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Representatividade, cooptação, mídias hegemônicas e a revolução brasileira, por Cesar Calejon

Quais são os limites entre representatividade e cooptação? O que se entende por revolução, efetivamente, no Brasil durante o começo do século XXI?

A revolta absurda e o fascismo, por Paulo Fernandes Silveira

Talvez seja interessante retomar essas ideias e posições para pensarmos sobre as recentes manifestações fascistas vividas no Brasil.

Redução do Encarceramento – Diante do colapso, não há o que se comemorar, por...

O fato incontroverso é que o sistema prisional continua em colapso, com muito mais presos para vagas, vide decisão na ADPF 347 pelo STF - estado de coisas inconstitucional das prisões brasileiras.

130 anos da Rerum Novarum: A doutrina social católica e o direito do trabalho...

Para a Santa Sé a sociedade burguesa representava a derrocada da humanidade prestando-se a impulsionar algo ainda pior, o socialismo e o comunismo.

O Direito, o Poder, a Justiça e o Processo – o pensamento de Calmon...

Nunca ficou em cima do muro para ver melhor os dois lados; o seu ofício era trabalhar o mais imorredouro tema da humanidade, que são as paixões, os ódios e os conflitos do homem: o cerne da vida

O Brasil do insulto, por Henrique Matthiesen

Precisamos de uma mensagem de unidade nacional baseada no desarmamento polarizante, onde as pontes do diálogo e do desenvolvimento econômico, social e humanístico sejam o cerne da política nacional.

13 de maio – adorei as almas!, por Mariana Nassif

"E num é, fia, que tá cheio de gente de carne e osso que ninguém nem vê?" - é isso, tia maria, é bem isso.

Advogados defendem responsabilização criminal de Moro e membros da Lava Jato

O parecer foi elaborado pelo grupo de trabalho formado pelos advogados Jorge Folena, Kátia Tavares e Antônio Seixas.

Israel dá um exemplo ao mundo… e esse exemplo não é bom, por Fábio...

O desejo de exercer um poder ilimitado é muito sedutor. A submissão voluntária das pessoas à tirania é um paradoxo político bem conhecido.

No dia 13 de maio de 2021, A CUT Rio denuncia o Racismo Estatal

A Chacina do Jacarezinho reafirma a política colonial do intendente Claudio Castro que inaugurou o governo do estado do Rio de Janeiro através da política de extermínio da população negra e pobre com tiro na cabecinha.

O triste terrorismo de Estado praticado por Israel e as perguntas para as quais...

Assim como eu, como Roger Walters, Umberto Eco, Saramago e muitos outros escritores e artistas ativistas pela paz não encontram respostas para os atos de Israel.

A missão dos Blade Runners cariocas, por Fábio de Oliveira Ribeiro

Os evangélicos odeiam os índios e desprezam os negros. A intolerância politizada deles está provocando uma regressão evidente. Esse fenômeno pode ser medido pela chacina recente que ocorreu no Rio de Janeiro.

A previsibilidade da chacina no Jacarezinho, por Saulo Barbosa Santiago dos Santos

Em 2019 houve uma ação da polícia que conseguiu apreender quase 20 vezes mais fuzis do que os apreendidos no Jacarezinho e, pasmem, sem um tiro sequer, e mais, nenhum morto ou ferido, nada. Foi num morro? Não.

Na beirada do abismo, Bolsonaro disfarça o desespero, por Fábio de Oliveira Ribeiro

Bolsonaro é um caso único de ignorância militar. Ele parece acreditar que venceu a eleição com a mesma audácia utilizada por Felipe II, o caolho, na Batalha de Queroneia (338 aC).

Maturana: sem cooperação e alteridade, não há futuro, por Antônio Sales Rios Neto

Biólogo chileno, falecido recentemente, influenciou as ciências sociais com seus estudos sobre os seres vivos. Crítico das lógicas neoliberais, constatou, pela teoria da autopoiese: humanidade pode reconstruir o mundo, mas evolução só vem a partir do Cuidado

Ação, palanque, barbárie e bônus, por Ricardo Mezavila

Com vinte e nove mortos até o momento, a chacina na Favela do Jacarezinho tem servido de anabolizante para a campanha de Bolsonaro à reeleição.

Jacarezinho: A maior chacina da história da última semana, por Ricardo Mezavila

O subsecretário usou termos vulgarmente utilizados pelo grupo que apoia o presidente da república, como 'ativismo judicial', exatamente quando o presidente trava queda de braço com o STF.

Era uma vez um país chamado Brasil, por Eduardo Ramos

Há vergonhas, humilhações, que se as instituições deixam passar por covardia pusilânime, causam esse efeito. Vou além: Bolsonaro é consequência direta daquele dia. Cegos não enxergam isso!

Mães & Filhos, por Thiago Rodrigues Cardin

Às mães de todas as vítimas mortas pelas mãos do Estado brasileiro (em guerra ininterrupta contra seu próprio povo), todo o amor do mundo.

Unha & carne, por Aracy Balbani

Qual a explicação convincente para que Mandetta e Lorenzoni, dois correligionários tão ligados como unha e carne desde muito antes da campanha de 2018, e escolhidos a dedo por Bolsonaro, tenham acabado adotando falas e posturas divergentes?

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