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Romero Jucá

Em inquérito, PGR diz que Aécio seguiu tratativas de "estancar" Lava Jato

Negociações iniciadas antes do impeachment de Dilma Rousseff para "estancar a sangria" da Lava Jato seguiram até hoje com caciques do PMDB e PSDB, mostra inquérito
 

Foto: José Cruz/Agência Brasil
 
Jornal GGN - A conclusão da Procuradoria-Geral da República é que não há dúvidas de que Aécio Neves (PSDB-MG) atuou para barrar o avanço da Operação Lava Jato. Além das já divulgadas conversas grampeadas de Aécio com Joesley Batista, elaborando um plano para frear as investigações, com o conhecimento de Michel Temer e pressionando pela troca do ministro da Justiça e do diretor da Polícia Federal, o senador aparece articulando a obstrução com o senador Romerto Jucá (PMDB-RR).
 
Até agora já foram liberados os trechos em que Aécio conversa com Joesley Batista, dono da JBS, em encontro no Hotel Unique, em São Paulo, no dia 24 de março. Na ocasião, o tucano revelou ao empresário que pressionou o presidente Michel Temer, juntamente com outros empresários, para modificar a direção da PF, substituindo o diretor-geral Leandro Daiello.
 
Aécio também narrou ter comentado com Temer para que o governo fizesse uma 'mea culpa' durante a deflagração da Operação Carne Fraca, junto aos frigoríficos. A intenção do parlamentar era limitar as investigações, aproveitando a oportunidade dos apontados abusos dos delegados que impactaram as empresas nacionais naquele mês, e tirar o diretor-geral do órgão.
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Jucá vê 2018 como possível disputa entre "bravateiros, justiceiros e outsiders"

Foto: PMDB
 
Jornal GGN - A Agência Pública divulgou, na última semana, uma reportagem exclusiva sobre a trajetória política e o atual papel do senador Romero Jucá junto ao governo Temer, passando pelas críticas do arquiteto de impeachment sobre as consequências da parceria mídia-Lava Jato para a classe política.
 
"Na visão do senador, há uma campanha em curso, liderada pelo Ministério Público Federal e com o apoio da Rede Globo, para exterminar a classe política. 'Os políticos estão encurralados. Primeiro por causa dos erros, mas estamos fazendo uma transição correta, os resultados do país são animadores, mas a imprensa, principalmente a Globo, com o Jornal Nacional, está detonando a política. Eles querem mudar o status quo, mas acho um erro. Você tem que cobrar novos procedimentos e fazer uma transição para melhorar a classe política. Leia mais »
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PF faz buscas com pessoas ligadas a Jucá, Renan e Sarney


Foto: Reprodução
 
Jornal GNN - A Polícia Federal deflagrou uma nova fase da Operação Satélites, um dos desdobramentos da Operação Lava Jato, nesta sexta-feira (28). Foram cumpridos mandados de buscas e apreensões no escritório do advogado Bruno Mendes, ligado ao senador Renan Calheiros (PMDB-AL), na residência de uma ex-assessora de Romero Jucá (PMDB-RR), na casa de um assessor do ex-senador José Sarney (PMDB), e de outra pessoa ligada ao senador Garibaldi Alves (PMDB-RN).
 
Um dos principais alvos das investigações realizadas nesta sexta foram relacionadas ao advogado Bruno Mendes. A etapa de hoje buscou trazer novas informações sobre irregularidades praticadas na estatal Transpetro, além de investigar contratos da Petrobras com as empresas NM Engenharia e NM Serviços.
 
A investigação tem como base as delações premiadas do ex-presidente da Transpetro, Sérgio Machado, do empresário Nelson Maranaldo e Luiz Fernando Nava Maranaldo. Ao todo, foram 10 mandados de busca e apreensão no Distrito Federal, Alagoas, Sergipe, Rio Grande do Norte e São Paulo.
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Romero Jucá, o tricoteiro de quatro agulhas

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Uma das estrelas da Lava Jato, Jucá é recordista (ao lado de Aécio Neves) nos pedidos de inquérito da nova fase da investigação (Foto: PMDB)

Da Agência Pública

 
Presidente do PMDB, principal articulador de Michel Temer no Congresso e uma das estrelas da Lava Jato, Romero Jucá defende uma transição no lugar do extermínio da classe política encurralada pelo maior escândalo de corrupção da história
 
por Lucas Ferraz 

O senador Romero Jucá Filho é um homem ligeiro, com um quê de hiperatividade, que veste sempre ternos bem cortados. A gravata costuma ser um modelo slim que o deixa com uma aparência mais jovem que os seus 62 anos. Tem os olhos ariscos. Ao longo dos anos, ele desenvolveu uma particular habilidade de falar ao mesmo tempo com diferentes interlocutores sobre os mais variados assuntos.

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País golpeado: retrocessos marcam um ano de aceitação do impeachment

Multidão foi ao Vale do Anhangabaú, no centro de São Paulo, acompanhar votação na Câmara e prestar apoio à então presidenta Dilma (Foto DANILO RAMOS/RBA)

Impeachment

da Rede Brasil Atual

País golpeado: retrocessos marcam um ano de aceitação do impeachment

Para movimentos sociais e analistas, processo de impedimento iniciado na Câmara pretendia levar ao poder um governo que pudesse promover medidas que jamais seriam aprovadas nas urnas

por Sarah Fernandes e Gabriel Valery

São Paulo – O dia 17 de abril de 2016 entrará para a história como uma data controversa. Foi naquele domingo que a Câmara dos Deputados votou pelo prosseguimento do processo de impeachment da presidenta Dilma Rousseff (PT), eleita em 2014 com 54,5 milhões de votos. Encorajado por uma série de manifestações populares fomentadas pela mídia tradicional, o plenário aprovou “por Deus, pela pátria e pela família”, o encaminhamento do processo para o Senado, após nove horas e 47 minutos de sessão. O motivo principal, mais que o suposto crime de responsabilidade do qual Dilma foi acusada, era levar ao poder um governo que aplicasse um pacote de retrocessos que jamais seria aprovado nas urnas, como defendem movimentos sociais e analistas.

Pelas acusações, Dilma teria cometido crime de responsabilidade por ter assinado decretos de créditos suplementares e cometido as chamadas "pedaladas fiscais". O debate foi árduo, visto que as práticas foram utilizadas por governos anteriores, bem como por diferentes estados. Argumentos à parte, naquele 17 de abril os tais "crimes" foram pouco citados durante a sessão.

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Janot vai pedir investigação contra ministros e senadores do PMDB e PSDB, diz jornal

 
Jornal GGN - Rodrigo Janot, procurador-geral da República, deverá pedir a abertura de inquérito ao Supremo Tribunal Federal (STF) para investigar ministros do governo Michel Temer e também senadores do PMDB e do PSDB citados na delação da Odebrecht.
 
De acordo com a Folha de S. Paulo, a lista do PGR incluiria os ministros Eliseu Padilha e Moreira Franco, o presidente do Senado Eunício Oliveira e os senadores Renan Calheiros, Edison Lobão e Romero Jucá, todos do PMDB. Os tucanos Aécio Neves e José Serra também estariam no pedido de Janot. 
 
O PGR também vai pedir o desmembramento para instâncias inferiores de casos de políticos sem foro privilegiado mas também mencionados nas delações da Odebrecht, como Dilma Rousseff, Luiz Inácio Lula da Silva, Guido Mantega e Antonio Palocci.

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O grande acordo nacional segue causando espanto, por João Filho

Jornal GGN - Mesmo com seu enredo anunciado em gravações do senador Romero Jucá (PMDB-RR), a novela do grande acordo nacional continua espantando muita gente. A opinião é de João Filho, em artigo analisando a indicação de Alexandre de Moraes para o Supremo Tribunal Federal.

O Grande Acordo Nacional teve um espetáculo teatral na Comissão de Constituição e Justiça, onde Moraes foi sabatinado pelos senadores. “Parecia até aquele bate-papo gostoso que Temer teve com jornalistas no Roda Viva”, relembra o jornalista.

“O romance entre os poderes esquentou no Love Boat, se solidificou no Senado e pode durar até 2043, quando termina o mandato de Moraes”, afirma João Filho.

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Romero Jucá recua de PEC que blindava linha sucessória presidencial

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Jornal GGN - Após repercussão negativa até entre os próprios parlamentares, o senador Romero Jucá (PMDB-RR), presidente nacional de seu partido e líder do governo no Senado, decidiu retirar a tramitação de Proposta de Emenda Constitucional (PEC) que tentava blindar os membros da linha sucessória presidencial.
 
A PEC foi protocolada na última quarta-feira (17) e dizia que os presidente da Câmara, do Senado e do Supremo Tribunal Federal (STF) teriam o direito de não serem investigados por eventuais crimes ocorridos antes do mandato, enquanto ocuparem o cargo.
 
A regra já vale atualmente para o presidente da República. Jucá disse que desistiu da PEC atendendo a pedido de Eunício Oliveira (PMDB-CE), presidente do Senado. Antes da retirada da tramitação, José Aníbal (PSDB-SP), disse que iria encaminharia um pedido para a Mesa Diretora do Senado para tirar sua assinatura da lista de apoios.

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PEC de Jucá blinda membros da linha sucessória presidencial

 
Jornal GGN - Nesta quarta-feira (15), o senador Romero Jucá (PMDB-RR), apresentou uma Proposta de Emenda à Constitucional (PEC 3/2017) que suspende investigações contra os membros da linha sucessória presidencial, como o presidente da Câmara dos Deputados.
 
A PEC do líder do governo no Congresso é similar a um dispositivo constitucional que protege o presidente da República de investigações por atos cometidos fora do mandato. A iniciativa protege os chefes da Câmara, do Senado e do Supremo Tribunal Federal das ações da Procuradoria-Geral da República e do STF enquanto o investigado estiver comandando o Poder Executivo, no caso de impedimento de todos os outros na linha sucessória. 
 
A proposta blindaria os presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ) e do Senado, Eunício Oliveira (PMDB-CE) contra investigações por eventuais crimes cometidos antes do início de fevereiro, quando eles iniciaram seus mandatos para os próximos dois anos. 

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Arquivo

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Índio disputará a presidência do Senado com o apoio de Justiça, por J. Carlos de Assis

Movimento Brasil Agora

Índio disputará a presidência do Senado com o apoio de Justiça

por J. Carlos de Assis

Só mesmo a audácia de quem tem infinita ambição e uma extraordinária convicção de que é capaz de enganar a todos, em todo o tempo, e em qualquer lugar pode justificar a audácia com que o senador Eunício de Oliveira, do PMDB, o Índio da debochada lista da Odebrecht, decidiu apresentar-se como candidato à presidência do Senado. Certamente ele conta com o apoio de Justiça, o Renan da lista, e de Caju, o atual líder do Governo Romero Jucá, que formam uma espécie de trio da infâmia.

Há muito que se fala em decadência da representação parlamentar brasileira. A cada novo ciclo ela piora. Entretanto, nunca se supôs que a degeneração pudesse chegar a um ponto tão baixo e com essa estranha aparência de normalidade. Não é difícil explicar esse último ponto. Bombardeada por notícias de corrupção a cada dia, saturada de denúncias infames, a sociedade, conduzida pela imprensa sensacionalista, passa a achar normal o absurdo. E é disso que se aproveitam os canalhas.

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Citado na Lava Jato, Eunício Oliveira deve concorrer com Requião pelo comando do Senado

Jornal GGN - A presidência do Senado deve ser disputada em 2017 por um nome apoiado pelo governo Michel Temer, e outro, pelo grupo de oposição. No primeiro caso, Eunício Oliveira, do PMDB do Ceará, pretende assumir o cargo que hoje está com Renan Calheiros e já está em tratativas com Temer. Ele pretende oferecer cargos na mesa ao PT e PSDB para conquistar vantagem sobre Romero Jucá, outro nome cotado no PMDB. Liderando a esquerda, Roberto Requião, do PMDB do Paraná, deve ser o concorrente de Eunício.

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Delação da Odebrecht à Lava Jato desmonta denúncia da Zelotes contra Lula

Força-tarefa da Zelotes diz, sem apresentar provas, que o filho de Lula recebeu propina após a aprovação da Medida Provisória 627/2013. Mas, segundo delação da Odebrecht, os empresários interessados em fazer mudanças na MP procuraram e pagaram, na verdade, quem detinha poder de decisão dentro do Congresso: Romero Jucá e a cúpula do PMDB

Jornal GGN - A delação bombástica de um ex-executivo da Odebrecht que toma conta do noticiário desde sábado (10) também lança dúvidas sobre a última denúncia que o Ministério Público Federal ofereceu à Justiça de Brasília contra o ex-presidente Lula, por tráfico de influência.

Sem apresentar provas, a força-tarefa da Zelotes diz que Lula tentou influenciar na aprovação da Medida Provisória 627/13 para favorecer montadoras que, em troca, pagariam propina a um lobista. Este, por sua vez, faria acertos com um dos filhos do ex-presidente.

Mas os documentos da Odebrecht mostram que quem participou diretamente da "venda" dessa MP ao empresariado foi Romero Jucá (PMDB), que teria falado em nome de Renan Calheiros (PMDB). Do lado da Câmara, a articulação foi feita com Eduardo Cunha (PMDB).

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PGR entra com medida cautelar contra quatro senadores do PMDB no STF

Jornal GGN - A Procuradoria-Geral da República (PGR) pediu ao Supremo Tribunal Federal deferimento de uma medida cautelar no inquérito que apura desvios em contratos na construção da Usina de Belo Monte. Quatro senadores do PMDB são alvos da ação: Romero Jucá, Edison Lobão, Jader Barbalho e Valdir Raupp.

De acordo com o site Os Divergentes, ainda há um quinto nome, mantido em sigilo. O relator do inquérito é o ministro Edson Fachin, e processo está em segredo de justiça desde a última sexta (2). Não há prazo para a decisão.

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O Xadrez da guerra mundial entre os poderes

O Rio de Janeiro é o Brasil amanha, com a combinação de três ingredientes explosivos.

O cenário principal

Este será o cenário social e político daqui para a frente, que servirá de pano de fundo para várias disputas políticas.

·      A crise fiscal, obrigando o governo a impor sacrifícios.

·      Os sacrifícios recaindo sobre os mais fracos e poupando os grandes marajás dos setores político, público e Jurídico.

·      Denúncias que continuarão a fluir da Lava Jato.

·      Uma política econômica que, para desconstruir a Constituição de 1988, não vacilará em aprofundar a crise, através dos instrumentos fiscais e monetários.

Cria-se uma situação de absoluta instabilidade, da qual agentes oportunistas tentarão se valer de uma forma ou outra. O que está acontecendo no Rio de hoje – revoltas populares contra os cortes fiscais, políticos presos, para acentuar mais ainda a demonização da política, é um retrato do processo que entrará em marcha por todo país.

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Com Reforma Política, Câmara vai tentar, de novo, anistiar o caixa 2

Jornal GGN - Depois da tentativa frustrada de passar um projeto para anistiar o caixa 2 e abrandar a pena dos políticos envolvidos na Lava Jato, a Câmara deve tentar de novo executar essa "cláusula" do chamado "acordão" para frear a força-tarefa na discussão sobre a Reforma Política, dentro de poucas semanas.

Segundo o colunista de Os Divergentes Andrei Meirelles, até o PT, na figura do deputado Vicente Cândido, estaria dando apoio velado à medida. O jornalista afirma que o parlamentar era o representante do partido nas articulações da primeira tentativa de se aprovar a anistia.

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