21 de maio de 2026

Agora é Transportes quem pressiona o IPCA, por Luis Nassif

Em 12 meses, não houve diferença significativa entre o IPCA com e sem Transportes.

Confira os dados do IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Ampliado) do mês de novembro. No mês, variou 0,41%; em 12 meses, 5,9%.

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Agora, confira o impacto de cada grupo no índice geral, levando em conta o peso em cada mês, com pequenos problemas de aproximação.

Incluindo Transportes, o índice ficou em 0,41%. Retirando Transportes, cai para 0,24%. O grupo teve um impacto de 0,17 pontos sobre o resultado final.

Em 12 meses, não houve diferença significativa entre o IPCA com e sem Transportes.

Mesmo assim, nota-se uma redução no IPCA desde os picos de novembro de 2021.

Houve redução, também, no Índice de Disseminação dos preços. Em outubro, 25677 produtos registraram alta. Em novembro o número caiu para 222, a menor quantidade dos últimos cinco meses.

Luis Nassif

Jornalista, com passagens por diversos meios impressos e digitais ao longo de mais de 50 anos de carreira, pelo qual recebeu diversos reconhecimentos (Prêmio Esso 1987, Prêmio Comunique-se, Destaque Cofecon, entre outros). Diretor e fundador do Jornal GGN.
luis.nassif@gmail.com

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  1. luiz pontes

    10 de dezembro de 2022 9:13 am

    Transporte nas grandes cidades está na mão de grandes grupos que até bancos possuem. No RJ os Baratas dominam a cidade até hoje. Prefeitura e estado aténão ousaram bater de frente com essa gente e planejam agora relançar os velhos BRTs a diesel comprados da empresa dos dos barões do transporte coletivo. Absurda essa atitude do prefeito que insiste em ainda utilizar nos grandes percursos,ônibus movidos por um combustível altamente poluente, quando no mundo são utilizados coletivos a bateria ou eletrificados via rede aérea ou subterrãnea como os VLTs do centro da cidade, cujo percurso curto, só serve para impressionar a turistas do centro histórico da cidade do RJ. Esse momento seria a oportunidade de as grandes cidade optarem pelo transporte de catraca livre onde a passagem seria cobrada e diluída em impostos ou tarifas municipais como já é feito na conta de luz que traz a taxa de iluminação pública embutida nas contas dos cariocas. No RJ seria uma medida extremamente bem vinda, pois além de acabar com o monopólio das empresas de \õnibus , sufocaria uma das principais fontes de renda da milícia, que é o transporte clandestino, altamente poluente, inseguro e que causa caos no trânsito. Embora os milicianos tenham alargado seus domínios para outras áreas como farmácias, seguradoras clandestinas de automóveis, supermercados, o transporte coletivo ainda conta com parcela significativa nos rendimentos do crime organizado.

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