Assista: Fachin detona a Lava Jato

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11 comentários

  1. Caro Nassif, se o Fachin estivesse mesmo fazendo um “mea culpa” e tentando resgatar o “Fachin original”, ele se referiria à eleição do ano passado, eivada de irregularidades decorrentes de falsas notícias e de disparos robóticos, e não à de 2020. Estas só serão referência, se as de 2018 forem de fato passadas a limpo pelo TSE. Basta de prometer que “a próxima eleição” será limpa. O TSE tem que julgar, com base na lei eleitoral, tudo que houve de irregular no ano passado, e não apenas contemporizar, ou julgar de forma tendenciosa, como fez G. Mendes em 2016 (ou 2017, não me lembro mais).

  2. Em épocas do ranger de dentes dos ressentidos irosos e do choro de injustiçados e dos ajustiçados vamos ver se pensam mesmo nos netos. A eleição para 2020 já começou e Bolsonaro que já mostrou a que veio e o que quer colocar e destruir, está em campanha mesmo com o seu rabo comprido de irregularidades e ilegalidades a querer decidir. Já coloca o filho-embaixador a cuidar do seu partido-laranjal no rico estado de SP. Que o TRE não deixe para agir depois do fato consumado ou se omitindo ao ter deixado que a fake news tivesse tamanho peso, sem combatimento. O pior já foi, ter deixado estabelecer a olhos vistos. Que ao menos não deixem piorar muito, pois piora já há e haverá.

  3. Sei lá não sei ainda…
    só sei que desses ministros já vi técnicas pra tudo

    algumas até muito sofisticadas e belas, mas maioria delas como gaslighting, como na tal
    ” não vejo provas, mas a literatura me permite condenar”

    quiçá tudo se confirme conforme interpretado

  4. Não se iluda, Nassif. Se o Fachin supostamente mudou agora que o barco começa a naufragar, prova que é o mesmo vingativo, covarde e oportunista que avalizou os abusos da turma de Curitiba. Não me engana. Mas admiro, Nassif, seu otimismo…

  5. Não sei se a leitura está correta. Quando FHC, entao presidente, invocou a ética da responsabilidade em artigo, fê-lo em distorção, para legitimar os atos de tirania neoliberal que negavam toda a sua pregação pretérita de cunho social, de centro-esquerda. Tendo a interpretar como Nassif: fachin parece começar a costear o alambrado do estado policial e retornar ao estado de Direito, mas temo serem palavras vazias, retórica inversa, para dizer “uma coisa” e “fazer outra”, mas procurando fazer crer que a “essa” coisa é “aquela” coisa …

  6. + comentários

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