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O meu cavalo é surto quando em pelo, por Romério Rômulo

Posso aterrar as mantas do cabelo que cobrem as manhãs do meu cavalo.

Puxa, como não pensamos nisso antes? O grande impasse, por Sebastião Nunes

Enquanto o genocida não cai e seus asseclas insistem em fazer merda, meus amigos mortos também insistem mas, no caso deles, em vender o Rio de Janeiro. A nova dúvida que ameaça melar o negócio é sobre quem poderá comprar, permutar ou arrendar o Rio.

Quando nos vãos do amor me despedaço, por Romério Rômulo

Amor que me corrói, abraço sobre abraço. O meu amor carece de um pedaço.

Com interferências e dúvidas, o anúncio vai sendo finalizado, por Sebastião Nunes

Enquanto, pendurado pelo rabo, o quadrúpede Jair Messias pasta, nossos amigos se deparam com um problema dos mais sérios na tentativa de vender, permutar ou arrendar o estado do Rio de Janeiro.

A carne bêbada sondava limites, por Romério Rômulo

A carne bêbada sondava limites, uns sobretempos, rumos, cada noite.

Livro com plano para reconstruir o Brasil pós-Bolsonaro é lançado nesta quarta-feira (7)

“Reconstruir a Democracia” chega ao público por meio de evento virtual, às 19h, no canal do Youtube da ADJC. Todos os autores participaram do lançamento

Agora, sim: começa a produção do anúncio para vender o Rio de Janeiro, por...

Continua a luta de meus amigos mortos para se livrarem dos canalhas do Rio de Janeiro, enquanto o burro-asno-jegue Bolsonaro-genocida pasta pendurado pelo rabo. A dificuldade é terminar o anúncio de venda, permuta ou arrendamento, mas um dia eles vão conseguir.

Vim ao mundo rever o meu cangaço,

Amei a sua mão e o seu bagaço de moça vilã chegada e esquecida.

Publicidade é a técnica que os espertos usam para enganar os trouxas, por Sebastião...

Se burrice matasse, o genocida Jair Messias já estaria morto, Por agora, ele tenta escapar do cerco, com o apoio de seus milicianos, em número cada vez menor. Depois daquela crueldade tirando a máscara de uma criança, deve ter perdido mais alguns milhões de seguidores.

Nas terras do Cariri/Onde sou cavalo e laço, por Romério Rômulo

Pego noites de contenda, me estendo no cangaço

A solução definitiva para vender, permutar ou arrendar o Rio de Janeiro, por Sebastião...

O destino final do Genocida será um julgamento humilhante num Tribunal Internacional. É apenas questão de tempo. Os genocidas nunca escapam impunes. Enquanto esperamos, coloco minha pequena fagulha de humor e dor na fogueira em que ele, o Genocida, será assado.

O poema vai amanhã, Lourdes!, por Romério Rômulo

E se o poema não chegar terei castigos e multas e paixões

Novos problemas sobre como vender, permutar ou arrendar o Rio de Janeiro, por Sebastião...

O problema de meus amigos mortos para vender, permutar ou arrendar o Rio de Janeiro é que está difícil escolher as contrapartidas. Tem canalha demais.

Se você quer me habitar a alma, por Romério Rômulo

Eu vou tirar a terra do meu olho / A terra que me embarga, a solidão.

Esquenta a discussão: não é fácil se livrar do Rio de Janeiro!, por Sebastião...

Continuam meus amigos mortos as tratativas para vender, trocar ou arrendar (por no mínimo 500 anos) o Rio de Janeiro, porém estão empacados no valor do Pão de Açúcar, uma das joias da paisagem carioca. Enquanto isso, Jair Messias continua pastando, dependurado pelo rabo.

Manuelzão e Ouro Preto/Me fizeram velejar, 1, por Romério Rômulo

Nas estradas me quiseram, Nas cadeias me negaram

Um poema para Minas ou para o sol, por Maíra Vasconcelos

Mais uma vez nesse lugar de sol muito forte deram nome até para o escuro do coração

Vender o estado do Rio ou vender São Paulo? A discussão esquenta, por Sebastião...

Continua a discussão sobre a venda do Rio de Janeiro, para livrar o país dos canalhas que infestam o estado. Enquanto isso, pendurado pelo rabo, o genocida Jair Messias continua pastando.

Se entrego à tua mão meu atropelo, por Romério Rômulo

Teu rosto traduzido em Caravaggio. Tua mão como um segredo de Picasso.

Rio de Janeiro: vende-se, permuta-se ou arrenda-se (mínimo de 500 anos), por Sebastião Nunes

Avança a discussão sobre a venda do Estado do Rio. Entre uma ideia e outra, meus amigos mortos se livram do genocida Jair Messias que, mesmo no outro mundo, insistia em espionar.

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