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Como era de esperar, mundos paralelos se desencontram no infinito, por Sebastião Nunes

Estamos chegando perto, não do final, mas do miolo da encrenca. O genocida terá se estrepado? Nem eu sei. Saberemos nos próximos capítulos.

Se o ano 2020 acabou, a porta 2020 também não existe mais, por Sebastião...

Depois de uma semana atroz nos Estados Unidos, com o Trump ultrapassando todos os limites, continuo a distopia brasiliana, esperando que o boquirroto Jair Messias consiga sair do pântano de merda em que está cada dia mais afundado, e não nos afunde junto com ele.

A transposição da primeira porta, por Sebastião Nunes

Seguindo a distopia, abre-se a primeira porta, dedicada a 2020, mas ninguém entra. Jair Messias, afundado em merda, pede socorro ao policial que guarda a porta e conversa com nossos amigos.

Apresentando Otávio Ramos e dando continuidade às desventuras de Jair Messias, por Sebastião Nunes

Continuando a distopia 2084, a cantora Janis Joplin entra em cena para aumentar o tormento do fedorento Jair Messias, que continua mergulhado em urina e excremento.

Desesperado, coberto de merda e sem fôlego, Jair Messias chega ao terceiro palco, por...

Continuando a distopia, continua também o antipresidente Bolsonaro a nadar no fedorento pântano de merda e urina, na tentativa de atravessar a terceira porta do terceiro palco, onde reina absoluto o Grande Irmão. Quanto mais demorar, melhor.

Quase afogado em mijo e merda, Jair Messias tenta escapar nadando, por Sebastião Nunes

O malfeitor da vez, como de outras vezes, é o antipresidente Jair Messias, pagando num pântano de merda os malfeitos que comete contra todos nós.

Tiririca, palhaço e deputado, versus tiriricão (Cyperus haspans), erva daninha, por Sebastião Nunes

A tiririca (a erva, não o deputado) é uma praga terrível, quase igual ao Tiriricão Jair Messias, esse pesadelo de que não conseguimos acordar.

Almôndegas de carne desumana ao molho de tomate cereja, por Sebastião Nunes

Aos poucos, o exército vai metendo a colher no mingau que o Brasil virou. Precisa ser profeta para adivinhar o que eles querem?

Os palcos iluminados e os escravos das perdidas ilusões, por Sebastião Nunes

Introduzindo o massacre intelectual da classe média no mundo da cultura de massas, vou me aproximando aos poucos do encontro 2020-2084, com todos os horrores imagináveis.

O preto de cara preta e o branco de cara pintada de preto, por...

O grande poeta negro Adão Ventura foi presidente, há muitos anos, da Fundação Palmares. Aproveito que o atual presidente da Palmares é um péssimo caráter para introduzir Adão na minha distopia e para uma pequena vingança de meus amigos escritores contra o escroto e toda a escrotidão.

Chegaram a algum lugar – mas que diabo de lugar é esse?, por Sebastião...

Mais uma futurista da nova série, um tanto teatral, introduzindo três dos maiores profetas do século XX: Augusto dos Anjos, Franz Kafka e Jorge Luis Borges, além de um grande poema pessimista sobre nosso futuro.

O paraíso não é mais o mesmo e São Pedro vai à luta, por...

Continuando o delírio e a gozação, já que não há quase nada a fazer diante da mentira e do cinismo, vamos a mais um capítulo da eterna luta contra a estupidez.

Aparece um guia aloprado para levar os três amigos ao novo mundo de 2084,...

Começam as preliminares para a introdução de meus amigos escritores no mundo surreal de 2084, um mundo denso, sinistro e trágico, como veremos na sequência.

Começam os tumultos na porta do Paraíso, por Sebastião Nunes

No que bestavam entre turbilhões de ex-viventes eternamente à espera, meus dois e fraternos amigos toparam de novo, por espantoso que pareça, com o mais antigo de nossos fraternos caríssimos (a expressão é dele), Manoel Lobato.

Luís Gonzaga Vieira também espera (sic) na porta do Paraíso, por Sebastião Nunes

De careca reluzente e sandálias apostólicas, nosso amigo Vieira era inconfundível. Também, para não ser confundido com um pequeno-burguês qualquer, fazia a barba apenas uma vez por semana.

Das vantagens de digitar com o indicador da mão esquerda, por Sebastião Nunes

O ciscar da galinha é parente próximo dos pensamentos do referido antipresidente.

Sérgio Sant’Anna continua esperando na porta do Paraíso, por Sebastião Nunes

Espero que este texto, ao retratar meu amigo às portas do Paraíso, possa estar à altura daquele tempo, e daquelas aventuras.

Uma pausa na distopia que persegue a maior utopia negativa do século XX, por...

Quem tem razão é o português Alberto Pimenta, que publicou, no já distante ano de 1977, a primeira edição do pequeno-grande livro “Discurso sobre o filho da puta”

Construindo inimigos a partir da linguagem, por Sebastião Nunes

Segue a décima sexta parte da distopia 2084. Chego enfim ao momento em que futuro e presente se encontram, para criar o pior dos mundos possíveis.

Avanços da Novilíngua na destruição de palavras e do pensamento crítico, por Sebastião Nunes

Continua, em 2084, o trabalho infatigável de destruir a inteligência da população pela destruição de palavras e pela redução do vocabulário crítico.

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