www.ipeadata.gov.br
    45 – Ministério da Educação
    13 – IBGE
    26 – Banco Mundial

    Atualização – 12/2/2017 –  Golpistas receberam um pais com numermos equilibrados https://jornalggn.com.br/blog/jose-carlos-lima/infograficos-demonstram-que-os-golpistas-tomaram-de-assalto-um-pais-equilibrado-economicamente

     

    https://jornalggn.com.br/blog/iv-avatar/fhc-vs-lula-dilma-um-quadro-comparativo

    • os Brasis: um glossário

      em atenção especial a vc, vou retrucar:

      esta sempre repetida e enfadonha lista de comparações entre Lula/Dilma e FHC é muito mais reveladora  do fracasso do Lulismo do que de seu êxito. é uma resposta padrão que circula na Web na ânsia de consagrar os supostos “avanços sociais” dos governos Lula/Dilma.

      a maior parte destes dados estão descontextualizados. o trabalho de análise de dados é sujeito a enormes distorções. convenientemente torturados, os dados provam qualquer conclusão já existente previamente. dito de outra forma: os dados podem ser manipulados para embasarem qualquer opinião.

      cada estatística apresentada é apenas uma meia-verdade. enquanto exibe um lado da verdade favorável a uma defesa do Lulismo, convenientemente oculta a outra metade que o revela como a mais bem sucedida operação conservadora da história do Brasil: um governo dos trabalhadores que executa magistralmente a política dos patrões.

      então cabe uma escolha. o que se quer? analisar os dados para uma aproximação (pq é sempre uma aproximação, nenhuma análise é definitiva) da realidade? ou apenas manipular os dados para justificar uma determinada posição que já se tem?

      vejamos então o caso do Salário Mínimo. este é um dos principais indicadores para se aferir a melhoria de renda da população. é também uma das alegadas “grandes conquistas” do Lulismo. portanto, é por este indicador que se deve começar a análise.

      o SM deve ser indexado ao que determina a Lei do SM. ou seja: a cesta de mercadorias relacionada na lei. o DIEESE faz isto todo mês. compara o SM nominal com o necessário. este foi o parâmetro utilizado na tabela acima.

      consulte o site do DIEESE. lá está tudo explicado.

      por este parâmetro (não sujeito as distorções) a dura e lamentável conclusão é que não houve nenhuma “recuperação estrutural” do SM sob o Lulismo. ao contrário, a recomposição do SM foi menos pior com FHC do que com Lula/Dilma!

      e assim é com cada uma das estatísticas apresentadas por esta tabela padrão que vc postou.

      não adianta querer encaixotar à força a realidade em nossos desejos. é preciso fazer de nossos desejos a força que nos impele a transformar a realidade.

      .

      • Gostaria muito de concordar

        Gostaria muito de concordar com vc amigo, mas os dados estatísticos, bem como os dois periodos dos quais testemunhei, não me permitem concordar com sua análise

        Salário Miniml de 1940 a 2017

        http://www.portalbrasil.net/salariominimo.htm

        Segundo Dieese, governos Lula e Dilma Rousseff promoveram aumento real e substancial do salário mínimo e do poder de compra da cesta básica nos últimos dez anos

        http://www.revistaforum.com.br/2013/12/19/o-salario-minimo-e-o-poder-de-compra-de-fhc-a-dilma-rousseff/

        INFOGRÁFICOS DEMONSTRAM QUE OS GOLPISTAS TOMARAM DE ASSALTO UM PAÍS EQUILIBRADO ECONOMICAMENTE

        https://gustavohorta.wordpress.com/2016/06/28/a-sacanagem-prossegue-infograficos-demonstram-que-os-golpistas-tomaram-de-assalto-um-pais-equilibrado-economicamente/

        • os Brasis: um glossário

          de nada adianta postar e repostar dados sem sequer compreender minimamente as estatísticas que se está divulgando.

          última chance:

          coluna SM -> SM nominal.

          coluna DIEESE -> SM necessário, cfe. a Lei (cesta básica definida pela Lei do SM e não cesta básica de supermercado).

          1. “O SM vinha num crescendo desde Lula, continuando sob Dilma” -> VERDADE, cfe. tabela acima, coluna %;

          2. “Salário mínimo atinge maior poder de compra em 2016, desde 1994” -> VERDADE, conforme tabela acima, coluna %;

          3. ainda assim, a recomposição do SM foi menos pior com FHC do que com Lula/Dilma! -> VERDADE, cfe. tabela acima, coluna delta.

          AINDA ASSIM: EM 01/2016 O SM ERA APENAS 23% DO QUE DETERMINA A LEI! NO MÍNIMO, VEXATÓRIO QUE TAL SITUAÇÃO SEJA FESTEJADA COMO “CONQUISTA”.

          assim se tem o quadro completo, e não meias verdades. isto não é difícil de entender, menos ainda de aceitar. o que é difícil é se livrar dos antolhos do fanatismo político.

          .

          • Como já comentei

            Como já comentei anteriormente, o que pesa mesmo como sinais de uma economia saudável são: combate à desigualdade, aumento do PIB e pleno emprego, e isso exisitiu sob o “lulismo” até o momento em que o pais não foi tomado de assalto pelo campo conservador. 

          • Aos números: p/ quem viveu os dois periodos, FHC é indefensável

            Aos números: p/ quem viveu os dois periodos, FHC é indefensável

            Evolução do Salário Mínimo no Brasil entre os anos 1995-2012. Fonte: IBGE (Inflação IPCA), DIEESE (Cesta Básica), Revista Exame (PIB).

            Observando a tabela é possível perceber que durante o governo FHC, nos anos de 1999 e 2002, se descontarmos a inflação do período, o Salário Mínimo não só não aumentou, como perdeu seu valor: –4,32% e –1,42% respectivamente. Fato que não se repetiria durante os oito anos de governo Lula, e nem nos dois primeiros anos do governo Dilma.

            Outra análise possível é observar que no ano em que Fernando Henrique Cardoso assume seu mandato (1995), o Salário Mínimo valia R$ 100,00 e, no ano de sua saída (2002), o mesmo valia R$200,00, o que demonstra um crescimento de 100% no período, sendo que desse aumento, se descontarmos a inflação dos oito anos, averiguamos um aumento real de 21,89% no Salário. Por sua vez, Lula assume o mandato em 2003 com o Salário Mínimo valendo os R$ 200,00 deixados por FHC. No ano de sua saída (2010), o mesmo salário valia R$ 510,00, caracterizando portanto um aumento de 155% em relação ao valor do início de seu mandato, e 53,6% de aumento real, descontando-se a inflação. Já nos dois primeiros anos do mandato de Dilma Rousseff, o Salário Mínimo passou de R$510,00, deixado pelo governo Lula, para R$622,00 no ano de 2012, o que representou um aumento de 22% em dois anos de governo, dos quais 8,61% de aumento real.

            Se compararmos o valor do Salário Mínimo em relação a cesta básica, por exemplo, veremos que durante o governo FHC, um Salário Mínimo comprava 1,15 cesta básica no primeiro ano de seu governo (1995) e 1,54 no último ano (2002), o que caracterizou um aumento de 34,37% de aumento do poder de compra do trabalhador em relação a cesta básica. Durante o governo de Lula, um Salário Mínimo comprava 1,47 cesta básica no primeiro ano (2003), e 2,27 cestas no último ano de seu governo (2010), aumento de 53,73% no poder de compra em relação a cesta básica. Já no governo de Dilma, nesses dois primeiros anos observa-se uma pequena retração em relação ao período Lula, sendo que um Salário Mínimo comprava 2,09 cestas básicas no primeiro ano (2011) e 2,18 cestas no segundo ano (2012), como demonstra a tabela ao lado.

            Além disso, durante os oito anos do governo FHC, o Salário Mínimo teve um crescimento real pouco superior ao crescimento do PIB brasileiro no período. A soma dos índices mostram que houve 21,89% de aumento real do Salário Mínimo, enquanto o PIB cresceu 18,4% (diferença de 3,49%). Já durante os oito anos do governo Lula, o Salário Mínimo tem um aumento de 53,60%, enquanto o PIB no mesmo período cresceu 32,5% (diferença de 21,1%). Como não poderia deixar de ser, Dilma segue o caminho traçado por Lula, sendo que nos dois primeiros anos de seu governo o Salário Mínimo teve um aumento real de 8,61%, enquanto o PIB no período cresceu 3,7% (diferença de 4,91% pró Salário Mínimo), conforme demonstra o gráfico abaixo.

            Gráfico comparando o crescimento do Salário Mínimo em relação ao PIB durante os governos FHC, Lula e Dilma – por José Rogério Beier. *Os números do governo Dilma são relativo apenas aos dois primeiros anos de seu mandato (2011-2012).

            A comparação realizada no gráfico acima, permite perceber que durante o governo Lula, o Salário Mínimo, além de ter um significativo aumento real em seu valor (53,60%), também teve um crescimento relevante em relação ao PIB brasileiro (32,5%). Tal observação demonstra cabalmente o modo pelo qual o governo de Lula conseguiu içar da linha da miséria dezenas de milhões de brasileiros. Além disso, o gráfico também demonstra uma melhor distribuição de renda no Brasil durante o governo Lula e a continuação dessa política no governo Dilma (que em apenas dois anos de governo, já fez com que o Salário Mínimo crescesse 4,9% a mais do que o PIB do período. Marca superior aos oito anos da gestão FHC).

            Vale ainda observar que, embora alguns setores tenham amargado um encolhimento nesse período, grande número da população, que vive a base do Salário Mínimo, viu seu rendimento crescer substancialmente durante o governo Lula. Em 2009, por exemplo, enquanto o PIB brasileiro amargou uma queda de 0,3% em função da crise que assolou Estados Unidos e Europa, o Salário Mínimo teve um aumento real de 7,74% . Talvez isso ajude a explicar um pouco do ódio que boa parte da classe média nutre contra o Lula e seu partido.

             

            https://umhistoriador.wordpress.com/2013/01/21/historico-do-salario-minimo-brasileiro-revela-diferencas-entre-governo-fhc-e-lula-e-desmentem-historiador-da-decada-perdida/

             

             

  8. Arkxinho, meu caro… vê o meu artigo?? (No. 327 rs)

    SEGUE A VALSA: MORO, JANOT E FACHIN NO “BAILE” DO “ACORDÃO” VOL. 2

    Por Romulus & Núcleo Duro

    Como temos registrado no blog, houve nos últimos dias muitas “piscadelas”, de um lado, e “exibição de músculo”, do outro, entre os diferentes atores do “baile” do acordão possível. E segue a valsa!

    Eis a atualização com os fatos desta semana. Incluindo: TSE, Henrique Alves, denúncia de Temer ao STF pelo PGR e… Forças Armadas (!).

     

    LEIA MAIS »

     

  9. Na última campanha

    Na última campanha presidencial, o Aécio Neve$ disse:

    “Eu conversava com o Armínio Fraga e ele me perguntou: ‘Mas é para [num eventual governo] fazer tudo o que precisa ser feito? No primeiro ano?’. E eu disse: ‘Se der, no primeiro dia. Estou preparado para tomar as decisões necessárias, por mais que elas sejam impopulares'”.

    E, se dependesse do Arminio Fraga, a primeira medida impopular a ser tomada seria a desvalorização dos já desvalorizados salários dos trabalhadores brasileiros. Olha o que o Arminio Fraga achav sobre o salário mínimo:

    “É outro tema que precisa ser discutido. O salário mínimo cresceu muito ao longo dos anos. É uma questão de fazer conta. Mesmo as grandes lideranças sindicais reconhecem que, não apenas o salário mínimo, mas o salário em geral, precisa guardar alguma proporção com a produtividade, sob pena de, em algum momento, engessar o mercado de trabalho.”

    Nas gestões petistas, o salário mínimo teve um elevação percentual inferior à elevação ocorrida nas gestões tucanas, mas sobre uma base salarial maior.

  10. os Brasis: um glossário

    galera, o que é isto?! vcs parecem o Moro, só pensam em Lula, Lula, Lula…

    o glossário aborda os seguinte tópicos:

    – crise;

    – crise de 2008;

    – Das Kapital;

    – Tirania Financeira Global;

    – Império do Caos;

    – USA Incorporation;

    – Guerra sem Fim;

    – Lava Jato & Associados;

    – Brasis;

    – BrazilPar;

    – São Paulo Ltda.;

    – Ex-querda;

    – Lulismo;

    – Lulinha Paz e Amor;

    – Golpeachment;

    – Anglo-SioNazi;

    – BrasiNazi;

    – Millenium;

    – Guerra de Mundos;

    – Os Seres da Terra.

    refere-se também a temas tão diversos, embora relacionados, quanto Big Data, nanotecnologia, BRICS, fake news, Sionismo, Estratégias de Redução Populacional, Antropozóico, etc…

    e só as críticas ao Lulismo é que chamam a atenção?!

    tem algo de muito errado com vcs! foi assim que um golpe mais do que anunciado, desde o Mensalão e a Crise de 2008, se tornou inevitável..

    .

  11. Deixa a moçada discutir o que quiser, Arkx

    Arkx, eu não sei se você vê uma relação de causalidade entre o padrão ouro/dólar e os ‘anos dourados’ com intensa industrialização, inovações tecnológicas, Guerra Fria e Welfare State e o padrão Dólar, no qual prevalece a financeirização, a revolução digital, a globalização e o “Estado mínimo”. Você esqueceu de mencionar nesse último caso, a guerra global contra os pobres, não necessariamente contra países, mas contra pobres de todos os países. Caso seja isto, acho que isso é um equívoco, pois o padrão ouro/dólar e os ‘aos dourados’ etc são efeitos da fase industrial e, portanto, produtiva do capital, e o padrão dólar sem lastro, a financeirização, a revolução digital, etc são efeitos da fase especulativa/improdutiva do capital.

    Eles são efeitos conjuntos da fase produtiva e da fase improdutiva do capital.

    Não sei se é isso o que você quis dizer, mas acho que tá meio ambíguo.

    • os Brasis: um glossário

      Rui Ribeiro,

      -> Deixa a moçada discutir o que quiser

      um dos mais malditos legados do Lulismo foi que para grande parte de seus seguidores se perdeu completamente a capacidade do debate político. o que é ainda mais grave devido ao efeito bolha das redes sociais, criando ambientes fechados nos quais só existem monólogos.

      -> uma relação de causalidade entre o padrão ouro/dólar e os ‘anos dourados’ com intensa industrialização, inovações tecnológicas, Guerra Fria e Welfare State e o padrão Dólar, no qual prevalece a financeirização, a revolução digital, a globalização e o “Estado mínimo”.

      não estou propondo causalidade, apenas descrevendo características. mas é uma boa questão! os padrões monetários (Ouro, Dólar/Ouro, Dólar) são determinados ou determinantes em relação aos estágios do Capitalismo?

      -> Caso seja isto, acho que isso é um equívoco, pois o padrão ouro/dólar e os ‘aos dourados’ etc são efeitos da fase industrial e, portanto, produtiva do capital, e o padrão dólar sem lastro, a financeirização, a revolução digital, etc são efeitos da fase especulativa/improdutiva do capital.

      concordo contigo. são determinados. são efeitos.

      mas, e agora? qual a fase atual de um Capitalismo incapaz de superar a Crise de 2008?

      abraços

      .

  12. O que conta na economia: PIB, Emprego e Combate a Desigualdade

    No final do video, uma boa explicação de Leonardo Stoppa, mestrando em economia na Inglaterra, sobre o que interessa ao pais do ponto de vista da economia, isso com base em estudos e pesquisas de economistas no mundo inteiro: PIB, combate ao desemprego e à desigualdade social. Exatamente por isso Lula é citado como exemplo por acadêmicos e economistas mundo afora como exemplo de sucesso, para desgosto da ex-exx-ex-querrda…

    PIB: cresceu com o “lulismo”

    Emprego: cresceu com  o “lulismo”

    Adoção de politicas de inclusão e combate a desigualdade social: cresceu com o “lulismo”

    Leonardo Stoppa, mestrando em economia, sobre o que realmente é importante: tá no final do video,..,..mas assista a todo o video para você ter uma dimensão correta acerca do “lulismo”

    http://www.ocafezinho.com/2017/06/07/jorge-solla-lava-jato-americana-foi-resolvida-em-15-dias-sem-nenhuma-demissao/

     

     

     

  13. Como já comentei

    Como já comentei anteriormente, o que pesa mesmo como sinais de uma economia saudável são: combate à desigualdade, aumento do PIB e pleno emprego, e isso exisitiu sob o “lulismo” até o momento em que o pais não foi tomado de assalto pelo campo conservador. 

  14. os Brasis: um glossário

    Rui Ribeiro,

    -> Deixa a moçada discutir o que quiser

    um dos mais malditos legados do Lulismo foi que para grande parte de seus seguidores se perdeu completamente a capacidade do debate político. o que é ainda mais grave devido ao efeito bolha das redes sociais, criando ambientes fechados nos quais só existem monólogos.

    -> uma relação de causalidade entre o padrão ouro/dólar e os ‘anos dourados’ com intensa industrialização, inovações tecnológicas, Guerra Fria e Welfare State e o padrão Dólar, no qual prevalece a financeirização, a revolução digital, a globalização e o “Estado mínimo”.

    não estou propondo causalidade, apenas descrevendo características. mas é uma boa questão! os padrões monetários (Ouro, Dólar/Ouro, Dólar) são determinados ou determinantes em relação aos estágios do Capitalismo?

    -> Caso seja isto, acho que isso é um equívoco, pois o padrão ouro/dólar e os ‘aos dourados’ etc são efeitos da fase industrial e, portanto, produtiva do capital, e o padrão dólar sem lastro, a financeirização, a revolução digital, etc são efeitos da fase especulativa/improdutiva do capital.

    concordo contigo. são determinados. são efeitos.

    mas, e agora? qual a fase atual de um Capitalismo incapaz de superar a Crise de 2008?

    abraços

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    • A circulação da riqueza através dos tempos

      Inicialmente, a circulação da riqueza se deu através do escambo, mercadoria trocada por mercadoria, sendo essa troca regida pelo tempo de trabalho gasto na produção da mercadoria. Se um caçador levasse em média 3 dias para abater um bisão, por exemplo, e outro caçador levasse em média um dia para abater um cervo, a troca entre o caçador de bisão e o caçador de servos seria na razão de 1 para 5. Nessa fase não havia dinheiro, as mercadorias eram trocadas diretamente por mercadorias. Na teoria marxista, essa o escambo seria esquematizado como M-M (Mercadoria-mercadoria).

      O escambo foi sucedido pela intermediação do dinheiro na circulação da riqueza. Você tinha uma mercadoria, vendia-a a fim de comprar, com o dinheiro da venda, outra mercadoria. Marx esquematizaria essa circulação de riqueza como M-D-M (Mercadoria-dinheiro-mercadoria).

      Esses dois tipos de circulação da riqueza prevaleceram nos modos de produção pré-capitalistas.

      Com o advento do capitalismo, a mercadoria passou a intermediar a acumulação do capital. Nessa primeira fase do capitalismo, teríamos D-M-D’. O capitalista tinha dinheiro, comprava mercadoria com esse dinheiro a fim de conseguir mais dinheiro do que o dinheiro inicial investido com a venda dessa mercadoria. É a compra para a venda. Nessa fase, a produção deixou de ter como última função a satisfação das necessidades dos produtores, substituindo-a pela obtenção de lucro. D-M-D’ é a fórmula universal do capital.

      Marx constatou que ‘all nations with a capitalist mode of production are therefore seized periodically by a feverish attempt to make money without the intervention of the process of production’. Na Teoria Marxista, a circulação da riqueza nesses períodos seria esquematizada como D-D’, isto é, o capital se valorizaria por si mesmo, sem a intermediação da produção. Seria a fase especulativa do capital, já que a taxa de lucro da produção seria muito baixa. O Joesley faturou uma fortuna há poucos dias sem sequer enfiar um prego numa barra de sabão, apenas comprando dólares a uma baixa cotação e vendendo a uma cotação maior.

      Mas o capitalismo não vive só de especulação. Num determinado momento ele deve priorizar a produção, porque ninguém come dinheiro, pois dinheiro não é riqueza, ele apenas representa a riqueza e intermedia sua circulação.

      Quanto à superação da crise capitalista de superprodução desencadeada em 2008, você sabe que as crises de superprodução são superadas com a destruição massiva de forças produtivas, de forma a fazer as forças produtivas recuarem e, portanto, se compatibilizarem com as relações de propriedade burguesas, o que faz com que a taxa de lucro volte a se elevar, em razão do recuo da composição orgânica do capital. Com o poder de destruição atual ocasionado pelas armas de destruição em massa, uma guerra suficiente para destruir uma parte considerável das forças produtivas e, portanto, superar a crise pioraria o problema, em vez de solucioná-lo. As outras duas formas de superar a crise seriam através da conquista de novos mercados, o que não é mais possível, pois os únicos países que ainda resistem à integração ao mercado são a Coréia do Norte e Cuba, ou a intensificação da exploração dos velhos mercados, os quais já estão intensamente explorados.

      A crise não pode mais ser superada nos marcos do capitalismo, mesmo que os capitalistas escravizem ainda mais a classe trabalhadora, como eles estão tentando fazer aqui no Brasil com as reformas da previdência e trabalhista e como fizeram com a PEC do teto dos gastos públicos, com a ajuda da imprensa, do judiciário, do legislativo e do executivo.

      Marx e Engels escreveram:

      “Até gora todas as sociedades se basearam, como vimos, no antagonismo entre as classes opressoras e as oprimidas. Mas para oprimir uma classe é preciso que lhe sejam asseguradas ao menos condições tais que lhe permitam uma existência de escravo. O servo, durante a servidão, conseguia tornar-se membro da comuna, assim como o pequeno burguês, sob o jugo do absolutismo feudal, conseguiu elevar-se à categoria de burguês. O operário moderno, ao contrário, em vez de elevar sua posição com o progresso da indústria, desce cada vez mais abaixo das condições de existência de sua própria classe. Cai no pauperismo que cresce ainda mais rapidamente do que a população e a riqueza. Torna-se, então, evidente que a burguesia é incapaz de continuar sendo a classe dominante da sociedade, impondo como lei suprema suas próprias condições de existência. É incapaz de exercer seu domínio porque não pode mais assegurar a existência de seu escravo em sua escravidão, porque é obrigada a deixá-lo cair num estado tal que deve nutrí-lo em lugar de se fazer nutrir por ele. A sociedade não pode mais existir sob o domínio da burguesia, em outras palavras, a sua existência doravante é incompatível com a sociedade”.

      Você ainda aposta no capitalismo e na dominação burguesa?

      • os Brasis: um glossário

        -> O Joesley faturou uma fortuna há poucos dias sem sequer enfiar um prego numa barra de sabão, apenas comprando dólares a uma baixa cotação e vendendo a uma cotação maior.

        e não apenas ele, todos os demais da cleptocracia vivem do overnight. o coração das trevas da financeirização do Brasil dorme nas operações compromissadas do mercado com o BC. o velho e mau overnight.

        em abril de 2017: “As operações overnight corresponderam a 98,2% do total das operações compromissadas, com médias diárias de R$1,0 trilhão e de 6.282 operações.”

        -> as crises de superprodução são superadas com a destruição massiva de forças produtivas,

        concordo com suas 3 opções:

        – emprego de WMD: destruição completa e aniquilamento global;

        – novos mercados: já na década de 80, Guattari foi dos primeiros a cunhar o termo Capitalismo Mundial e Integrado, dada a completa colonização do planeta;

        – recolonizar os antigos mercados: já esgotados.

        -> A crise não pode mais ser superada nos marcos do capitalismo

        -> A sociedade não pode mais existir sob o domínio da burguesia, em outras palavras, a sua existência doravante é incompatível com a sociedade

        esta é a questão. acabou-se. nenhuma 4ª Revolução Industrial dará conta de regenerar um Capitalismo em insuperável crise estrutural.

        então, entre o pessimismo da razão e o otimismo da vontade, sejamos “realistas”: marchamos inexoravelmente em direção à barbárie?

        ou ainda pior: já está em curso um definitivo evento de extinção em massa?

        abraços, enquanto ainda existem braços…

        .

      • Dinheiro sem substrato material-metálico

        A financeirização da economia (D-D’) pressupõe que o dinheiro perde o seu substrato metálico, podendo os bancos multiplicar a moeda em circulação sem que essa multiplicação fique vinculada à quantidade de ouro guardado no banco. A fim de que o dinheiro se valorize sem a intermediação do processo de produção, isto é, sem a intermediação da riqueza material/mercadoria (D-M-D’) ele próprio deixa de ser dinheiro mercadoria.

        • os Brasis: um glossário

          -> A financeirização da economia (D-D’) pressupõe que o dinheiro perde o seu substrato metálico, podendo os bancos multiplicar a moeda em circulação sem que essa multiplicação fique vinculada à quantidade de ouro guardado no banco.

          só que o Capital não se reproduz por ele próprio. então como se realiza a mágica?

          a cada dia giram no overnight cerca de R$ 1 trilhão, remunerados pela SELIC (em 05/2017 a 2ª maior taxa de juros reais do mundo, 4.30%,  superada apenas pela Rússia, 4.57%). esta remuneração vem de uma carga tributária regressiva, mas ainda assim insuficiente para cobrir tamanha rentabilidade. o que acaba aumentando a (mal) chamada “Dívida Pública”, que nada mais é do que fazer com que o conjunto da sociedade seja continuamente penalizado pelo rentismo.a “dívida” é uma forma atualizada da acumulação primitiva: roubo, expropriação, saque, rapina.

          é assim que ocorre a mágica perversa: D-D’. sem quebrar esta maldição não haverá qualquer saída da atual crise econômica brasileira.

          .

  15. os Brasis: um glossário

    UM DESAFIO A jose carlos lima E andre rs t

    SABENDO-SE

    que a Lei do Salário Mínimo determina não um valor e sim que o SM recebido pelo trabalhador seja “capaz de atender a suas necessidades vitais básicas e às de sua família com moradia, alimentação, educação, saúde, lazer, vestuário, higiene, transporte e previdência social”

    CONSIDERANDO-SE

    que o DIEESE calcula mensalmente o SM necessário para atender as exigências da Lei

    VERIFICA-SE

    que a recomposição do SM foi menos pior em 8 anos de FHC do que em 13 anos com Lula/Dilma, sendo o SM em 01/2016 APENAS 23% DO QUE DETERMINA A LEI (cfe. tabela abaixo)

    PERGUNTA-SE

    qual exatamente a discordância acerca desta conclusão? e quais os dados que fundamentam a discordância?

    PROPÕE-SE

    calcular a relação entre SM Nominal e SM Necessário (cfe. a Lei) entre 01/2016 e 01/2017.

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