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Romero Jucá

O grande acordo nacional segue causando espanto, por João Filho

Jornal GGN - Mesmo com seu enredo anunciado em gravações do senador Romero Jucá (PMDB-RR), a novela do grande acordo nacional continua espantando muita gente. A opinião é de João Filho, em artigo analisando a indicação de Alexandre de Moraes para o Supremo Tribunal Federal.

O Grande Acordo Nacional teve um espetáculo teatral na Comissão de Constituição e Justiça, onde Moraes foi sabatinado pelos senadores. “Parecia até aquele bate-papo gostoso que Temer teve com jornalistas no Roda Viva”, relembra o jornalista.

“O romance entre os poderes esquentou no Love Boat, se solidificou no Senado e pode durar até 2043, quando termina o mandato de Moraes”, afirma João Filho.

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Romero Jucá recua de PEC que blindava linha sucessória presidencial

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Jornal GGN - Após repercussão negativa até entre os próprios parlamentares, o senador Romero Jucá (PMDB-RR), presidente nacional de seu partido e líder do governo no Senado, decidiu retirar a tramitação de Proposta de Emenda Constitucional (PEC) que tentava blindar os membros da linha sucessória presidencial.
 
A PEC foi protocolada na última quarta-feira (17) e dizia que os presidente da Câmara, do Senado e do Supremo Tribunal Federal (STF) teriam o direito de não serem investigados por eventuais crimes ocorridos antes do mandato, enquanto ocuparem o cargo.
 
A regra já vale atualmente para o presidente da República. Jucá disse que desistiu da PEC atendendo a pedido de Eunício Oliveira (PMDB-CE), presidente do Senado. Antes da retirada da tramitação, José Aníbal (PSDB-SP), disse que iria encaminharia um pedido para a Mesa Diretora do Senado para tirar sua assinatura da lista de apoios.

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PEC de Jucá blinda membros da linha sucessória presidencial

 
Jornal GGN - Nesta quarta-feira (15), o senador Romero Jucá (PMDB-RR), apresentou uma Proposta de Emenda à Constitucional (PEC 3/2017) que suspende investigações contra os membros da linha sucessória presidencial, como o presidente da Câmara dos Deputados.
 
A PEC do líder do governo no Congresso é similar a um dispositivo constitucional que protege o presidente da República de investigações por atos cometidos fora do mandato. A iniciativa protege os chefes da Câmara, do Senado e do Supremo Tribunal Federal das ações da Procuradoria-Geral da República e do STF enquanto o investigado estiver comandando o Poder Executivo, no caso de impedimento de todos os outros na linha sucessória. 
 
A proposta blindaria os presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ) e do Senado, Eunício Oliveira (PMDB-CE) contra investigações por eventuais crimes cometidos antes do início de fevereiro, quando eles iniciaram seus mandatos para os próximos dois anos. 

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Arquivo

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Índio disputará a presidência do Senado com o apoio de Justiça, por J. Carlos de Assis

Movimento Brasil Agora

Índio disputará a presidência do Senado com o apoio de Justiça

por J. Carlos de Assis

Só mesmo a audácia de quem tem infinita ambição e uma extraordinária convicção de que é capaz de enganar a todos, em todo o tempo, e em qualquer lugar pode justificar a audácia com que o senador Eunício de Oliveira, do PMDB, o Índio da debochada lista da Odebrecht, decidiu apresentar-se como candidato à presidência do Senado. Certamente ele conta com o apoio de Justiça, o Renan da lista, e de Caju, o atual líder do Governo Romero Jucá, que formam uma espécie de trio da infâmia.

Há muito que se fala em decadência da representação parlamentar brasileira. A cada novo ciclo ela piora. Entretanto, nunca se supôs que a degeneração pudesse chegar a um ponto tão baixo e com essa estranha aparência de normalidade. Não é difícil explicar esse último ponto. Bombardeada por notícias de corrupção a cada dia, saturada de denúncias infames, a sociedade, conduzida pela imprensa sensacionalista, passa a achar normal o absurdo. E é disso que se aproveitam os canalhas.

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Citado na Lava Jato, Eunício Oliveira deve concorrer com Requião pelo comando do Senado

Jornal GGN - A presidência do Senado deve ser disputada em 2017 por um nome apoiado pelo governo Michel Temer, e outro, pelo grupo de oposição. No primeiro caso, Eunício Oliveira, do PMDB do Ceará, pretende assumir o cargo que hoje está com Renan Calheiros e já está em tratativas com Temer. Ele pretende oferecer cargos na mesa ao PT e PSDB para conquistar vantagem sobre Romero Jucá, outro nome cotado no PMDB. Liderando a esquerda, Roberto Requião, do PMDB do Paraná, deve ser o concorrente de Eunício.

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Delação da Odebrecht à Lava Jato desmonta denúncia da Zelotes contra Lula

Força-tarefa da Zelotes diz, sem apresentar provas, que o filho de Lula recebeu propina após a aprovação da Medida Provisória 627/2013. Mas, segundo delação da Odebrecht, os empresários interessados em fazer mudanças na MP procuraram e pagaram, na verdade, quem detinha poder de decisão dentro do Congresso: Romero Jucá e a cúpula do PMDB

Jornal GGN - A delação bombástica de um ex-executivo da Odebrecht que toma conta do noticiário desde sábado (10) também lança dúvidas sobre a última denúncia que o Ministério Público Federal ofereceu à Justiça de Brasília contra o ex-presidente Lula, por tráfico de influência.

Sem apresentar provas, a força-tarefa da Zelotes diz que Lula tentou influenciar na aprovação da Medida Provisória 627/13 para favorecer montadoras que, em troca, pagariam propina a um lobista. Este, por sua vez, faria acertos com um dos filhos do ex-presidente.

Mas os documentos da Odebrecht mostram que quem participou diretamente da "venda" dessa MP ao empresariado foi Romero Jucá (PMDB), que teria falado em nome de Renan Calheiros (PMDB). Do lado da Câmara, a articulação foi feita com Eduardo Cunha (PMDB).

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PGR entra com medida cautelar contra quatro senadores do PMDB no STF

Jornal GGN - A Procuradoria-Geral da República (PGR) pediu ao Supremo Tribunal Federal deferimento de uma medida cautelar no inquérito que apura desvios em contratos na construção da Usina de Belo Monte. Quatro senadores do PMDB são alvos da ação: Romero Jucá, Edison Lobão, Jader Barbalho e Valdir Raupp.

De acordo com o site Os Divergentes, ainda há um quinto nome, mantido em sigilo. O relator do inquérito é o ministro Edson Fachin, e processo está em segredo de justiça desde a última sexta (2). Não há prazo para a decisão.

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O Xadrez da guerra mundial entre os poderes

O Rio de Janeiro é o Brasil amanha, com a combinação de três ingredientes explosivos.

O cenário principal

Este será o cenário social e político daqui para a frente, que servirá de pano de fundo para várias disputas políticas.

·      A crise fiscal, obrigando o governo a impor sacrifícios.

·      Os sacrifícios recaindo sobre os mais fracos e poupando os grandes marajás dos setores político, público e Jurídico.

·      Denúncias que continuarão a fluir da Lava Jato.

·      Uma política econômica que, para desconstruir a Constituição de 1988, não vacilará em aprofundar a crise, através dos instrumentos fiscais e monetários.

Cria-se uma situação de absoluta instabilidade, da qual agentes oportunistas tentarão se valer de uma forma ou outra. O que está acontecendo no Rio de hoje – revoltas populares contra os cortes fiscais, políticos presos, para acentuar mais ainda a demonização da política, é um retrato do processo que entrará em marcha por todo país.

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Com Reforma Política, Câmara vai tentar, de novo, anistiar o caixa 2

Jornal GGN - Depois da tentativa frustrada de passar um projeto para anistiar o caixa 2 e abrandar a pena dos políticos envolvidos na Lava Jato, a Câmara deve tentar de novo executar essa "cláusula" do chamado "acordão" para frear a força-tarefa na discussão sobre a Reforma Política, dentro de poucas semanas.

Segundo o colunista de Os Divergentes Andrei Meirelles, até o PT, na figura do deputado Vicente Cândido, estaria dando apoio velado à medida. O jornalista afirma que o parlamentar era o representante do partido nas articulações da primeira tentativa de se aprovar a anistia.

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Lava Jato não quis saber quem do PSDB discutiu “estancar” a operação

Jornal GGN - No vídeo em que fornece detalhes sobre o chamado "acordão" para "estancar a sangria" que a Lava Jato representa para a classe política, o delator Sergio Machado mostra que tem condições de citar nomes de parlamentares do PSDB que discutiram a tentativa de obstruir a investigação com o senador Romero Jucá (PMDB). Porém, como se vê na gravação, os investigadores preferiram seguir com o interrogatório sem perguntar quem são os tucanos envolvidos no esquema para frear a Lava Jato.

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Janot fará "apuração preliminar" na delação que cita Temer, Aécio e acordão contra Dilma

Jornal GGN - Relator da Lava Jato no Supremo Tribunal Federal, o ministro Teori Zavascki autorizou um pedido feito pelo procurador-geral da República Rodrigo Janot para fazer uma "apuração preliminar" sobre os fatos narrados pela delação premiada do ex-presidente da Transpetro, Sergio Machado. Entre as revelações feitas nessa delação está o acordão do PMDB para barrar a Lava Jato e tirar Dilma Rousseff da presidência da República.  

Em conversa vazada antes da conclusão do impeachment, Machado e Romero Jucá (PMDB), senador e ministro oculto do governo Temer, aparecem debatendo uma espécie de acordo, com aval do "Supremo e tudo", para "estancar a sangria" da Lava Jato. O plano incluia trocar Dilma por Michel Temer o mais rápido possível.

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Juízes entregam a Jucá 73 mil assinaturas contra lei do abuso de autoridade

Jornal GGN - A Associação dos Juízes Federais do Brasil (Ajufe) encaminhou ao SENADOR Romero Jucá (PMDB), relator do projeto de lei do Senado Federal que altera a Lei do Abuso de Autoridade (PLS 280/2016), mais de 73 mil assinaturas contra a proposta colhidas por meio de uma petição online.

Em nota à imprensa, a Ajufe informou que o documento contou com quase 2 mil páginas, que foram inclusas nos autos da tramitação da proposição. A ideia tem patrocínio do senador Renan Calheiros (PMDB), presidente do Senado. Ele e Jucá são investigados pela Operação Lava Jato.

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Como o Congresso vai jogar vinagre na Lava Jato após o impeachment

A ideia é criar uma forma legal de distinção entre caixa 2 e propina, garantindo penas brandas a políticos delatados. Proposta será feita na forma de "jabuti", inserida no pacote anticorrupção ou na reforma política
 
 
Jornal GGN - A jornalista Maria Cristina Fernandes (Valor) publicou, nesta quinta (11), um artigo que poderia dar forma ao plano de Romero Jucá para "estancar a sangria" da Lava Jato: mudar a lei para separar quem enriqueceu com o caixa 2 e quem fez uso da doação eleitoral "por fora" apenas para se eleger.
 
No artigo "A anistia da Lava Jato", Fernandes mostra que está em curso uma operação para elaborar um jabuti (proposta inserida em outro projeto totalmente desconecto) com potencial de incitar uma reação "estratosférica" por parte do Ministério Público.
 
A saída já havia sido antecipada pelo GGN há alguma semanas.
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Com gravata de tubarão, Jucá entra em "clima de Copa" para dar "catimbada no PT"

Jornal GGN - Saiu na Folha de S. Paulo nesta terça (9): "Presidente do PMDB e aliado de Temer, Romero Jucá mantém previsão de 60 votos a favor do relatório que pede o impeachment de Dilma. 'O centro da meta é 60 votos. Um a mais ou um a menos. A minha banda é menor do que a do Banco Central', brincou. Conhecido por integrar a tropa de choque de defesa do presidente interino, Jucá diz que o clima hoje é de final de Copa do Mundo e que estão preparados para a 'catimba' do PT. Veio para a sessão vestido para o embate: usa uma gravata de tubarões."

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Gilmar oferece café a Renan, Jucá e outros aliados de Temer

Jornal GGN - Gilmar Mendes, presidente do TSE (Tribunal Superior Eleitoral), ofecereu na manhã desta quinta-feira (30) um café da manhã para Romero Jucá (PMDB), Renan Calheiros (PMDB) e membros do PSDB e PRB, todos aliados do presidente interino Michel Temer (PMDB).

Segundo informações publicados pela Agência Estado, Gilmar concedeu uma entrevista afirmando que o motivo do encontro foi a discussão de uma agenda mínima de reforma política que inclui as propostas de imposição de cláusula de barreira e fim das coligações partidárias. As eleições 2016 também estiveram em pauta.

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