Todas as informações colocadas no sistema de registro de imunização do SUS (Sistema Único de Saúde) são rastreáveis e feitas mediante cadastro, segundo informações do Ministério da Saúde.
Em nota oficial, a pasta ressaltou que “não há relato de invasão externa ou de acesso sem cadastro ao sistema”.
Ao mesmo tempo, o ministério afirmou que mantém “rotina para a sua segurança” e que regularmente passa por auditorias.
Desde o início das investigações por parte da Polícia Federal, o Ministério da Saúde afirmou que mantém conduta alinhada à Controladoria-Geral da União (CGU) e em consonância com a Lei de Acesso à Informação.
“O Ministério da Saúde informa que colabora com as investigações da Polícia Federal na forma da lei e segue à disposição das autoridades”, reafirmou a pasta.
O posicionamento se deu em meio às investigações da Operação Venire, que investiga a inserção de informações falsas nos sistemas do Ministério da Saúde.
Até o momento, 16 mandados de busca e apreensão e seis mandados de prisão foram emitidos. Entre os detidos, está o tenente-coronel Mauro Cid, ex-ajudante de ordens do ex-presidente Jair Bolsonaro.
As informações são da Agência Brasil.
Jicxjo
3 de maio de 2023 11:41 pmAs investigações não dizem que houve invasão ao sistema do MS, pelo contrário. Quem inseriu os dados falsos aparentemente foi um secretário de saúde sem caráter, capachão, sabujo, mas supostamente credenciado/habilitado para uso do sistema. O resto é diversionismo bolsonarista. Da mesma forma, são ridículas as “explicações” de Bozo de que nunca tomou a vacina. Não é isso que está em questão, mas a inserção temporária de dados falsos com o único objetivo de gerar um certificado de vacinação no ConecteSUS.