A celebração pela volta do emprego é fumaça, por Luis Nassif

O país, como um todo, teve queda de 4,3%, em relação ao 2o trimestre de 2015. No Nordeste, a queda foi de 12,2%; no Sudeste, de 3%. Cresceram apenas o Norte e o Centro-Oeste, provavelmente puxados pelo boom dos commodities.

Foto: Reprodução

Vamos começar nosso Raio-X da Pesquisa Nacional de Amostragem de Domicílio com a comparação do nível de empregos no 2o trimestre de 2021, em comparação com o 1o trimestre.

Há indicadores positivos, como o aumento da população ocupada em 1,083 milhão e a queda da subocupada em 351 mil.

Em relação ao segundo trimestre de 2020, o avanço pode ser percebido no gráfico abaixo.

Quando se compara com o 2o trimestre de 2019 – com o país ainda em crise – percebe-se a irrelevância dos dados atuais: queda de todos os setores, com exceção de Agricultura e Informação e Comunicação.

No corte regional, fica claro quanto a redução dos programas sociais – a partir do governo Temer – afetou o Nordeste. Aqui, um gráfico tomando 2o trimestre de 2015 como Base 100.

O país, como um todo, teve queda de 4,3%, em relação ao 2o trimestre de 2015. No Nordeste, a queda foi de 12,2%; no Sudeste, de 3%. Cresceram apenas o Norte e o Centro-Oeste, provavelmente puxados pelo boom dos commodities.

Vamos ver o comportamento das regiões, de acordo com os setores que mais cresceram e os que mais caíram desde o 2o trimestre de 2019.

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