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Sebastiao Nunes

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Pausa importante na venda do Rio de Janeiro: uma descoberta horripilante, por Sebastião Nunes

Meus amigos mortos continuam batendo pesado no genocida. Desta vez, o quadrúpede Jair Messias vomita os mortos que engoliu na pandemia. Continuamos sofrendo neste terrível inferno astral.

Puxa, como não pensamos nisso antes? O grande impasse, por Sebastião Nunes

Enquanto o genocida não cai e seus asseclas insistem em fazer merda, meus amigos mortos também insistem mas, no caso deles, em vender o Rio de Janeiro. A nova dúvida que ameaça melar o negócio é sobre quem poderá comprar, permutar ou arrendar o Rio.

Com interferências e dúvidas, o anúncio vai sendo finalizado, por Sebastião Nunes

Enquanto, pendurado pelo rabo, o quadrúpede Jair Messias pasta, nossos amigos se deparam com um problema dos mais sérios na tentativa de vender, permutar ou arrendar o estado do Rio de Janeiro.

Agora, sim: começa a produção do anúncio para vender o Rio de Janeiro, por...

Continua a luta de meus amigos mortos para se livrarem dos canalhas do Rio de Janeiro, enquanto o burro-asno-jegue Bolsonaro-genocida pasta pendurado pelo rabo. A dificuldade é terminar o anúncio de venda, permuta ou arrendamento, mas um dia eles vão conseguir.

Publicidade é a técnica que os espertos usam para enganar os trouxas, por Sebastião...

Se burrice matasse, o genocida Jair Messias já estaria morto, Por agora, ele tenta escapar do cerco, com o apoio de seus milicianos, em número cada vez menor. Depois daquela crueldade tirando a máscara de uma criança, deve ter perdido mais alguns milhões de seguidores.

A solução definitiva para vender, permutar ou arrendar o Rio de Janeiro, por Sebastião...

O destino final do Genocida será um julgamento humilhante num Tribunal Internacional. É apenas questão de tempo. Os genocidas nunca escapam impunes. Enquanto esperamos, coloco minha pequena fagulha de humor e dor na fogueira em que ele, o Genocida, será assado.

Novos problemas sobre como vender, permutar ou arrendar o Rio de Janeiro, por Sebastião...

O problema de meus amigos mortos para vender, permutar ou arrendar o Rio de Janeiro é que está difícil escolher as contrapartidas. Tem canalha demais.

Esquenta a discussão: não é fácil se livrar do Rio de Janeiro!, por Sebastião...

Continuam meus amigos mortos as tratativas para vender, trocar ou arrendar (por no mínimo 500 anos) o Rio de Janeiro, porém estão empacados no valor do Pão de Açúcar, uma das joias da paisagem carioca. Enquanto isso, Jair Messias continua pastando, dependurado pelo rabo.

Vender o estado do Rio ou vender São Paulo? A discussão esquenta, por Sebastião...

Continua a discussão sobre a venda do Rio de Janeiro, para livrar o país dos canalhas que infestam o estado. Enquanto isso, pendurado pelo rabo, o genocida Jair Messias continua pastando.

Rio de Janeiro: vende-se, permuta-se ou arrenda-se (mínimo de 500 anos), por Sebastião Nunes

Avança a discussão sobre a venda do Estado do Rio. Entre uma ideia e outra, meus amigos mortos se livram do genocida Jair Messias que, mesmo no outro mundo, insistia em espionar.

Bolsonaro pasta, seus cupinchas babam, invejando o delicioso capim, e nossos amigos planejam vender...

Continuo, pois, a saga de meus amigos mortos. Agora possuidores de um meio moderníssimo, em que podem acompanhar o que se passa nesta terra infeliz, começam a botar mais lenha na fogueira contra a estupidez.

Cada vez mais espantosa, continua a horrível metamorfose de Bolsonaro, por Sebastião Nunes

O genocida é tão monstruoso que nem nos meus maiores delírios consigo retratá-lo como é. Nem eu nem os artistas medievais. Mesmo assim continuo tentando.

A espantosa transformação de Jair Messias num animal monstruoso, por Sebastião Nunes

Porque sinto que, de provocação em provocação, de deboche em deboche, o genocida/ecocida Jair Messias chegará a um ponto tal de loucura que será derrubado, de uma forma ou de outra, pela própria insensibilidade.

Começando a percorrer a floresta e visualizando os primeiros pomares, por Sebastião Nunes

Enquanto o país despenca no abismo e o genocida/ecocida brinca de presidente, a resistência pela literatura continua. Sei que importa muito pouco - ou nada -, mas é minha forma de lutar contra o caos que nos ofende, humilha e mata.

As maravilhas por descobrir na imensa floresta de livros-frutas, por Sebastião Nunes

Continuo insistindo na distopia porque acredito no ditado que reza: "Água mole em pedra dura, tanto bate até que fura". Quem sabe, de tanto bater na cara dura do genocida, acordamos os brasileiros para uma frente geral contra o monstro? Em frente, pois!

Termina a leitura e vai recomeçar a lambança, por Sebastião Nunes

Continuando a distopia, nossos amigos perseguem uma verdade impura e corrompida, como tudo no reino dos canalhas e do genocida, que nunca enxerga as maldades nas quais atola o país.

Continua a leitura e o desencanto com o mundo em que vivemos, por Sebastião...

Escrever ficção-não-ficção é complicado, porque é preciso manter a lógica e a sequência. Segue mais um capítulo da distopia 2084, com meus amigos recém-mortos continuando na briga contra o genocida e seus semelhantes.

O pomar da sabedoria-não-sabedoria e as árvores da confusão, por Sebastião Nunes

O pomar da sabedoria-não-sabedoria e as árvores da confusão por Sebastião Nunes O não-lugar em que nossos amigos caíram depois de despencarem no abismo era tão...

No meio da confusão, nossos amigos imortais-mortais-imortais meditam, por Sebastião Nunes

Se o Jair Messias é um genocida em larga escala, merece ser julgado e condenado por uma corte internacional. Se nossos juristas não servem nem pra se limpar a bunda com suas leis covardes e tendenciosas, vamos torcer para que os lá de fora legislem por nós.

Como era de esperar, mundos paralelos se desencontram no infinito, por Sebastião Nunes

Estamos chegando perto, não do final, mas do miolo da encrenca. O genocida terá se estrepado? Nem eu sei. Saberemos nos próximos capítulos.

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