Trabalhadoras da Contax bebem água marrom e banheiro é cronometrado

Sugerido por Mara L. Baraúna

Do Pragmatismo Político

Funcionárias da Contax gravaram vídeo no celular em que revelam a cor marrom da água disponibilizada no bebedouro. Doenças como síndrome do pânico, lesão por esforço repetitivo e até infecção urinária foram constatadas pelo Ministério do Trabalho. Empresa é responsável pelo teleatendimento do Bradesco, Citibank, Itaú, Santander, Net, Oi e Vivo. 

A água marrom que as trabalhadoras da Contax são obrigadas a beber

Por Ana Aranha, da Repórter Brasil

Na central de atendimento da Contax, só se entra com uma garrafa d´água e a roupa do corpo – nada mais. O ponto começa a contar depois que o funcionário liga o computador, coloca o fone no ouvido e digita sua senha. Se atrasar um minuto do horário de entrada, perde bônus.

A partir de então, um gerente faz a ronda, ditando ordens em voz alta. E há a ronda virtual: cada palavra dita aos clientes é gravada para que a equipe de escuta possa checar se o funcionário seguiu o script da empresa – e se o fez com um “sorriso na voz”. Se estiver num dia triste, perde bônus.

As ligações entram continuamente pelo fone de ouvido, só param nos intervalos determinados pela empresa: 20 minutos para o almoço e dois intervalos de 10 minutos para o banheiro ou água. No caso de um chamado da natureza, um cronômetro marca o tempo que o funcionário leva para atender a urgência fisiológica. Para não perder o bônus, alguns preferem trabalhar de fralda geriátrica.

Além de perder um complemento importante ao salário, quem não segue cada uma das regras acima pode levar bronca do supervisor e corre o risco de entrar no que a empresa chama de “linha de corte”: um limbo que antecede a demissão por justa causa. Uma vez na linha de corte, cada deslize vira advertência ou suspensão. A maior aspiração dos funcionários é conquistar o que chamam de “degrau da rua”: a demissão sem justa causa.

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Esse é a rotina dos atendentes da empresa de telemarketing Contax, onde ficam as principais centrais de teleatendimento do BradescoCitibankItaúSantanderNetOi e Vivo. A descrição acima foi baseada nos registros feitos pelo Ministério do Trabalho durante mega fiscalização em 2014, quando unidades da Contax em sete estados foram inspecionadas. O órgão considerou a terceirização ilícita e responsabilizou os bancos e empresas de telefonia por um conjunto de infrações de trabalhistas que somaram R$ 300 milhões em multas e R$ 1,5 bilhão em débitos salariais.

Apesar das exigências para que corrigissem as infrações, em janeiro desse ano os auditores voltaram a encontrar os mesmos problemas nas centrais de atendimento do ItaúBradesco e OI – todas sediadas na Contax de Recife, Pernambuco. Essas centrais foram interditadas em 21 de janeiro por não atender a mudanças como, por exemplo, parar de constranger o trabalhador a não usar o banheiro. Além de contabilizar diversos casos de adoecimento, os auditores entenderam que as violações sistemáticas apresentam um risco grave e iminente de adoecimento para todos os operadores.

Mas as centrais não ficaram muito tempo de portas fechadas. Um dia depois da interdição, a Contaxentrou com um mandado de segurança e conseguiu uma liminar para voltar a funcionar . Com base na defesa da empresa, que diz estar implementando as mudanças necessárias, a 14ª vara da Justiça do Trabalho de Pernambuco não só liberou o funcionamento, como proibiu o Ministério do Trabalho de emitir novas multas.

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Nós continuamos a receber denúncias dos trabalhadores, mas estamos de mãos atadas”, alerta Cristina Serrano, uma das auditoras fiscais do trabalho à frente da operação. “A empresa diz que está tomando providências, mas seus funcionários nos procuram para dizer que continuam sofrendo os controles excessivos. Recebemos denúncias de funcionários com infecção urinária, depressão e síndrome do pânico que continuam trabalhando”.

Para piorar, novos problemas surgiram. No dia em que voltaram a trabalhar, funcionárias da Contax gravaram vídeo no celular em que revelam a cor marrom da água disponibilizada no bebedouro. Uma delas afirma que já pegou uma infecção por conta disso.

Os problemas de saúde foram o principal fator que motivou a interdição. Só em 2013, essa unidade recebeu mais de 23.000 atestados de afastamento devido a lesões por esforços repetitivos e doenças osteomusculares. Os auditores registraram alto índice de problemas psíquicos e identificaram grande risco para a ocorrência de problemas vocais e de audição. “São todas doenças resultantes da organização do trabalho: decorrentes de assédio moral, exigência para que fiquem sentados na mesma postura por longos períodos, ritmo de digitação acelerado”, diz Odete Reis, médica e auditora fiscal responsável pela parte de saúde e segurança da inspeção.

Sobre esses números, a juíza Camila Augusta Cabral de Vasconcellos, que liberou o funcionamento das centrais, julgou que “é plenamente possível que, em um contingente de milhares de trabalhadores, como é o caso da Contax, alguns apresentem enfermidades”. Com um prédio que abriga 14.000 funcionários, a média anual de atestados por esforço repetitivo da unidade supera o total de trabalhadores contratados. A rotatividade é alta. Isso sem contar os atestados por problemas psíquicos, de voz e de audição. A grande incidência de doenças chama ainda mais atenção quando se considera que os funcionários são jovens: 83% têm menos 30 anos.

16 comentários

  1. Mas,a escravidão não tinha sido abolida!?

    Sinhosinhos continuam sonegando impostos,evadindo divisas e escravisando o povo.A CONTAX é uma,mas,são dezenas ou centenas operando nesse mesmo regime inclusive Prefeituras.

  2. Um tiquinho de gente para atender essas mega-corporações

    Um tiquinho de gente para atender essas mega-corporações, muitas destas multi faturam bilhões de reais e enviam para suas matrizes, já os brasileiros viraram homens-placas a rodar por ai com propaganda da Oi, Tim…E os que acham emprego tomam água podre…belo negócio a privataria tucano:

    domingo, 18 de julho de 2010

    BRESSER-PEREIRA: “MENINOS TOLOS” [FHC E OS DEMOTUCANOS]

     Luiz Carlos Bresser-Pereira 

    “O menino tolo 

    Só um bobo dá a estrangeiros serviços públicos como as telefonias fixa e móvel [como fizeram os demotucanos no poder, no governo FHC] 

    JOÃO É DONO de um jogo de armar. Dois meninos mais velhos e mais espertos, Gonçalo e Manuel, persuadem João a trocar o seu belo jogo por um pirulito.

    Feita a troca, e comido o pirulito, João fica olhando Gonçalo e Manoel, primeiro, se divertirem com o jogo de armar, e, depois, montarem uma briga para ver quem fica o único dono. Alguma semelhança entre essa estoriazinha e a realidade?

    Não é preciso muita imaginação para descobrir. João é o Brasil que abriu a telefonia fixa e a celular para estrangeiros. Gonçalo é a Espanha e sua Telefônica, Manuel é Portugal e a Portugal Telecom; os dois se engalfinham diante da oferta “irrecusável” da Telefônica para assumir o controle da Vivo, hoje partilhado por ela com os portugueses.

    Mas por que eu estou chamando o Brasil de menino bobo? Porque só um tolo entrega a empresas estrangeiras serviços públicos, como são a telefonia fixa e a móvel, que garantem a seus proprietários uma renda permanente e segura.

    No caso da telefonia fixa, a privatização é inaceitável porque se trata de monopólio natural. No caso da telefonia móvel, há alguma competição, de forma que a privatização é bem-vinda, mas nunca para estrangeiros.

    Estou, portanto, pensando em termos do “condenável” nacionalismo econômico cuja melhor justificação está no interesse que foi demonstrado pelos governos da Espanha e de Portugal.

    O governo espanhol, nos anos 90, aproveitou a hegemonia neoliberal da época para subsidiar de várias maneiras suas empresas a comprarem os serviços públicos que estavam então sendo privatizados. Foram bem-sucedidos nessa tarefa.

    Neste caso, foram os espanhóis os nacionalistas, enquanto os latino-americanos, inclusive os brasileiros, foram os colonialistas, ou os tolos.

    Agora, quando a espanhola Telefônica faz uma oferta pelas ações da Vivo de propriedade da Portugal Telecom, o governo português entra no jogo e proíbe a transação.

    A União Europeia já considerou ilegal essa atitude, mas o que importa aqui é que, neste caso, os nacionalistas são os portugueses que sabem como um serviço público é uma pepineira, e não querem que seu país a perca.

    O menino tolo é o Brasil, que vê o nacionalismo econômico dos portugueses e dos espanhóis e, neste caso, nada tem a fazer senão honrar os contratos que assinou.

    Vamos um dia ficar espertos novamente? Creio que sim. Nestes últimos anos, o governo brasileiro começou a reaprender, e está tratando de dar apoio a suas empresas.

    Para horror dos liberais locais, está ajudando a criar campeões nacionais. Ou seja, está fazendo exatamente a mesma coisa que fazem os países ricos, que, apesar de seu propalado liberalismo, também não têm dúvida em defender suas empresas nacionais.

    Se o setor econômico da empresa é altamente competitivo, não há razão para uma política dessa natureza. Quando, porém, o mercado é controlado por poucas empresas, ou, no caso dos serviços públicos, quando é monopolista ou quase monopolista, não faz sentido para um país pagar ao outro uma renda permanente ao fazer concessões públicas a empresas estrangeiras.

    A briga entre espanhóis e portugueses pela Vivo é uma confirmação do que estou afirmando.”

    FONTE: escrito por Luiz Carlos Bresser-Pereira e publicado hoje (18/07) na Folha de São Paulo [título e entre colchetes colocados por este blog]. http://democraciapolitica.blogspot.com.br/

     

  3. É um dos exemplos de

    É um dos exemplos de eficiência e redução de custos que os tucanos alegam beneficiar a geração de empregos e riquezas do país.

  4. Tira as calças e faz ai.

    Confesso-lhes que agora não estou entendendo nada.

    Ora, se abrirmos um destes excelentes manuais de administração de empresas, ou melhor, para se mais eloquente:  se folhearmos um desses adoráveis ( e científicos não provados) manuais de gestão de organizações meritocráticas e flexíveis, altamente adaptáveis às mudanças constantes do mundo globalizado, logo percebemos que os processos precisam moldar às demandas. Tudo em prol do grande crescimento econômico com o indivíduo meritocrático à frente.  São  tayloristas de plantão conservados ou mumificados no formol da conserva. Percebe-se que  alguns  nobres economistas de escol de meia tigela também defendem a tese.

    Não é preciso ir longe para nos deparamos com os apoiadores das “flexibilizações trabalhistas”. Tem até projeto circulando para tal objeivo. Afinal, convenhamos, essa legislação facista – cópia da carta del lavoro – atrasada, ultrapassada, antiga, nojenta que é a CLT,  só serve para emperrar o nosso tão almejado  crescimento econômico.

    Paralelamente, ainda tem que suportar a execrável   súmula 331 do TST.  Para quem não sabe, trata-se de uma destas “normas” jurisprudenciais ( dado a inércia legislativa)  que só servem para emperrar nossas vidas de homens e mulheres(notaralm?  só esses dois gêneros ok, como na língua portuguesa)  produtivos e criadores  de riqueza para todos! ( os entes queridos , é claro)…

    E é por isso que terceirizar é  a palavra do momento. O futuro da humanidade necessita do outsourcing!

    Você, pig spitituals animals, precisa se concentrar naquilo que faz melhor. E assim, sucessivante, gerando dezenas, centenas, milhares, milhões, bilhões de “empreendedores”  pjotistas que sabem fazer outras coisas melhores do que você e o seu negócio. Compreende!?

    Pra variar, parece  que há   respeitáveis economistas de escol de meia tigela que defendem , veementemente, o projeto da flexibilização do trabalho para o progresso do Brasil,  nesse mundo globalizado e cheio de certezas de incertezas. 

    Um  projetão  bom demais da conta é o  nº 4330, salvo engano. Bão demais sô!

    Afinal, o empreendedor – pig spitituals animals – com toda sua herança, ops, meritocracia acumulada, suas terras conquistadas  com muito suor nos  testamentos e nas disputas familiares de  partilhas, ops, suor de trabalho, latifundiárias, ops, produtivas, verdadeiras glebas rurais,  concentração de capital ao longo de 300 anos com muito esforço no superávit primário, ops, no estado mínimo, ops, no, éeee, ah, deixa pra lá… 

    Bom, parece que no  entre guerras ( piketty) tanto capital meritocrático saiu da mão da  mãe  e foi para a mão do  filho. Pelo menos, não saiu da família, pilar fundamental do poder de “troca -troca” mercadológico.

    De todo modo, esse espírito empreendedor, bandeirantes,  construtor de capitanias hereditárias, ops, de capitais hereditários, ops de novo, de capitais suados ( sem inveja e com muito trabalho digno e honesto) precisa encontrar um ambiente seguro, isto é, um ambiente com segurança jurídica,para tirar a herança da conserva e “arriscar” ( sem risco) num ambiente certo e seguro. Afinal, todos nós temos aversão ao risco.

     

    E o “governo ” – como diriam os mentecaptos – ou o Estado, sobretudo, o abominável welfare state, deve ficar longe disso.

    Lei boa é lei da oferta, da fraude, do marketing fomentando a procura de idiotas e vulneráveis consumidores nem sempre hipossuficientes.

    Dentro da assimetria de informações enviesas para idiotas  e do caos existe ordem e progresso! Complementando com um ditado popular, ordem e progresso,  abre ( o símbolo de cobre) que eu te “a” travesso.

    É preciso gerar empregos e mais empregos para que possamos gerar  mais que muito mais  valias!

    Banheiro? Ora, pra que banheiro? Tire as calças e faça ai.

    Saudações

     

  5. esse é orelacionamento

    esse é orelacionamento humanao encontrado no capitalismo de ponta?

    imagine no chamdo capitalism selvagem!!!

  6. Que absurdo! Depois de ler

    Que absurdo! Depois de ler essa matéria me inspirei a fazer uma coisa. Não vou mais recusar nenhuma ligação de telemarketing que eu receber, vou atender, e vou perguntar para a ou o atendente se já está gravando e vou mandar os gerentes tomarem no cu (e pedir para que retransmitam aos superiores), vou criticar os abusos que fazem aos funcionários. 

    Gente, nós somos trabalhadores, temos que nos apoiar mutuamente. Esses atendentes de telemarketing são tão trabalhadores quanto nós, os gerentes deles também. Todos explorados por um ˜sistema˜. Mas a gente tem que começar a se rebelar contra esses abusos contra nós e contra outros trabalhadores e cidadãos. As pessoas tem que sentir que nos preocupamos uns cons os outros e acabar com essa bolha de indivíduos isolados.

    Por princípio, não tenho conta em banco privado, apenas em banco público, por isso não tenho conta em nenhum dos bancos que contratam essa empresa, senão eu iria ligar para o 0800 do banco e reclamar do tipo de prestador de serviço que o banco contrata. Mas como tenho telefone da oi, vou ligar pro telemarketing deles e vou criticar esse sistema. 

     

     

     

  7. Longe de mim não admitir que
    Longe de mim não admitir que as condições impostas aos empregados destas empresas via terceirização são discutíveis, porém valem algumas ressalvas aí. Digo isso, porque trabalhei por anos neste setor (não diretamente nas áreas de operações como as chamam…) e posso por experiência apontar uma falha tendenciosa na matéria: “As ligações entram continuamente pelo fone de ouvido, só param nos intervalos determinados pela empresa: 20 minutos para o almoço e dois intervalos de 10 minutos para o banheiro ou água.”  Não é a empresa que determina esta regra minima de intervalos, e sim a NR 17 em seu anexo II: 5.4.1. As pausas deverão ser concedidas:  a) fora do posto de trabalho;  b) em 02 (dois) períodos de 10 (dez) minutos contínuos;  c) após os primeiros e antes dos últimos 60 (sessenta) minutos de trabalho em atividade de teleatendimento/telemarketing.  5.4.1.1. A instituição de pausas não prejudica o direito ao intervalo obrigatório para repouso e alimentação previsto no §1° do Artigo 71 da CLT.  5.4.2. O intervalo para repouso e alimentação para a atividade de teleatendimento/telemarketing deve ser de 20 (vinte) minutos.  E aqui novamente surge outro ponto discutível: “…No caso de um chamado da natureza, um cronômetro marca o tempo que o funcionário leva para atender a urgência fisiológica. Para não perder o bônus, alguns preferem trabalhar de fralda geriátrica.” Novamente a NR 17 Anexo II trata que as pausas de 40 minutos (somadas) não devem impedir o trabalhador de se ausenter quando da necessidade de utilização um banheiro: 5.7. Com o fim de permitir a satisfação das necessidades fisiológicas, as empresas devem permitir que os operadores saiam de seus postos de trabalho a qualquer momento da jornada, sem repercussões sobre suas avaliações e remunerações. O que não está claro na matéria é o seguinte: A empresa não vem permitindo que seus operadores possam utilizar o banheiro fora dos 40 minutos definidos por lei e conforme o item 5.7 acima? E se permite, o tempo gasto é indevidamente descontado do trabalhador? O que não a matéria não explica: Que estas pausas de 40 minutos definidas na NR 17 podem ser descontadas dos funcionários em caso de atrasos – a exemplo do registro de ponto de entrada e do intervalo de almoço (trabalho hoje no maior e-commerce do Brasil e aqui em caso de atraso de um funcionário que registra ponto em seu retorno do almoço o mesmo será descontado). “Demonizar” estas empresas tb não é saída para discutir algumas questões sobre a terceirização de serviços e processos no Brasil. 

  8. Ou são ridiculamente idiotas, ou espetacularmente corruptos.

    Entre os anos 20 e 30, um empresário colombiano percebeu o prejuízo que era esperar várias semanas para enviar uma correspondência para New York. Teve a espetacular ideia de mandar toda a correspondência de avião, em menos de 24 horas os aviões da época cobriam a distância Bogotá – NYC.. Estava criado o correio aéreo. Mas, tal empreendimento necessitava do nihil obstat estadunidense. As autoridades do país negaram, óbvio. Meses depois uma empresa norte-americana assumia o correio aéreo entre os Estados Unidos e Colômbia. Mas aqui na Terra de Frei Sardinha, devorado por índios sem cremes nem temperos, os neoliberais, na verdade, old-burros, liberaram geral e o país dançou. Enquanto na média, o minuto de telefonia celular nos Estados Unidos custa R$ 0,25, no Brasil, custa mais de um real, isto é, 4x mais. Isso sem contar que os salários pagos nas empresas equivalentes têm um fator de 6, um trabalhador nos Estados Unidos exercendo funções equivalentes às de um brasileiro, ganha 6 vezes mais (um salário baixo lá significa US$ 15.00/hora, uns quarenta reais ao câmbio de fevereiro/2015) Aqui no Brasil, o salário mínimo está por volta de R$ 4,00 a hora..

  9. Absolutamente discutivel que

    Absolutamente discutivel que saia agua suja dos bebedouros. Só um viu? Se isso fosse verdade centenas reclamariam, sairia em jornais. Um cara encosta uma garrafa de agua suja em um bebedouro, isso é prova do que? Bastava ele encher uma garrafa de agua marron, encostar no bebedouro e tirar uma foto. Muito mais facil seria chamar um fiscal do trabalho.

    Não tenho nada a favor da Contax mas isso parece estoria montada. Uma empresa precisa ser completamente doida para economizar na agua de beber. Mesmo que fosse agua de torneira não teria essa cor.

    • Seu comentário seria

      Seu comentário seria pertinente se a própria matéria não tivesse traduzido o vídeo das funcionárias enchendo a garrafa.

      A materia fala sobre o vídeo e ainda mostra o citado vídeo, mas parece que vc simplesmente não leu a notícia inteira e decidiu ser expert unicamente pela foto do início.

      Além do que, a água é só um dos muitos absurdos e desrespeitos que a empresa vem praticando com a conivência do judiciário contra seus funcionários. Motivos não faltam pra acusá-la, mas você decidiu partir em defesa por um único e equivocado ponto de quem se quer se deu ao trabalho de ler a matéria.

  10. + comentários

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