Maurício Galetti, dono de um campo de golfe nos Estados Unidos, foi a fonte na qual Jair Bolsonaro se baseou para ordenar mudanças radicais na forma de enfrentar o coronavírus.
Do lado de seus tacos, Galetti anuncia a “mudança de paradigma” nos Estados Unidos.
Lúcio Vieira
25 de março de 2020 9:50 amdiscurso tosco e desinformado até sobre o que está acontecendo no “país dele” – aliás nos três EUA, BraZil e Venezuela. O tipico linguajar de empresário fakenista bolsonariano, usando ideias sem nexo e argumentos furados, apenas para causar mais desconexão na cabecinha do gado.
fabricio coyote
25 de março de 2020 9:50 amjair boçalnaro a mimetizar a globo: especialistas laranjras…
Rui Ribeiro
25 de março de 2020 10:13 am“When will the world learn that a million men are of no importance compared with one man?”
Henry David Thoreau
Pede a esse açougueiro de idosos que leia o poema Os Ombros Suportam o Mundo, do Drummond
Enquanto houver burguesia, não vai haver poesia
Martin
25 de março de 2020 10:14 amSeria interessante ver o comportamento desse sujeito aí ou do bozo quando algum parente próximo deles morrer por conta do vírus e a estatística do 1,5% se tornar um parente próximo e não mais um número divulgado em algum boletim oficial.
É fácil chamar para guerra um presidente que, caso seja testado positivo como já deve ter sido, ter à sua disposição toda uma estrutura de saúde que vai reduzir a quase zero a possibilidade de sofrimento e morte.
Enquanto isso a população que estiver no meio dessa guerra vai morrer rapidamente, muitos de forma dolorosa, por não ter a mesma estrutura de saúde.
A esquerda deveria perguntar se o bozo, sua família e sua turma contaminada aceitam serem atendidos somente pelo SUS em modo guerra sem dispor do atual aparato a disposição. Se confiam e aprovam a estrutura que criaram. Será que o desejo da guerra será o mesmo? Inclusive o desse boçal que nem aqui vive e se acha no direito de falar sobre o país.
Rui Ribeiro
25 de março de 2020 10:20 amTraduzindo: ninguém larga a mão de ninguém, exceto a mão de 1% da população.
Jesus Cristo deixaria 99% das ovelhas no aprisco e iria atrás de uma única que se extravio. Mas o Trump e o Bolsonaro não são Jesus Cristo, eles são apenas cristãos.
Anônimo
25 de março de 2020 10:24 amConforme comentei em outro post:
Não é só ele não, Nassif. Gente ligada ao mercado financeiro. Site BrazilJournal, que cita um colunista do NYT, Thomas Friedman. Por favor verifique…