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Jean Pierre Chauvin lança romance sobre mundo distópico

Evento será hoje, 7 de setembro, com pré-lançamento do livro ‘Mil, uma distopia’ e será transmitido a partir das 19h no Instagram da Editora Luva.

Nova longa pausa (talvez) nesses acontecimentos futuros, por Sebastião Nunes

Faço então uma espécie de despedida, que sugere a ausência, com a participação dos amigos mortos e o fechamento de Sancho Pança, que me dá a necessária licença para sair de campo.

Aos berros, o genocida vomitador Jair Messias despenca do nada no nada, por Sebastião...

Enquanto o genocida doido varrido continua a nos atormentar e a ridicularizar o Brasil diante do mundo, meus amigos mortos tentam, devagar e sempre, escapar da armadilha em que se meteram.

Desculpem, mas um desfile infinito de formigas me proíbe voltar ao anúncio, por Sebastião...

Enquanto cá embaixo o genocida continua fazendo merda, lá em cima os vômitos de seu alter ego espantam meus amigos mortos, que tentam compreender o incompreensível.

Nelson Rodrigues, o reacionário da boca pra fora, por Urariano Mota

O recifense Nelson Rodrigues, desde o nascimento em uma sexta-feira 23 de agosto de 1912, atravessou muitas vidas e rostos. E contradições das mais diversas

“Todos os anos passas, indiferente, pela data de aniversário de tua morte”, por Sebastião...

Enquanto o genocida Jair Messias continua vomitando os mortos que ajudou a assassinar, nossos amigos relembram os dias de suas próprias mortes.

Eu por aqui vou derreter martelos, por Romério Rômulo

Quantas aguadas vivo sobre mim / Dura canção que me corrói o osso?

Com sangue, suor e dúvidas, o anúncio segue em frente, por Sebastião Nunes

Enquanto o genocida desaba e vê seu futuro político se derreter, eu e meus amigos mortos continuamos nos divertindo com a venda do Rio de Janeiro.

E quando eu fosse sozinho/Pra sempre no meu desejo, por Romério Rômulo

Te entrego o que não caibo / As reticências travadas

Pausa importante na venda do Rio de Janeiro: uma descoberta horripilante, por Sebastião Nunes

Meus amigos mortos continuam batendo pesado no genocida. Desta vez, o quadrúpede Jair Messias vomita os mortos que engoliu na pandemia. Continuamos sofrendo neste terrível inferno astral.

O meu cavalo é surto quando em pelo, por Romério Rômulo

Posso aterrar as mantas do cabelo que cobrem as manhãs do meu cavalo.

Puxa, como não pensamos nisso antes? O grande impasse, por Sebastião Nunes

Enquanto o genocida não cai e seus asseclas insistem em fazer merda, meus amigos mortos também insistem mas, no caso deles, em vender o Rio de Janeiro. A nova dúvida que ameaça melar o negócio é sobre quem poderá comprar, permutar ou arrendar o Rio.

Quando nos vãos do amor me despedaço, por Romério Rômulo

Amor que me corrói, abraço sobre abraço. O meu amor carece de um pedaço.

Com interferências e dúvidas, o anúncio vai sendo finalizado, por Sebastião Nunes

Enquanto, pendurado pelo rabo, o quadrúpede Jair Messias pasta, nossos amigos se deparam com um problema dos mais sérios na tentativa de vender, permutar ou arrendar o estado do Rio de Janeiro.

A carne bêbada sondava limites, por Romério Rômulo

A carne bêbada sondava limites, uns sobretempos, rumos, cada noite.

Livro com plano para reconstruir o Brasil pós-Bolsonaro é lançado nesta quarta-feira (7)

“Reconstruir a Democracia” chega ao público por meio de evento virtual, às 19h, no canal do Youtube da ADJC. Todos os autores participaram do lançamento

Agora, sim: começa a produção do anúncio para vender o Rio de Janeiro, por...

Continua a luta de meus amigos mortos para se livrarem dos canalhas do Rio de Janeiro, enquanto o burro-asno-jegue Bolsonaro-genocida pasta pendurado pelo rabo. A dificuldade é terminar o anúncio de venda, permuta ou arrendamento, mas um dia eles vão conseguir.

Vim ao mundo rever o meu cangaço,

Amei a sua mão e o seu bagaço de moça vilã chegada e esquecida.

Publicidade é a técnica que os espertos usam para enganar os trouxas, por Sebastião...

Se burrice matasse, o genocida Jair Messias já estaria morto, Por agora, ele tenta escapar do cerco, com o apoio de seus milicianos, em número cada vez menor. Depois daquela crueldade tirando a máscara de uma criança, deve ter perdido mais alguns milhões de seguidores.

Nas terras do Cariri/Onde sou cavalo e laço, por Romério Rômulo

Pego noites de contenda, me estendo no cangaço

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