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quarta-feira, outubro 28, 2020
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    Tag: sebastião nunes

    O preto de cara preta e o branco de cara pintada de preto, por...

    O grande poeta negro Adão Ventura foi presidente, há muitos anos, da Fundação Palmares. Aproveito que o atual presidente da Palmares é um péssimo caráter para introduzir Adão na minha distopia e para uma pequena vingança de meus amigos escritores contra o escroto e toda a escrotidão.

    Chegaram a algum lugar – mas que diabo de lugar é esse?, por Sebastião...

    Mais uma futurista da nova série, um tanto teatral, introduzindo três dos maiores profetas do século XX: Augusto dos Anjos, Franz Kafka e Jorge Luis Borges, além de um grande poema pessimista sobre nosso futuro.

    O paraíso não é mais o mesmo e São Pedro vai à luta, por...

    Continuando o delírio e a gozação, já que não há quase nada a fazer diante da mentira e do cinismo, vamos a mais um capítulo da eterna luta contra a estupidez.

    Aparece um guia aloprado para levar os três amigos ao novo mundo de 2084,...

    Começam as preliminares para a introdução de meus amigos escritores no mundo surreal de 2084, um mundo denso, sinistro e trágico, como veremos na sequência.

    Começam os tumultos na porta do Paraíso, por Sebastião Nunes

    No que bestavam entre turbilhões de ex-viventes eternamente à espera, meus dois e fraternos amigos toparam de novo, por espantoso que pareça, com o mais antigo de nossos fraternos caríssimos (a expressão é dele), Manoel Lobato.

    Luís Gonzaga Vieira também espera (sic) na porta do Paraíso, por Sebastião Nunes

    De careca reluzente e sandálias apostólicas, nosso amigo Vieira era inconfundível. Também, para não ser confundido com um pequeno-burguês qualquer, fazia a barba apenas uma vez por semana.

    Das vantagens de digitar com o indicador da mão esquerda, por Sebastião Nunes

    O ciscar da galinha é parente próximo dos pensamentos do referido antipresidente.

    Sérgio Sant’Anna continua esperando na porta do Paraíso, por Sebastião Nunes

    Espero que este texto, ao retratar meu amigo às portas do Paraíso, possa estar à altura daquele tempo, e daquelas aventuras.

    Uma pausa na distopia que persegue a maior utopia negativa do século XX, por...

    Quem tem razão é o português Alberto Pimenta, que publicou, no já distante ano de 1977, a primeira edição do pequeno-grande livro “Discurso sobre o filho da puta”

    Construindo inimigos a partir da linguagem, por Sebastião Nunes

    Segue a décima sexta parte da distopia 2084. Chego enfim ao momento em que futuro e presente se encontram, para criar o pior dos mundos possíveis.

    Avanços da Novilíngua na destruição de palavras e do pensamento crítico, por Sebastião Nunes

    Continua, em 2084, o trabalho infatigável de destruir a inteligência da população pela destruição de palavras e pela redução do vocabulário crítico.

    Os enforcamentos públicos, o almoço e o dicionário da Novilíngua, por Sebastião Nunes 

    Neste 14º episódio da distopia 2084, a ditadura do Grande Irmão promove enforcamentos públicos e a prática de destruir palavras, para emburrecer ao máximo as pessoas.

    O complexo sistema de vaporização de impessoas, por Sebastião Nunes

    Continuando a saga da distopia 2084, começo neste 12º capítulo a desfazer a biografia de um herói futuro, que, infelizmente caiu em desgraça junto ao Grande Irmão sendo, por isso, vaporizado, isto é, tornado inexistente.

    Como funciona o controle social absoluto na Terra Unificada, por Sebastião Nunes

    Segue o décimo primeiro capítulo de "2084": uma amostra de como é possível - e relativamente fácil - desmontar a cultura e substituí-la pelo que interessa ao Grande Irmão.

    Controle social total: como a História é reescrita, por Sebastião Nunes

    Segue o capítulo 10 da nova distopia, 2084. Todos os novos meios de comunicação foram proibidos, ficando sós os jornalões impressos, que divulgam notícias manipuladas, mais ou menos como é feito hoje.

    Os inimigos ocultos, os dois minutos de ódio e a paranoia coletiva, por Sebastião...

    Vai o sétimo capítulo do "1984", transfigurado numa paródia adequada ao século XXI.

    O esforço de escrever um diário arranhando a crosta dura da verdade, por Sebastião...

    Wilson abriu o caderno, correu os dedos pela suavidade do papel e, embora inseguro, começou a escrever. Antes de tudo, escreveu o título, na primeira página: DIÁRIO DO ANO 2084

    Um guerrilheiro solitário planeja atacar o Grande Irmão, por Sebastião Nunes

    Wilson vira o caderno na vitrine de uma loja de bugigangas, uma lojinha pobre e desmazelada num dos bairros miseráveis de proles, cuja localização esqueceu.

    O mundo anterior ao século XXI e a nova ordem social em 2084, por...

    A um quilômetro de distância, em destaque absoluto, erguia-se a gigantesca estrutura do Ministério da Verdade, ou Miniver, onde Wilson trabalhava.

    Guerra é paz, liberdade é escravidão, ignorância é força, por Sebastião Nunes

    “Não preciso ter medo dele e da polícia comum”, pensou mais uma vez Wilson. “Preciso ter medo é da Polícia do Pensamento”

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