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Os enforcamentos públicos, o almoço e o dicionário da Novilíngua, por Sebastião Nunes 

Neste 14º episódio da distopia 2084, a ditadura do Grande Irmão promove enforcamentos públicos e a prática de destruir palavras, para emburrecer ao máximo as pessoas.

O complexo sistema de vaporização de impessoas, por Sebastião Nunes

Continuando a saga da distopia 2084, começo neste 12º capítulo a desfazer a biografia de um herói futuro, que, infelizmente caiu em desgraça junto ao Grande Irmão sendo, por isso, vaporizado, isto é, tornado inexistente.

Como funciona o controle social absoluto na Terra Unificada, por Sebastião Nunes

Segue o décimo primeiro capítulo de "2084": uma amostra de como é possível - e relativamente fácil - desmontar a cultura e substituí-la pelo que interessa ao Grande Irmão.

Controle social total: como a História é reescrita, por Sebastião Nunes

Segue o capítulo 10 da nova distopia, 2084. Todos os novos meios de comunicação foram proibidos, ficando sós os jornalões impressos, que divulgam notícias manipuladas, mais ou menos como é feito hoje.

Os inimigos ocultos, os dois minutos de ódio e a paranoia coletiva, por Sebastião...

Vai o sétimo capítulo do "1984", transfigurado numa paródia adequada ao século XXI.

O esforço de escrever um diário arranhando a crosta dura da verdade, por Sebastião...

Wilson abriu o caderno, correu os dedos pela suavidade do papel e, embora inseguro, começou a escrever. Antes de tudo, escreveu o título, na primeira página: DIÁRIO DO ANO 2084

Um guerrilheiro solitário planeja atacar o Grande Irmão, por Sebastião Nunes

Wilson vira o caderno na vitrine de uma loja de bugigangas, uma lojinha pobre e desmazelada num dos bairros miseráveis de proles, cuja localização esqueceu.

O mundo anterior ao século XXI e a nova ordem social em 2084, por...

A um quilômetro de distância, em destaque absoluto, erguia-se a gigantesca estrutura do Ministério da Verdade, ou Miniver, onde Wilson trabalhava.

Guerra é paz, liberdade é escravidão, ignorância é força, por Sebastião Nunes

“Não preciso ter medo dele e da polícia comum”, pensou mais uma vez Wilson. “Preciso ter medo é da Polícia do Pensamento”

Em São Paulo, capital da Terra Unificada, o poder do Grande Irmão se fortalece,...

Mesmo através da cortina fechada, a cidade continuava fria. A grande capital do mundo exibia, sem um pingo de vergonha, as entranhas maltratadas: descaso, pobreza e violência eram suas marcas registradas.

A Guerra dos Mundos começou – quem diria! – dentro do nosso quintal, por...

Sei que o mundo cambaleia de pandemia em pandemia, e a atual só nos assusta por isso mesmo: por pegar de cheio a classe média e não olhar cara nem partido.

Repeteco: Ou o Brasil acaba com Bolsonaro ou Bolsonaro acaba com o Brasil, por...

Não deu uma nem outra, pois tanto o Brasil quanto as saúvas caíram em coma evolutivo profundo.

Thich Quang Duc, o monge budista que acelerou o fim da Guerra do Vietnã...

Segue uma nova, mais velha do que a serra. O importante é que confronta duas situações-limites de conflito, no Vietnã e no Brasil, comparando as canalhices.

Duas franco-atiradoras russas da Segunda Guerra Mundial preparam-se para morrer, por Sebastião Nunes

A guerra seguia seu curso de extrema violência, ambas eram estudantes, ambas se inscreveram como voluntárias para os grupos de snipers, ambas amavam seu país e seu povo e queriam ajudar.

Apontamentos importantes sobre alimentação no Brasil colonial, por Sebastião Nunes

São textos extraídos de livros de e sobre viajantes que por aqui estiveram, com relatos vivos e sugestivos para épocas de penúria.

Desventuras de dois moleques cariocas no Morro do Livramento, por Sebastião Nunes

O tempo, que não escuta lamentos nem se ocupa de queixumes, revirou os anos e as décadas até se largar numa época muito diferente, mas nem tão diferente assim.

Futebol brasileiro: um ponto fora da curva nos salários reais e irreais, por Sebastião...

Minha intenção é, na continuidade da série sobre futebol, sair do mundo miserável de pobres e desempregados para alçar voo até o olimpo dos jogadores e suas remunerações

No dia em que Xantipa, diante de Sócrates, detonou “A República” de Platão, por...

Xantipa estava fritando uma omelete de capim-gordura quando Sócrates, todo serelepe, entrou na cozinha com um desconhecido de ombros largos.

O primeiro encontro entre Jânio Quadros e a escritora Adelaide Carraro, por Sebastião Nunes

E depois o mundo político foi abalado pela publicação de um livro mais ou menos escandaloso: “Eu e o governador”, de certa Adelaide Carraro

O velho safado que enfrentou a falsa estabilidade do mundo careta, por Sebastião Nunes

Antes de se tornar o mais famoso dos escritores marginais, Charles Bukowski publicou dezenas – talvez centenas – de poemas e contos em revistas de baixa tiragem

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