Início Memória

Memória

O centenário de Paulo Freire, de Rogério Faria e Daniel Brás

Tirinhas em homenagem ao centenário do grande Educador

Paulo Freire, um alfabeto de esperança, por Paolo Vittoria

Há cem anos nasceu o grande educador brasileiro que lutou por "uma pedagogia dos oprimidos" e foi perseguido pelo regime. Ainda hoje Bolsonaro insulta sua memória

“Dialéctica Y Libertad”, relembrando Paulo Freire, por José Luís Fiori

Apesar de sua imensa complexidade, é possível falar e classificar as ações humanas em pelo menos dois grandes tipos, segundo a posição hierárquica do ator: as “ações massificadoras ou dominadoras” e as “ações conscientizadoras ou libertadoras”.

O centenário de Paulo Freire, o Patrono da educação brasileira, por Rômulo Moreira

Ao falar sobre Educação, Paulo Freire partia de um pressuposto segundo o qual “não há docência sem discência”, pois “quem ensina aprende ao ensinar e quem aprende ensina ao aprender.”

Carta ao Mamberti, por Marcelo de Mattos

Descubro que ficaram palavras tantas e gestos amordaçados que rompem as manhãs, estas mesmas nossas manhãs de incertezas, assombradas pelo terror tirânico, o arbítrio e o medo.

Enedina Alves Marques, a primeira engenheira negra do Brasil, por Luis Gustavo Reis

Enedina faleceu em agosto de 1981, durante o rigoroso inverno paranaense. Foi preciso descer à sepultura para que traços de sua trajetória fossem recompostos e alguns agraciamentos pipocassem na cidade que ajudou a construir.

E Tinhorão foi embora…, por Gilberto Maringoni

Mas seu diferencial maior era a capacidade de análise, dotada de rigor e método admiráveis. Marxista de carteirinha, não era o tipo de arrotar teoria, mas de valer-se dela, sem derrapar para ecletismos fáceis.

Brasil perde a lucidez de Roberto Romano

Um dos nomes mais importantes das Ciências Humanas no Brasil, o filósofo, escritor e professor Roberto Romano morreu nesta quinta-feira (22), aos 75 anos, devido a complicações decorrentes de Covid-19.

Mídia Editorial: 25 anos da morte de Ênio Silveira, por Alexandre Coslei

Corajoso, Ênio Silveira é referência de um tempo em que o editor servia à cultura, não ao mercado.

Vão meter ferro no boi ou no diabo que o carregue!

Mário Pinheiro interpreta A VACINA OBRIGATÓRIA. Resgate de Luciano Hortencio.

José Paulo Bisol, por Jorge Alberto Benitz

Tendo que fazer todas as semanas hemodiálise e não podendo mais ler, uma de suas paixões, porque estava quase cego, ele se lançou a aprender piano.

Morre o ex-senador José Paulo Bisol, vice de Lula na eleição de 1989

Mesmo sem ocupar cargo político, Bisol estava filiado ao PT desde 2000. Em nota, a bancada do partido na Câmara prestou homenagem ao ex-senador

Ricardo Carvalho: vai-se mais um bom repórter, por Marcelo Auler

Na Folha, coube a Ricardão divulgar, em 30 de março de 1978, a primeira lista de desaparecidos políticos.

Morre Marco Maciel, ex-vice-presidente da República da era FHC

Maciel estava internado em um hospital da capital do DF, por causa de complicações do mal de Alzheimer e morreu de falência de múltiplos órgãos. Nas redes sociais, políticos como ACM Neto e Ciro Gomes lamentaram a morte

Samuel Machado Filho – RIP, por Luciano Hortencio

À época da Minhateca, Samuel disponibilizou tudo que tinha em termos de fonogramas. Não guardava nada para si. Era mão aberta.

Obrigado, Mascarenhas!, por Bruno de Pierro

Mascarenhas deixa como maior legado (imaterial) o entusiasmo que plantou em tantas mentes e corações em início de carreira. Tantos pesquisadores que recebia, sem rodeios e crises de ego inflado.

Os bons estão nos deixando, por Marcelo Auler

Auler traz uma crônica de despedida do amigo jornalista José Ribamar de Oliveira Junior

Liberdade de imprensa: uma foto e seu papel na história, por Nelson Oliveira

A Culpa é da Foto estreou em setembro de 2015, ao ser exibido no 48º Festival de Brasília do Cinema Brasileiro. Recebeu o prêmio de melhor curta-metragem pelo júri oficial com o Troféu Brasília.

Hoje o céu estará em festa, lá se vai Nelson Sargento, por Eduardo Jones

Nelson se virava para sobreviver e manter sua família, cantando, compondo, pintando paredes e quadros naif.

O Direito, o Poder, a Justiça e o Processo – o pensamento de Calmon...

Nunca ficou em cima do muro para ver melhor os dois lados; o seu ofício era trabalhar o mais imorredouro tema da humanidade, que são as paixões, os ódios e os conflitos do homem: o cerne da vida

Leia também

Últimas notícias