Popularidade de Bolsonaro volta a cair depois de 4 meses em alta

A desaprovação hoje é maior entre a população mais vulnerável, que mais sofre os efeitos da crise econômica

Zak Bennett — AFP / Getty Images

Jornal GGN – Depois de ver a popularidade aumentar por quatro vezes consecutivas, Jair Bolsonaro volta a ter mais rejeição do que aprovação a seu governo. É o que mostra pesquisa realizada pelo Idea a pedido da revista Exame em setembro.

Segundo os resultados, 42% da população avaliam mal Bolsonaro enquanto 35% o aprovam. “É o nível mais baixo de aprovação desde o pico da pandemia, em março e abril”, aponta a Exame.

No começo de setembro , a popularidade de Bolsonaro chegou ao maior nível desde fevereiro, com 40% de aprovação, no rebote do pagamento do auxílio emergencial. A margem de erro da pesquisa é de três pontos percentuais, para mais ou para menos.

Segundo Exame, a desaprovação hoje é maior entre a população mais vulnerável, que mais sofre os efeitos da crise econômica. “No grupo dos mais decepcionados com o presidente estão aqueles que não conseguiram completar o ensino fundamental (41%) e ganham até um salário mínimo (54%).”

Já entre os que aprovam o governo, a maioria é formada por gente com renda superior a cinco salários mínimos (49%), ensino superior (40%) e da região centro-oeste (42%).

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3 comentários

  1. O sujeitinho é tão ilustrado que pediu para trocar o médico responsável por sua intervenção cirúrgica, já que o referido profissional discorda de de algumas idéias do Mito. Tal fato ocorreu no Hospital Albert Einstein, hospitalzinho de quinta categoria, yes…
    A gigantesca dificuldade para conviver com o contraditório, até mesmo numa situação completamente ridícula como esta, deixa à vista o também gigantesco desequilíbrio emocional do cidadão.

  2. Essa história de sucessivas cirurgias, tantas que já perdi a conta, deveria ser melhor investigada. Sem descartar a possibilidade de serem fruto de tanta praga rogada, é muito estranho.
    Desde que foi esfaqueado eu desconfio. Que raios de segurança tem esse homem que permite alguém chegar tão perto a ponto de ter a oportunidade de lhe enfiar a peixeira do bucho? Quem é Adélio Bispo? Além de se saber que é lelé-da-cuca, pouco mais, nada. É o (quase) assassino de um candidato presidencial e depois presidente menos investigado da história. Talvez pela frustração causada em muitos pelo seu fracasso? Ou será que é por não haver interesse em investigá-lo.
    Além da inépcia pública e notória da segurança pessoal do (quase) de cujus – mais rápida em proteger o perpetrador que o protegido a priori – resta saber como consentiram em expor o então candidato – cuja plataforma de campanha acirrava discórdia e promovia violência – a tamanha quebra das regras mais elementares de proteção pessoal? Indo desde a permitir que se colocasse em meio a uma multidão de desconhecidos até, ao o fazer, permitir que o fizesse sem um colete protetor decente?
    Por que logo após a cirurgia permitiu-se que se deslocasse para outro hospital, em local distante, sujeitando o paciente aos riscos da viagem, deslocamento e aos riscos decorrentes? Pelo que se sabe o hospital em Juiz de Fora é altamente capacitado.
    Dezenas de outras perguntas sem resposta permanecem e, assim criam dúvidas sobre a facada – elemento decisivo no resultado da eleição conforme reconhecido pelo próprio Bolsonaro. Seria um golpe publicitário? Seria uma maneira de esconder que o candidato sofria de uma doença grave que exigiu cirurgia? Seria a combinação dessas hispóteses? Ou de fato houve o atentado e, num prenúncio do que viria a ser seu governo, o aftermath transformou-se em uma verdadeira zona?
    Se alguém tiver as respostas que as apresente.

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