Menor auxílio emergencial compromete restrições e lockdown

Mesmo com avanço da pandemia e colapso em diversas partes do país, muita gente sai de casa para pagar as contas

Foto: Reprodução

Jornal GGN – A pandemia de covid-19 segue fora de controle no Brasil, onde é possível ver o sistema de saúde em estado de colapso enquanto o número de casos e de óbitos não para de subir. Mesmo assim, muita gente se vê obrigada a sair de casa para trabalhar para conseguir colocar o pão na mesa.

E o novo auxílio emergencial, que deveria ajudar a manter mais cidadãos em isolamento social, não é suficiente sequer para as contas básicas. O pagamento voltará a ser feito a partir de abril, após um período de três meses em que o povo ficou sem assistência federal.

O valor será bem menor em relação ao que foi visto no ano passado: em 2020, a gestão Bolsonaro começando pagando R$ 600 por mês e terminou com um valor de R$ 300. Agora, além da faixa de R$ 375, destinado a famílias chefiadas por mulheres, serão pagos R$ 250 para famílias não chefiadas por mulheres e R$ 150 para quem mora sozinho.

Um exemplo da insuficiência desse valor pode ser visto em reportagem do portal UOL, onde a cuidadora de crianças Cinara Aparecida Alves afirma em entrevista que seus gastos mensais ficam em torno de R$ 1 mil apenas com aluguel e alimentação. “Se o governo nos ajudasse de verdade, não deixasse faltar teto para dormir e comida para comer, a gente não ia se arriscar procurando trabalho.”

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