Romério Rômulo (poeta prosador) nasceu em Felixlândia, Minas Gerais, e mora em Ouro Preto, onde é professor de Economia Política da UFOP e um dos fundadores do Instituto Cultural Carlos Scliar – Rio de Janeiro RJ.
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Carla Castanho
Carla Castanho é repórter no Jornal GGN e produtora no canal TVGGN
Nassif: como insistentemente vejo chamadas em seu blog sobre “poesia” do senhor Romério Rómulo, hoje resolvi dar uma espiada no texto. Confesso que não me entusiasmou. Mais parece uma prosa disposta poeticamente. Não se veja nisto desmérito ao artista. Mas poesia, pelo menos no meu tempo (que se confunde com o de Ransés II), seguia outro rumo. O escrito mais se aproxima de um dito hermético ou exótico, de onde não flui o mistério dos bardos, que verdadeiramente poesia. As rima, que me perdoe a sinceridade, parecem pobres. “Andei” com “Casei”; “Não vi” com “Me perdi”. Penso sentir nele um promissor contista, se estendesse os termos, até mesmo mantendo o lirísmo e a verve. Espero que nalgum dia ele consiga alcançar ou o equilíbrio mágico que a poesia cobra ou que se alongue no mistério que o conto exige. Quem sabe, alcance uma linguagem nova. Porém, este de agora ainda não chegou ao seu destino, trazendo dúvida e pairando entre a Poesia e a Prosa Poética.
Gostei disso não: “eu nunca mais me encontrei, eu nunca me perdi”. Triste. De repente, aceito melhor meu rumo de um pouco perdida, preferível, preferível.
jcordeiro
17 de maio de 2014 12:03 pmPoesia ou Prosa Poética?
Nassif: como insistentemente vejo chamadas em seu blog sobre “poesia” do senhor Romério Rómulo, hoje resolvi dar uma espiada no texto. Confesso que não me entusiasmou. Mais parece uma prosa disposta poeticamente. Não se veja nisto desmérito ao artista. Mas poesia, pelo menos no meu tempo (que se confunde com o de Ransés II), seguia outro rumo. O escrito mais se aproxima de um dito hermético ou exótico, de onde não flui o mistério dos bardos, que verdadeiramente poesia. As rima, que me perdoe a sinceridade, parecem pobres. “Andei” com “Casei”; “Não vi” com “Me perdi”. Penso sentir nele um promissor contista, se estendesse os termos, até mesmo mantendo o lirísmo e a verve. Espero que nalgum dia ele consiga alcançar ou o equilíbrio mágico que a poesia cobra ou que se alongue no mistério que o conto exige. Quem sabe, alcance uma linguagem nova. Porém, este de agora ainda não chegou ao seu destino, trazendo dúvida e pairando entre a Poesia e a Prosa Poética.
Maira Vasconcelos
17 de maio de 2014 2:31 pmGostei disso não: “eu nunca
Gostei disso não: “eu nunca mais me encontrei, eu nunca me perdi”. Triste. De repente, aceito melhor meu rumo de um pouco perdida, preferível, preferível.
Cristiana Castro
17 de maio de 2014 7:45 pmTem algum blog onde os poemas
Tem algum blog onde os poemas do RR estão todos juntos?
Pedro Lobato Moura
19 de maio de 2014 3:39 pmeia amor!!
Gostei muito deste
eia amor!!
Gostei muito deste poema, e ouço violas quando o recito!