O povo Baka, habitante das profundezas da floresta na região da fronteira do Camarões com o Congo, está encantando o mundo através do primal som do mato que sai da veia dos seus artistas encantadores.
Os recursos auferidos com a venda dos seus álbuns financiam os projetos criados pelo seu povo para evitar a expulsão da faixa de terra onde eles vivem e coletam os seus alimentos, por garimpeiros e madeireiros.
Bô medipê bô medipê nahi noaiê êtê / Bô medipi bô medipi nahi noaiê
Ainda não conseguiu traduzir “kworo kango”, pois segundo ela nem a tribo sabe o real significado da letra.
Os Caiapós assimilam as cantigas de seus inimigos cativos e enxertam aos seus próprios cantos rituais. Segundo ela os Caiapós aprenderam este canto de uma tribo rival vizinha, a dos Jurunas e este já não o entoam mais.
A dificuldade dos nativos foi menor na decifração do material sonoro bruto. Porém Marlui teve que treinar durante três meses com o CoralUSP para cantar com a garganta, à maneira dos índios.
“Kworo Kango é uma canção propiciatória dos Kayapó Mekrâgnoti que a dançam e cantam por quase um dia inteiro como rito de fertilização do solo para o plantio da semente da mandioca.”
O canto é entoado por homens e mulheres, marcado por passos de danças e de instrumentos musicais típicos. Esta canção faz parte do álbum “Todos Os Sons”, lançado pela cantora.
Parabéns Morallis. Post espetacular inclusive enriquecido pelos comentários. O coral lembra muito os corais das igrejas protestantes afro-descendentes dos Estados Unidos. Muito interessante. O blog do Nassif cada vez mais cada vez.
jc.pompeu
20 de setembro de 2014 10:46 pmVozes da Chechênia
Bave Juwan Bêrti
[video:http://www.youtube.com/watch?v=gv1Vx9XHDmE%5D
jns
20 de setembro de 2014 11:36 pmA Surpreendente Mãe África
A fascinante sonoridade dos pigmeus da orquestra Baka Gbiné do Camarões
A história em torno da contribuição dos pigmeus da Baka Gbiné ao mundo da música é impressionante.
[video:http://youtu.be/p5PWm9_HHqM width:600 heigth:450]
O povo Baka, habitante das profundezas da floresta na região da fronteira do Camarões com o Congo, está encantando o mundo através do primal som do mato que sai da veia dos seus artistas encantadores.
Os recursos auferidos com a venda dos seus álbuns financiam os projetos criados pelo seu povo para evitar a expulsão da faixa de terra onde eles vivem e coletam os seus alimentos, por garimpeiros e madeireiros.
[video:http://youtu.be/Q1qaUALAVjc width:600 heigth:450]
[video:http://youtu.be/K0PkvzRwoT4 width:600 heigth:450]
Para ouvir o álbum Kopolo, que foi lançado em 2012: http://www.baka.gbine.com
O projeto Global Music Exchange foi o diferencial nas vidas e na posição social dos Bakas.
[video:http://youtu.be/9qRDtuNMyb0 width:600 heigth:450]
Para ajudar o projeto Baka: http://www.gbine.com/help/
http://www.1heart.org
peregrino
20 de setembro de 2014 11:42 pmvozes que perdemos…
e precisamos entendê-las
[video:http://youtu.be/zMlRARcaJ_w align:left]
jns
21 de setembro de 2014 12:10 amO Rapé Sagrado
Ninawa Pai Da Mata Enfetiçando a Jibóia
[video:http://youtu.be/FpBFAqFYZVs width:600 heigth:450]
[video:http://youtu.be/Z1wIAfgWt3A width:600 heigth:450]
peregrino
21 de setembro de 2014 12:30 ampuxa vida…………….a noite foi muito boa para mim
fez-se em mim uma lágrima que eu ainda não havia chorado
jns
21 de setembro de 2014 12:30 amO KWORO KANGO DOS CAIAPÓS
MARLUI MIRANDA
Bô medipê bô medipê nahi noaiê êtê / Bô medipi bô medipi nahi noaiê
Ainda não conseguiu traduzir “kworo kango”, pois segundo ela nem a tribo sabe o real significado da letra.
Os Caiapós assimilam as cantigas de seus inimigos cativos e enxertam aos seus próprios cantos rituais. Segundo ela os Caiapós aprenderam este canto de uma tribo rival vizinha, a dos Jurunas e este já não o entoam mais.
A dificuldade dos nativos foi menor na decifração do material sonoro bruto. Porém Marlui teve que treinar durante três meses com o CoralUSP para cantar com a garganta, à maneira dos índios.
“Kworo Kango é uma canção propiciatória dos Kayapó Mekrâgnoti que a dançam e cantam por quase um dia inteiro como rito de fertilização do solo para o plantio da semente da mandioca.”
[video:http://youtu.be/TQNMkjnjq-w width:600 heigth:450]
O canto é entoado por homens e mulheres, marcado por passos de danças e de instrumentos musicais típicos. Esta canção faz parte do álbum “Todos Os Sons”, lançado pela cantora.
Mais informações na descrição do vídeo.
edna baker
21 de setembro de 2014 1:07 amParabéns Morallis. Post
Parabéns Morallis. Post espetacular inclusive enriquecido pelos comentários. O coral lembra muito os corais das igrejas protestantes afro-descendentes dos Estados Unidos. Muito interessante. O blog do Nassif cada vez mais cada vez.
morallis
21 de setembro de 2014 7:41 pmObrigado Edna, sempre acho
Obrigado Edna, sempre acho que os comentários são bem
melhores que as postagens..que são meras provocações.
abraços