4 de junho de 2026

Pré-sal impulsiona produção de gás natural

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Enviado por Roberto São Paulo SP

Do blog Fatos e Dados da Petrobras

Pré-sal já impulsiona recordes no desempenho do gás

Batemos recorde na entrega diária de gás natural nacional ao mercado, atingindo a marca de 48,1 milhões de metros cúbicos (m³),  no último dia 14 de julho. O volume equivale a 8,6 milhões de metros cúbicos a mais que a média fornecida no primeiro trimestre deste ano (39,5 milhões de m³/dia). Recentemente, também atingimos a marca na produção mensal em dois meses consecutivos: 65,4 milhões de m³/dia em maio e 66,4 milhões m³/dia em junho. O destaque do mês foi o início do escoamento do gás produzido nas plataformas P-58, na área Norte do Parque das Baleias, no pré-sal da Bacia de Campos; e FPSO Cidade de Paraty, na área de Lula Nordeste, no pré-sal da Bacia de Santos.

O escoamento do gás para as Unidades de Processamento de Gás Natural (UPGNs) de Cacimbas (P-58) e Caraguatatuba (Cidade de Paraty) permitiu a elevação não apenas da produção de gás, mas também dos líquidos, como  Gás Liquefeito de Petróleo e C5+ (produto que dá origem à nafta, gasolina , entre outros)  produzidos nessas UPGNs. O início do escoamento de gás dessas plataformas teve influência direta no novo recorde diário de entrega de gás natural nacional ao mercado.

O nível de aproveitamento do insumo foi dos mais altos que já registramos. No mês de junho, o índice chegou a 94,5% para fornecimento ao mercado, geração de energia nas plataformas ou ainda para reinjeção nos reservatórios com o objetivo de elevar a produção de petróleo. Se for considerado apenas o aproveitamento de gás do polo pré-sal da Bacia de Santos, o índice chega a 97,7%.

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10 Comentários
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  1. Rogerio Zanuto

    30 de julho de 2014 2:27 pm

    Caraguatatuba X Paraty

    Esta informação está equivocada ou mal explicada. Caraguatatuba é um município do litoral norte paulista e fica a 125 hm de Paraty, que fica no litoral sul do Rio de Janeiro. Caraguatatuba tem uma usina de tratamento de gás sim e até onde eu sei, Paraty só tem gasoduto.

    1. DeSola

      30 de julho de 2014 3:33 pm

      Leia de novo. Não existe

      Leia de novo. Não existe equivoco algum.

    2. serralheiro 70

      30 de julho de 2014 4:57 pm

      Cidade de Paraty no texto é o

      Cidade de Paraty no texto é o nome do FPSO envolvido na produção.

  2. altamiro souza

    30 de julho de 2014 3:25 pm

    a produção da petrobrás

    a produção da petrobrás aumenta,a empresa cresce,mas os falsos e mentirosos consultores privados que querem a sua privatização continuarão ignorando os êxitos e descendo cacete na empresa.

    essas são as forças opostas a escolher nesss eleições – a construção contra a destruição do patrimônioo público.

     

  3. Athos

    30 de julho de 2014 4:51 pm

    Mais gás barato pra
    Mais gás barato pra indústria.

    Para o povo nada.
    Bom, como eu tenho gás barato em casa, não vou reclamar.

    Aquele gasoduto que atravessa o Brasil atende UM brasileiro?
    Pense sobre isso porque eu não vou pensar por VC.
    Meu banho é quentinho e quase de graça todo mês.

  4. Athos

    30 de julho de 2014 7:16 pm

    O pessoal não reparou mas o

    O pessoal não reparou mas o comunicado considera gás reinjetado como produzido e utilizado.

    rsrsrsrsrsrsrs

    Bate palma aí, kkkkkk.

     

    Apenas para acrescentar que este campo é do RJ.

    1. C. Khosta y Alzamendi

      30 de julho de 2014 8:53 pm

      Caro Athos,

      gás injetado para elevação artificial do petróleo NÃO É gás produzido. Existem duas maneiras de computar a produção em unidades marítimas: “gosso modo”, antes ou depois da compressão do gás, sendo o segundo método o mais utilizado, largamente. Qualquer dos dois deve ser autorizado pela ANP, e vale também para campos terrestres de produção.

      Quando a computação acontece antes do tratamento/compressão, somam-se todas as entradas de gás na unidade (incluindo eventual importação de gasoduto), e desconta-se justamente o que foi injetado para elevação artificial. Quando a conta é feita após a compressão, soma-se todo gás consumido a bordo como combustível, exportado (que é o gás efetivamente “enfiado” no gasoduto) e queimado (por necessidade operacional e alívio de emergência), descontando-se eventual importação.

      O aproveitamento mencionado na nota refere-se à parte da produção que não foi queimada. O aproveitamento médio de uma unidade marítima como as mais novas em operação na Bacia de Campos é de uns 95% do produzido. A exportação de gás situa-se em patamares médios superiores a 80% do produzido, enquanto o consumo varia entre 10-15% da produção. Não tenho um “link” de imediato pra justificar esses números, mas eles são mais ou menos esses.

      1. Athos

        31 de julho de 2014 6:11 pm

        Ta dizendo que eu posso fazer

        Ta dizendo que eu posso fazer minha térmica a gás?

        Quer dizer que minha térmica a gás vai poder voltar a comprar da Petrobras, com que tenho contrato e engano comprando de outros fornecedores a preço mais em conta?

         

        Quer dizer o que isso para o país?

      2. Athos

        31 de julho de 2014 6:12 pm

        ” No mês de junho, o índice

        ” No mês de junho, o índice chegou a 94,5% para fornecimento ao mercado, geração de energia nas plataformas ou ainda para reinjeção nos reservatórios com o objetivo de elevar a produção de petróleo.”

    2. Serralheiro 70

      30 de julho de 2014 11:04 pm

      Produção nacional de gás natural

      Este artigo está explicitando apenas o gás entregue ao mercado doméstico, desconsidera o consumo interno nas plataformas e o gás reinjetado nos reservatórios, este não podem ser considerados como produzido.

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