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Sebastiao Nunes

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Continua a leitura e o desencanto com o mundo em que vivemos, por Sebastião...

Escrever ficção-não-ficção é complicado, porque é preciso manter a lógica e a sequência. Segue mais um capítulo da distopia 2084, com meus amigos recém-mortos continuando na briga contra o genocida e seus semelhantes.

O pomar da sabedoria-não-sabedoria e as árvores da confusão, por Sebastião Nunes

O pomar da sabedoria-não-sabedoria e as árvores da confusão por Sebastião Nunes O não-lugar em que nossos amigos caíram depois de despencarem no abismo era tão...

No meio da confusão, nossos amigos imortais-mortais-imortais meditam, por Sebastião Nunes

Se o Jair Messias é um genocida em larga escala, merece ser julgado e condenado por uma corte internacional. Se nossos juristas não servem nem pra se limpar a bunda com suas leis covardes e tendenciosas, vamos torcer para que os lá de fora legislem por nós.

Como era de esperar, mundos paralelos se desencontram no infinito, por Sebastião Nunes

Estamos chegando perto, não do final, mas do miolo da encrenca. O genocida terá se estrepado? Nem eu sei. Saberemos nos próximos capítulos.

Quem não tem competência vai de mal a pior, por Sebastião Nunes

Enquanto o pseudo-humano Jair Messias segue pendurado em duas fake news, seu pseudo-espírito tenta usar a melhor arma que tem para salvá-lo do abismo. É a distopia que segue em frente.

Caindo no abismo sem fundo, por Sebastião Nunes

Continua a saga de nossos amigos na eternidade, sempre incomodados pelo antipresidente Jair Messias, com seu fedor desesperador e sua eterna falta de pudor.

Se o ano 2020 acabou, a porta 2020 também não existe mais, por Sebastião...

Depois de uma semana atroz nos Estados Unidos, com o Trump ultrapassando todos os limites, continuo a distopia brasiliana, esperando que o boquirroto Jair Messias consiga sair do pântano de merda em que está cada dia mais afundado, e não nos afunde junto com ele.

A transposição da primeira porta, por Sebastião Nunes

Seguindo a distopia, abre-se a primeira porta, dedicada a 2020, mas ninguém entra. Jair Messias, afundado em merda, pede socorro ao policial que guarda a porta e conversa com nossos amigos.

Esperança e desesperança num lamento de despedida, por Sebastião Nunes

Num país desgraçado como o nosso, só o humor salva, então segue a distopia com meus amigos falecidos e o Jair Messias tentando, sem sucesso, escapar do pântano de merda em que se meteu.

Apresentando Otávio Ramos e dando continuidade às desventuras de Jair Messias, por Sebastião Nunes

Continuando a distopia 2084, a cantora Janis Joplin entra em cena para aumentar o tormento do fedorento Jair Messias, que continua mergulhado em urina e excremento.

Curiosos e tensos, nossos amigos começam a desvendar os segredos da eternidade, por Sebastião...

Pelo jeito, essa distopia parece interminável. Continua o calvário de Jair Messias e a perplexidade de nossos amigos. Finalmente, porém, chegamos diante das três portas que se abrem no tempo.

Desesperado, coberto de merda e sem fôlego, Jair Messias chega ao terceiro palco, por...

Continuando a distopia, continua também o antipresidente Bolsonaro a nadar no fedorento pântano de merda e urina, na tentativa de atravessar a terceira porta do terceiro palco, onde reina absoluto o Grande Irmão. Quanto mais demorar, melhor.

Quase afogado em mijo e merda, Jair Messias tenta escapar nadando, por Sebastião Nunes

O malfeitor da vez, como de outras vezes, é o antipresidente Jair Messias, pagando num pântano de merda os malfeitos que comete contra todos nós.

Tiririca, palhaço e deputado, versus tiriricão (Cyperus haspans), erva daninha, por Sebastião Nunes

A tiririca (a erva, não o deputado) é uma praga terrível, quase igual ao Tiriricão Jair Messias, esse pesadelo de que não conseguimos acordar.

Almôndegas de carne desumana ao molho de tomate cereja, por Sebastião Nunes

Aos poucos, o exército vai metendo a colher no mingau que o Brasil virou. Precisa ser profeta para adivinhar o que eles querem?

O monstro que derreteu e outras fábulas cabeludas, por Sebastião Nunes

Aleluia! Finalmente o grande mentiroso está saindo de cena.

Os palcos iluminados e os escravos das perdidas ilusões, por Sebastião Nunes

Introduzindo o massacre intelectual da classe média no mundo da cultura de massas, vou me aproximando aos poucos do encontro 2020-2084, com todos os horrores imagináveis.

O preto de cara preta e o branco de cara pintada de preto, por...

O grande poeta negro Adão Ventura foi presidente, há muitos anos, da Fundação Palmares. Aproveito que o atual presidente da Palmares é um péssimo caráter para introduzir Adão na minha distopia e para uma pequena vingança de meus amigos escritores contra o escroto e toda a escrotidão.

Chegaram a algum lugar – mas que diabo de lugar é esse?, por Sebastião...

Mais uma futurista da nova série, um tanto teatral, introduzindo três dos maiores profetas do século XX: Augusto dos Anjos, Franz Kafka e Jorge Luis Borges, além de um grande poema pessimista sobre nosso futuro.

O paraíso não é mais o mesmo e São Pedro vai à luta, por...

Continuando o delírio e a gozação, já que não há quase nada a fazer diante da mentira e do cinismo, vamos a mais um capítulo da eterna luta contra a estupidez.

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