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Literatura

Cada vez mais espantosa, continua a horrível metamorfose de Bolsonaro, por Sebastião Nunes

O genocida é tão monstruoso que nem nos meus maiores delírios consigo retratá-lo como é. Nem eu nem os artistas medievais. Mesmo assim continuo tentando.

Uns idiotas me pararam, por Romério Rômulo

só eles sabem e eu nem sou a revelação de um segredo.

Faz sismo, mas eu me levanto, por José Carlos Peliano

corre ao chão betoneira ativa / me aprumo com o sabiá / no canto que traz sempre viva / a graça da vida que há

A espantosa transformação de Jair Messias num animal monstruoso, por Sebastião Nunes

Porque sinto que, de provocação em provocação, de deboche em deboche, o genocida/ecocida Jair Messias chegará a um ponto tal de loucura que será derrubado, de uma forma ou de outra, pela própria insensibilidade.

Não consigo me livrar desse poema, por Romério Rômulo

o medo que me promete a explosão da carne é o medo da pele que me come e eu não vejo.

Começando a percorrer a floresta e visualizando os primeiros pomares, por Sebastião Nunes

Enquanto o país despenca no abismo e o genocida/ecocida brinca de presidente, a resistência pela literatura continua. Sei que importa muito pouco - ou nada -, mas é minha forma de lutar contra o caos que nos ofende, humilha e mata.

Livro reúne histórias de estudantes revolucionários

“21 Histórias de estudantes que mudaram a escola” é coletânea de casos de adolescentes como Mohamad al Jounde, que construiu escola em campo de refugiados e Juliana dos Santos Santana, que lutou pela educação indígena

A musa te arquiva entre os devassos, por Romério Rômulo

a musa é a dura madrugada que te consome a carne numa espada

As maravilhas por descobrir na imensa floresta de livros-frutas, por Sebastião Nunes

Continuo insistindo na distopia porque acredito no ditado que reza: "Água mole em pedra dura, tanto bate até que fura". Quem sabe, de tanto bater na cara dura do genocida, acordamos os brasileiros para uma frente geral contra o monstro? Em frente, pois!

Obra de Rosa Luxemburgo é lançada

A cientista, professora e militante marxista Rosa Luxemburgo defende a tese de que, para se expandir e acumular, o capitalismo necessitou de seu braço político, o imperialismo.

Faz sismo, mas eu me levanto, por José Carlos Peliano

dos pés derrapa nosso chão / dos olhos escapa o futuro / falta juntar quando e então / para o como se ter maduro

A culpa é sua, por Tiago Muniz Cavalcanti

Pelo político desalmado / hospital superlotado / oxigênio sonegado / direito roubado, arrancado, saqueado

3 de janeiro de 1898, por Romério Rômulo

nascido, prestes conta as dores dos desiguais na vida, dos sedentos, dos famintos de esperança e trato.

Termina a leitura e vai recomeçar a lambança, por Sebastião Nunes

Continuando a distopia, nossos amigos perseguem uma verdade impura e corrompida, como tudo no reino dos canalhas e do genocida, que nunca enxerga as maldades nas quais atola o país.

Por todos os vilões que me abatem, por Romério Rômulo

O vento que tempera seus cabelos por muito menos rende-me os amores

Continua a leitura e o desencanto com o mundo em que vivemos, por Sebastião...

Escrever ficção-não-ficção é complicado, porque é preciso manter a lógica e a sequência. Segue mais um capítulo da distopia 2084, com meus amigos recém-mortos continuando na briga contra o genocida e seus semelhantes.

O pomar da sabedoria-não-sabedoria e as árvores da confusão, por Sebastião Nunes

O pomar da sabedoria-não-sabedoria e as árvores da confusão por Sebastião Nunes O não-lugar em que nossos amigos caíram depois de despencarem no abismo era tão...

As coisas de Caravaggio, 3. Por Romério Rômulo

quanta coisa me faz ser anjo podre ou demônio marcado de ciências?

No meio da confusão, nossos amigos imortais-mortais-imortais meditam, por Sebastião Nunes

Se o Jair Messias é um genocida em larga escala, merece ser julgado e condenado por uma corte internacional. Se nossos juristas não servem nem pra se limpar a bunda com suas leis covardes e tendenciosas, vamos torcer para que os lá de fora legislem por nós.

Caravaggio, 1, por Romério Rômulo

o meu suor é um extrato de serpente rasgado pela noite mal dormida

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