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Banco do Brasil tem lucro líquido recorde nominal em 2012

Da Assessoria de Imprensa BB

BB tem lucro líquido recorde nominal de R$ 12,2 bilhões em 2012

Crédito cresce 25% no ano e atinge participação de mercado histórica de 20,4%

O Banco do Brasil registrou lucro líquido de R$ 12,2 bilhões em 2012, o que corresponde a  retorno anualizado sobre o patrimônio líquido médio (RSPL) de 19,8%. O lucro líquido sem Previ em 2012 foi de R$ 11,4 bilhões, aumento de 10,2% em relação a 2011, marca recorde.

No quarto trimestre o lucro líquido foi de R$ 4,0 bilhões, alta de 45,5% em relação ao trimestre anterior com RSPL de 27,0%. Desconsiderando a Previ, o lucro líquido no período ficou em R$ 3,8 bilhões.

A remuneração aos acionistas no exercício somou R$ 4,9 bilhões, equivalente a 40% do lucro líquido (payout), sendo R$ 3,3 bilhões na forma de juros sobre capital próprio (JCP) e R$ 1,6 bilhão em dividendos.

BB mantém crescimento em ativos após atingir marca histórica

O Banco do Brasil, primeiro banco brasileiro a atingir marca de R$ 1,0 trilhão em ativos, manteve sua trajetória de crescimento no ano, alcançando ao final de 2012 o valor de R$ 1,15 trilhão, evolução de 17,2% em relação a 2011 e de 4,2% em relação ao final do 3T12. A expansão da carteira de crédito foi o principal fator para o crescimento durante o ano.

Carteira de crédito atinge R$ 581 bilhões
A carteira de crédito ampliada, que inclui TVM Privados e garantias prestadas, atingiu R$ 581 bilhões em dez/2012, crescimento de 9,1% em relação ao trimestre anterior e 24,9% em 12 meses. Destaque para carteira PJ, com crescimento de 30,3% em 12 meses. O BB encerrou o ano mais uma vez como líder em crédito no Sistema Financeiro Nacional, atingindo patamar histórico de 20,4% de participação de mercado, contra 19,2% em dez/11.


Inadimplência em queda
Ao final de 2012 os índices de inadimplência do BB se mantiveram menores do que os observados no SFN. O índice de operações vencidas há mais de 90 dias ficou em 2,05% da carteira de crédito, abaixo dos 2,19% registrados em set/2012 e 2,16% em dez/2011. No mesmo período, o SFN registrou aumento no seu índice, de 3,60% em dez/2011 para 3,64% em dez/2012. As operações classificadas na faixa de risco AA-C representaram 94,5% do total da carteira ao final de dez/2012, contra 92,4% observados no SFN. O nível de cobertura da carteira de crédito, que demonstra a provisão existente sobre operações vencidas há mais de 90 dias, encerrou dezembro em 196,5%.

Desembolso para investimento atinge R$ 42,8 bilhões
Em 2012, o BB consolidou sua posição como um dos mais importantes agentes financiadores do crédito para investimento no País. No ano, foram analisados grandes projetos em áreas como Energia, Petróleo, Infraestrutura Rodoviária e Setor Naval, onde R$ 47,5 bilhões já foram contratados ou estão em fase de contratação.

O desembolso de crédito para investimento atingiu no ano o montante de R$ 42,8 bilhões (crescimento de 27% em relação a 2011), com destaque para as linhas de repasse de recursos do BNDES, Pronaf, Investimento Agropecuário, FCO e PROGER. Nas linhas de repasse do BNDES, desde 2008 o BB é o agente financeiro líder no repasse global de recursos. Em 2012, o Banco do Brasil atingiu participação de mercado de 28,6%, com a realização de 572 mil operações. Destaca-se também a liderança absoluta do BB no cartão BNDES, com desembolso de R$ 6,9 bilhões, equivalente a 72% do total da linha no BNDES.

BOMPRATODOS incrementa negócios do Banco do Brasil
No ano de 2012 o Banco do Brasil estabeleceu uma nova forma de se relacionar com seus clientes. Ao lançar o BOMPRATODOS em abril, o BB iniciou um movimento que estimulou a mudança de comportamento do consumidor ao tomar crédito de forma consciente com taxas melhores, além de registrar incremento substancial no volume de negócios. O sucesso das medidas BOMPRATODOS tem permitido ao Banco do Brasil ampliar as melhorias nas condições negociais, proporcionando perenidade e sustentabilidade no relacionamento com seus clientes PF e PJ.

Carteira de Crédito PF cresce 26% no ano
A Carteira de Crédito PF Orgânica, que corresponde à carteira de crédito classificada do Banco do Brasil excluindo-se as operações provenientes do Banco Votorantim e de carteiras adquiridas, finalizou o ano com saldo de R$ 115,6 bilhões, crescimento de 7,1% no trimestre e de 25,9% sobre o mesmo período do ano anterior. Desse total, 74,1% estão concentrados nas linhas de crédito de menor risco (Crédito Consignado, CDC Salário, Financiamento de Veículos e Crédito Imobiliário). Destaques para as carteiras de Financiamento de Veículos e de Crédito Consignado, com crescimentos nos últimos 12 meses de 134,9% e 20,4% respectivamente.

Crédito imobiliário atinge R$ 12,9 bilhões

O crédito imobiliário (PF e PJ), segmento em que o BB começou a operar em 2008, finalizou o ano com saldo de R$ 12,9 bilhões, expansão de 68,5% em 12 meses. O volume contratado no 4º trimestre de 2012 atingiu R$ 3,1 bilhões, 89% a mais do que o observado no mesmo período de 2011. O volume de negócios com pessoas físicas no trimestre chegou a R$ 1,9 bilhão e de pessoas jurídicas a R$ 1,2 bilhão. A carteira PF se destaca mais uma vez, com crescimento de 69,0% em um ano, finalizando 2012 com saldo de R$ 10,2 bilhões. Ao todo, foram contratadas 12.144 operações no último trimestre, com crescimento de 59,1% sobre o trimestre anterior.


O BB também superou a meta estabelecida do Programa Minha Casa Minha Vida para 2012, ultrapassando 114 mil unidades habitacionais contratadas nas faixas 1, 2 e 3. Os primeiros projetos da faixa 1 (renda familiar mensal até R$ 1.600,00) foram iniciados em junho e o banco já conta com 50.349 unidades habitacionais contratadas, em empreendimentos localizados em 17 Estados brasileiros.

Crédito PJ mantém crescimento
O BB registrou crescimento de 30,3% em 12 meses na carteira de crédito PJ, apresentando saldo de R$ 273,8 bilhões ao final de 2012. Destaque para as operações de capital de giro, que apresentaram crescimento de 39,7% em 12 meses e de 17,3% em relação ao trimestre anterior, influenciado pelo grande volume de contratações de empresas do segmento corporate e large corporate. As operações com MPE finalizaram o ano com crescimento de 30,7% em relação ao mesmo período de 2011 e as Médias e Grandes empresas apresentaram alta de 30,1% em 2012.

Carteira de Agronegócios alcança a marca de R$ 108 bilhões
O Banco do Brasil encerrou o ano alcançando a marca de R$ 108,0 bilhões em sua carteira de agronegócios, valor 20,8% maior do que o registrado em 2011 e 9,8% em relação ao trimestre anterior, proporcionando 62,5% de participação no Sistema Nacional de Crédito Rural. Destaques para o Pronaf, que finalizou o ano com saldo de R$ 24,2 bilhões, crescimento de 20,7% em 12 meses e o Pronamp, que apresentou crescimento de 66,1% em relação a dez/11. O Programa Agricultura de Baixo Carbono (ABC) já teve R$ 1,6 bilhão contratado na safra 2012/2013, o que corresponde a cerca de 88% dos valores contratados no Sistema Nacional de Crédito Rural (SNCR).

Mais um ano como líder no Comércio Exterior
O Banco do Brasil, principal parceiro do comércio exterior brasileiro, finalizou mais um ano como líder no mercado de câmbio de exportação e importação. No câmbio de exportação o volume contratado no 4T12 foi de US$ 13,3 bilhões, com participação de mercado de 26,2%. No câmbio de importação o volume contratado foi de US$ 13,2 bilhões, alta de 18% em relação ao mesmo período do ano anterior e de 9,4% em relação ao trimestre anterior, finalizando o ano com 23,1% de participação de mercado. As operações de ACC/ACE encerraram o ano com participação de mercado de 32,1%. O BB consolidou em 2012 sua liderança no ranking mensal dos repasses do BNDES Exim, com participação de 27,9% (R$ 1,8 bilhão).

Captações Comerciais atingem R$ 516 bilhões
O saldo de depósitos totais finalizou 2012 em R$ 472 bilhões, montante 6,7% superior ao registrado em 2011. O BB, com sua base de mais de 58,5 milhões de clientes e 64.192 pontos de atendimento, manteve a liderança no Sistema Financeiro Nacional. O Banco registrou no ano     R$ 516 bilhões em Captações Comerciais (que incluem Depósitos Totais, LCA, LCI e Operações Compromissadas com Títulos Privados), apresentando evolução de 14,5% em relação a dez/2011. As captações em Letras de Crédito do Agronegócio finalizaram 2012 com saldo de R$ 34 bilhões, crescimento de 358,2% em 12 meses e 49,1% em relação ao último trimestre.

Maior captação externa já realizada
Em jan/2013, o BB concluiu a maior captação já realizada pela instituição no mercado externo de capitais. Trata-se de emissão de dívida perpétua subordinada no montante de US$ 2,0 bilhões, nos mesmos moldes das transações realizadas no primeiro trimestre de 2012. Em 2012, o Banco do Brasil recebeu três premiações internacionais pela realização de captações nestes moldes, sendo o "Deal of the Year" na modalidade de Financing Innovation, pela Latin Finance, "Latin American Bond of the Year", pela IFR e FIG Capital Raising, pela The Banker.

Líder em administração de recursos de terceiros
Líder no ranking Anbima desde 1994, com participação de mercado de 20,0%, a BB DTVM atingiu o volume de R$ 444 bilhões em recursos administrados, crescimento de 6,8% em relação a dezembro de 2011. Considerando os 50% dos recursos administrados pela Votorantim Asset Management – VAM, o BB administra R$ 461 bilhões, equivalentes a 20,7% do mercado.

Liderança em Mercado de Capitais
O Banco do Brasil obteve em 12 meses variação de 29,9% em suas receitas com Mercado de Capitais, proporcionando ao final de dez/2012 a liderança no Ranking Anbima em quantidade de operações de Renda Fixa no Curto Prazo e de Renda Variável. No mesmo Ranking, o BB passou do 9º lugar em dez/2011 em volume de operações de Renda Variável para o 3º lugar em dez/2012.

Fundo Imobiliário tem demanda mais de 12 vezes superior à oferta
Encerrada em dez/2012, a oferta secundária do Fundo Imobiliário Progressivo II (constituído por 64 imóveis utilizados pelo Banco do Brasil, entre agências e prédios administrativos, para locação ao próprio BB pelo prazo inicial de 10 anos), teve demanda superior a R$ 20 bilhões, finalizando o processo com captação de R$ 1,6 bilhão. Do total de 48.789 investidores, 95,0% eram pessoas físicas.

Faturamento com cartões de crédito mantém ritmo de crescimento
O faturamento com cartões de crédito cresceu 23,0% em 12 meses e 26,4% no 4º trimestre de 2012 em comparação ao mesmo período do ano anterior. Com uma base ativa de 21 milhões de cartões, a evolução do faturamento reflete o consumo impulsionado pelas datas comemorativas e uma maior utilização dos cartões como instrumento de acesso às linhas tradicionais de crédito do Banco. Destaca-se no 4º trimestre a intensa utilização dos cartões como meio de pagamento junto ao segmento empresarial, que resultou em crescimento de 61,4% em relação ao mesmo trimestre de 2011.

Rede Mais Banco do Brasil tem atuação recorde em 2012
A Rede de Correspondentes Mais Banco do Brasil, que inclui o Banco Postal, propiciou em 2012 o acolhimento de mais de 2,3 milhões de propostas de abertura de conta-corrente, 556 mil adesões ao cartão de crédito e R$ 7,446 bilhões de desembolso em crédito, totalizando 1,5 milhão de operações. Comparando com o ano de 2011, foi observado um incremento de 146% em desembolso de crédito. Desse montante, o crédito consignado respondeu por 35% do total.

Índice de Basileia fortalecido
O Banco do Brasil encerrou dezembro de 2012 com Patrimônio de Referência 34,1% superior ao observado no mesmo período do ano anterior, atingindo R$ 107.925 milhões. O Índice de Basileia encerrou o ano em 14,83%. Em janeiro de 2013, o BB realizou emissões de Letras Financeiras Subordinadas no País totalizando R$ 5,2 bilhões e captação externa sob a forma de Instrumento Híbrido de Capital e Dívida no montante de US$ 2,0 bilhões. Caso o total dessas emissões seja autorizado pelo Banco Central a compor o capital do BB, haverá aumento de cerca de 128 bps no seu Índice de Basileia, tendo como base os números publicados em dezembro/2012.

BB atualiza seu Plano de Sustentabilidade – Agenda 21
A partir da consulta aos seus públicos de relacionamento - funcionários, clientes, acionistas, fornecedores, sociedade civil, especialistas e executivos do Banco – o BB atualizou, no final de 2012, o seu Plano de Sustentabilidade, a Agenda 21 Empresarial, para o período 2013-2015. A Agenda 21 tem o intuito de aprimorar, constantemente, os negócios, práticas administrativas e investimentos sociais da Organização, alinhando-os às melhores práticas mundiais e contribuindo para que a Empresa seja referência no tema. A listagem do BB no Índice Dow Jones de Sustentabilidade da Bolsa de Nova Iorque (DJSI), e pela oitava vez consecutiva no Índice de Sustentabilidade Empresarial BM&FBovespa (ISE), são reconhecimentos que evidenciam os avanços do BB nos últimos anos.

Reconhecimentos
No quarto trimestre de 2012, o Banco do Brasil foi eleito o Banco que mais respeita o cliente, de acordo com pesquisa realizada pela Shopper experience, e publicada pela revista Consumidor Moderno. O BB também foi eleito a Instituição que mais agrada aos correntistas, na pesquisa realizada pela CVA Solutions e publicada pela revista Exame. Foi ainda 1º lugar na categoria especial Top Intangíveis Brasil, do Prêmio Intangíveis Brasil 2012, realizado pelo Grupo Padrão e Dom Strategy Partners. O Banco também apareceu em 1º lugar no ranking América Economia Intelligence – Os 250 maiores Bancos da América Latina.

Em 2012, o BB continuou sendo a marca mais lembrada na categoria “Banco”, no prêmio Folha Top of Mind, o que acontece consecutivamente desde a primeira edição do prêmio, em 1992. Foi também o mais lembrado na categoria “Finanças” e, entre instituições financeiras, é o que aparece em primeiro quando o assunto é Copa do Mundo e Olimpíadas. A Instituição também se destacou como 1º lugar na categoria Bancos no prêmio Marcas de Confiança 2012- Ranking Seleções do Reader´s Digest, e 3º lugar no ranking geral.

 








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Triste saber que FHC doou a Vale por míseros 3 bi, mesmo assim grana emprestada(sem precisa pagar) pelo BNDES, e a Vale deve mais de 35 somente em impostos, FHC deveria estar preso por dilapidar o patrimonio nacional

 

 

...spin

 

 

Lula e Dilma herdaram o BB com a nova estruturação organizacional do governo FHC/PSDB, voltada para competir no mercado bancário de igual para igual. Por conta disso, os funcionários do BB ficaram nove anos sem reajustes salariais (até a inflação foi negada, com reajuste zero no período). Com a eleição de Lula, os funcionários imaginaram que a política salarial seria diferente.

Que nada! Todos os anos tiveram greve dos bancários para reajustar os salários. Com Dilma, continua a mesma coisa. Com o PT no governo e a administração do BB indicada pelo Planalto, o sistema se tornou altamente feroz e bárbaro, o que está deixando os bancários doidos e doentes, devidos às pressões pelo cumprimento das metas abusivas e o desrespeito humano. As relações de trabalho estão se deteriorando no ambiente do Banco do Brasil. Ninguém está aguentando mais! Os resultados positivos dos últimos anos foram forjados com o sangue dos funcionários e o dinheiro extorquido dos incautos clientes.

O sistema bancário brasileiro é sarcástico! 

 

O Banco do Brasil está MASSACRANDO OS FUNCIONÁRIOS! vão reduzir o salário de dezenas de milhares de funcionários, além de uma pressão jamais vista, segundo colegas que trabalham no BB.

 

Desde a crise de 2008 e seu agravamento têm ficado mais claro para todos a importância do Banco do Brasil, na condição de banco público, no sentido de contribuir para a sustentação da economia real, aumento do crédito, queda de juros, etc. Nesses tempos em que aumenta a importância dos bancos públicos, o PSDB tem feito um revisionismo do próprio discurso e dito que sua visão de privatização sempre foi moderada e que nunca propuseram a privatização do BB e da Caixa. Não é verdade. Um exemplo basta: numa entrevista para o Boris Casoy o então candidato a alguma coisa José Serra disse que não via sentido o Estado brasileiro ser o dono de bancos que atuavam no varejo e que o máximo que ele concebia, como públicos, seriam o bancos de desenvolvimento como o BNDES. Aliás, irei procurar para ver se esta entrevista está na web. Se alguém encontrar antes, também poderia dispolibilizar aqui, por favor.

 

Oswaldo Alves

  Me sinto constrangido ao defender o lucro do BB. No entanto meu constrangimento se torna menor pois se trata de uma instituição sob controle so Estado (detentor da maior parte do capital que interessa e por conseguinte de sua administração). Instituição sob controle do Estado e instrumento vital que tem sido usado para amenizar a mega crise econômica global sobre o Brasil através da expansão do crédito, que ainda responde por miseráveis 50% do PIB. Interessante notar que a grande mídia, que dia sim e outro também desce a porrada na Petrobrás, calou-se sobre os números do BB, esquecendo que nesta empresa também há um mix de interesses públicos e privados...Ou será que o destaque para o sucesso de empresas sob administração pública é seletiva em nossa imprensa? 

 

 

Combatendo a hipocrisia nacional que alimenta o fascismo.

"sem Previ" quer dizer sem a metade do superávit ocorrido nos últimos anos!
Vergonhosamente retirado sob as bençãos de Planalto e de uma tal Resolução 26.

Superávit produzido, entre outros fatores, devido aos 8 anos de NENHUM reajuste (nem inflação!) no
período do Governo FHC. Houve um "descompasso" entre o que se calculava como necessário para ser pago no futuro e o que de fato está sendo pago hoje aos aposentados e pensionistas.

"é um país abençoado...

onde todo mundo põe a mão!" 

 

Estou vendo gente reclamando do lucro do BB. Queriam o que, prejuízo, pro PIG cair matando Dizendo que empresa pública é ineficiente e bla bla bla? E não se esquecem que o BB e a Cef reduziram as taxas de juros e puxaram os demais bancos.

 

Pô bicho, na moral......prá mim , banco público tinha que dar apenas R$ 1,00 de lucro !!

E desde quando, banco público tem acionista privado que recebe dividendos???   Público não quer dizer, banco do povo???    Me explica aí ô pitonisas !!!!

 

 

"A democracia é o pior sistema de governo do mundo. À exclusão de todos os demais” ...Churchill.

 

Quando um banco lucra tanto, independente de que seja estatal ou não, sejao Itaú ou seja BB, é sinal de que estão comendo o dinheiro dos incautos cidadãos.

 

Lucro lá em cima e várias condenações na justiça, inclusive por cobrar taxas no cartão sem avisar ao cliente. Não gosto do BB, era muito melhor tratada em outros bancos e vou encerrar minha conta em breve. Observação, fiz uma busca para postar o link da referida condenação, mas não foi possível achar; motivo: são inúmeras, centenas de condenações do banco. Uma Vergonha!!!! 

 

Detalhes que impressionam: as receitas com tarifas chegaram a quase 50% da MFB-Margem Financeira Bruta, ou seja, do resultado com a intermediação financeira,e cobrem UMA VEZ E MEIA as despesas com pessoal e equivalem a aproximadamente 75% destas adcionandas as demais despesas administrativas. 

Isso enche não só os olhos, mas os ouvidos, a barriga, tudo o mais, de um autêntico capitalista. Tem coisa melhor que um banco neste país? 

PS: a referência a "sem PREVI" é porque o banco vem aprovisionando como LUCRO desde 2010 metade do superávit estrondoso da PREVI(sobra dos resultados após as devidas provisões atuariais e reservas para contingências) apurado no triênio: 2007/2009. Essa apropriação está sendo contestada na justiça sob o amparo de que o banco não teria esse direito. 

 

Melhor que roubar um banco, só fundar um banco.

 

"Só duas coisas são infinitas, o universo e a estupidez humana, mas não estou seguro sobre o primeiro" Albert Einstein

Isso é para tapar a boca dos ¨videntes¨ do FHC

Re: Banco do Brasil tem lucro líquido recorde nominal em 2012
Re: Banco do Brasil tem lucro líquido recorde nominal em 2012
 

¨Liberdade é a liberdade dos que pensam diferente¨ -- Rosa Luxemburgo

De quando é esse estudo, Edsonmarcom? 

 

   Brasília, 8 de fevereiro de 2000

       Mas ele deve ter sido feito entre 1998-1999.      O tal do FHC iria usar essa peça de ficção para jsutificar a privatização dos bancos federais.     O pessoal e os advogados da PREVI conseguiram que o processo não fosse adiante.     Esse relatório era ¨secreto¨, os advogados pediram para ver mas o goveno negou. Um amigo de Porto Alegre ligou para Brasília, falou com um funcionário e o cara enviou os arquivos por e-mail.      Essa imagem estava escondida, quando abria a página, uma ¨cortina¨ que escondia dados ¨sigilosos¨...

Re: Banco do Brasil tem lucro líquido recorde nominal em 2012
 

¨Liberdade é a liberdade dos que pensam diferente¨ -- Rosa Luxemburgo

Grato, Edson.

Lembro-me bem daqueles idos: o saneamento - necessário, se quisermos ser honestos - serviria para camulflar a privatização do banco, isto é indubitável. Tenho lá minhas dúvidas se o aporte de U$ 8 bilhões feito em 1995 teria sido realizado  se eles soubessem de antemão que esse projeto - privatização - daria com os burros n'água. 

 

http://www.aloysiobiondi.com.br/spip.php?article135

 

“Contra ratos não há argumentos.” (Palmério Dória)

 Sim.

 Para fazerem suas ¨previsões¨, um dos truques dos ¨videntes¨ do FHC foi considerar TODO empréstimo com parcela em atraso como PERDA TOTAL, como se o banco nunca mais recebesse nada do dinheiro emprestado.

 

¨Liberdade é a liberdade dos que pensam diferente¨ -- Rosa Luxemburgo

O engraçado foi ler um comentário de leitor da Folha (ou Falha?) onde ele reclamava que um banco público não deveria dar lucro; restou comentar: se não desse, você diria que o PT está acabando com o BB... Outro também foi divertido: ele jurou que a inadimplência está autíssima, tanto no BB quanto na Caixa, e os papéis podres seriam lavados através de opeação fraudulenta com a participação duma empresa XUZW, ou savingbanking.com.br, sei lá o que. Só faltaram dizer que o BB está falsificando dinheiro.

 

Como funcionário aposentado do BB me alegro com os resultados alcançados, fruto da nunca negada competência desse maior conglomerado financeiro da América Latina. Mesmo porque, parte desse lucro é revertido para a própria sociedade através do imposto de renda e dos dividendos do acionista-mor: a União.

Mas tudo na vida tem um preço. As vezes aceitável, as vezes não. Atrás desses portentosos números tem pessoas, seres humanos; na forma de empregados e de clientes. A eles devem ser devotadas todos os encômios. 

Aliás, para chegar onde chegou(ou aonde vai chegar ainda), muito "sangue" e lágrimas foram derramadas desde 1995, época da, talvez,  maior reestruturação que uma empresa já passou neste país. De um banco com perfil nitidamente estatal, voltado inteiramente para o próprio umbigo, ou seja, virado de costas para o mercado, o BB passou a competir no mesmo pé de igualdade que os demais da banca privada. Até demais, já exageramente, diga-se de passagem.

E esta é a parte triste da história: se sabe que hoje as relações entre o corpo dirigente e os funcionários estão num nível bastante aquém do esperado. São diárias as denúncias por pressões para cumprimento de metas, muitas delas inalcançáveis porque destoante dos mercados-alvos. Basta três períodos avaliados como insuficientes na avaliação dos gestores das agências para estes perderem a comissão. Não só pelos resultados financeiros, mas também pela frustação nas metas dos diversos itens orçamentários(seguros, seguridade, consórcios etc).

Então: parabéns BB. Minhas condolências BB.  

 

 

Ainda bem que eu me aposentei há 11 anos atrás, se aquela época a pressão já era brava de lá para cá só piorou. Agora recebem cobranças de metas via mensagens de celular. Ainda bem que o perfil de idade dos funcionários mudou e hoje tem um grande número de funcionários novos, para os mais antigos é muito difícil se acostumar a essa nova face do Banco do Brasil.

 

"A história da humanidade é a história das lutas de classes". Karl Marx

Isso aí deve ser o "Brasil paralisado" do Aécio Neves...

 

Primeiramente: FORA TEMER! E pra encerrar: FORA TEMER!

Boa noticia!

Mais dimdim pra financiar campanhas e mais cargos para os nossos nobres politicos ... (Digo todos, pois a distribuicao de cargos eh feita para todos os partidos).

E o povo fica discutindo quem faz melhor, quem rouba menos, quem cuida mais de mim sem roubar tanto ... 

 

Sua cara não fica vermelha de vergonha não? De escrever tanta bobagem sem nexo em tão poucas linhas. 

 

Essas notícias estão erradas(!!!!), pois Miriam Leitão afirmou em 04/04/2012:

"Não há almoço grátis. Os lucros do Banco do Brasil vão cair. O acionista receberá menos dividendos, seja ele o Tesouro ou o pequeno aplicador em ações do BB, mas algumas explicações do banco são bem razoáveis." 

Miriam Leitão não erra!!! 

 

E o trouxa que acreditou na Miriam Leitão e vendeu suas ações do BB, como estará se sentindo agora?

 

Primeiramente: FORA TEMER! E pra encerrar: FORA TEMER!

Alguém com mais paciência e tempo do que eu poderia reunir todas as previsões furadas de Miriam Leitão, Sardenberg etc.

Acho que ia dar um livro maior que a enciclopédia.

 

Caixa Econômica também o maior lucro da história.

 

Lucro da Caixa Econômica sobe 17% em 2012, para R$ 6,1 bilhões


Resultado foi impulsionado pela carteira de crédito, que cresceu 42%.
No quarto trimestre, o lucro líquido foi de R$ 1,9 bilhão.

A Caixa Econômica Federal anunciou nesta terça (19) ter registrado, no ano de 2012, lucro líquido acumulado de R$ 6,1 bilhões, alta de 17,1% sobre 2011. Segundo o banco, o resultado foi impulsionado pela sua carteira de crédito, que cresceu 42% no ano e encerrou 2012 com saldo de R$ 353,7 bilhões.

No quarto trimestre, o lucro líquido foi de R$ 1,9 bilhão, alta de 15,6% sobre o mesmo período de 2011.

O total de ativos administrados em dezembro era de R$ 1,3 trilhão. Desse valor, R$ 702,9 bilhões referem-se a ativos próprios, uma alta de 37,8% em relação a dezembro de 2011.

"Tivemos não só o melhor lucro de nossa história, como também conseguimos reduzir os spreads, em alguns casos em mais de 40%, comemorou o presidente da Caixa, Jorge Hereda, lembrando que até então o resultado de 2011 (lucro de R$ 5,2 bilhões) tinha sido o melhor registrado pelo banco.

Segundo ele, o lançamento do programa Caixa Melhor Crédito, em abril de 2012, garantiu não só uma maior participação de mercado como também um lucro maior. "Aumentamos o nosso resultado graças ao esforço de aumentar a base de clientes", disse.

O banco informou que no ano foram abertas 6,8 milhões de novas contas. A base de clientes da Caixa no final de 2012 totalizou 65,2 milhões, uma evolução de 11,4% em relação ao final de 2011.

O índice de inadimplência subiu de 2% no final de 2011 para 2,08 da carteira no final de 2012, patamar considerado "sob controle" pelo banco e abaixo da média do mercado, explicada pela maior concentração do crédito imobiliário, cuja inadimplência terminou o ano de 2012 em 1,2%.

Previsão de crescimento de 35% da carteira em 2013
Para 2013, o presidente da Caixa projeta um crescimento acima de 35% carteira de crédito, praticamente o dobro do previsto para o crescimento médio do mercado.

"Já somos a segunda maior carteira de crédito do mercado. Subimos a nossa participação de 12,3% em 2011 para 15% no final de 2012", destacou Hereda. "Almejamos chegar até o final de 2013 a 18% de market share de crédito no país", acrescentou.

Hereda informou também que a Caixa planeja fazer uma nova emissão de dívida no exterior, que pode ocorrer ainda neste semestre.

Crédito imobiliário bate recorde
A Caixa informou que voltou a bater em 2012 recorde de contratação imobiliária, que atingiu R$ 106,7 bilhões, alta de 33,3% em relação a 2011.

O banco terminou o ano de 2012 com saldo de R$ 205,8 bilhões em sua carteira imobiliária, um aumento de 34,6% na comparação com o saldo no final do ano anterior. Já a participação da Caixa no volume de crédito imobiliário disponibilizado no país recuou de 73,77% em 2011 para 71,34% em 2012.

Para 2013, a Caixa projeta um crescimento de 20% nas contratações imobiliárias e um aumento de 32% no saldo da carteira.

O banco informou ainda que em 2012 investiu R$ 3,2 bilhões em infraestrutura e na abertura de 653 novas unidades - 559 agências e 94 postos de atendimento. No ano foram inauguradas também mais 1.391 lotéricas.

http://g1.globo.com/economia/negocios/noticia/2013/02/lucro-da-caixa-eco...