13 milhões de brasileiros estavam desocupados na primeira semana de setembro

Taxa de desocupação segue estável em 13,7%, segundo dados do IBGE; 4,2% da população estava afastada por conta do distanciamento social

Foto: José Cruz/Agência Brasil

Jornal GGN – Tanto a população desocupada (13 milhões de pessoas) como a taxa de desocupação (13,7%) permaneceram estáveis na primeira semana de setembro, segundo dados da PNAD Covid-19 elaborada pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).

No mesmo período, o total de pessoas com algum sintoma de síndrome gripal recuou de 11,3 milhões (ou 5,3% da população) para 9,9 milhões de pessoas (ou 4,7%).

A população ocupada e não afastada do trabalho, estimada em 76,8 milhões de pessoas, ficou estável em relação à semana anterior (76,1 milhões), mas subiu em relação ao visto na primeira semana de maio (63,9 milhões). Dentre essas pessoas, 8,3 milhões (ou 10,8% da população ocupada e não afastada) trabalhavam remotamente, indicador estável frente à semana anterior (8,3 milhões ou 10,9%).

A PNAD COVID19 estimou em 82,3 milhões a população ocupada do país na semana de 30 de agosto a 05 de setembro, com estabilidade em relação à semana anterior (82,2 milhões de pessoas) e queda em relação à semana de 3 a 9 de maio (83,9 milhões de pessoas).

Cerca de 3,4 milhões (ou 4,2% da população ocupada) estavam afastados do trabalho devido ao distanciamento social. Esse contingente ficou estatisticamente estável frente à semana anterior (3,6 milhões ou 4,4%), mas caiu frente à semana de 3 a 9 de maio (16,6 milhões ou 19,8% dos ocupados).

A taxa de participação na força de trabalho (56%) na semana de 30/08 a 05/09 ficou estável frente à da semana anterior (56,3%) e à primeira semana de maio (55,2%).

A população fora da força de trabalho (que não estava trabalhando nem procurava por trabalho) era de 75 milhões de pessoas, mantendo-se estável em relação à semana anterior (74,4 milhões) e, também, frente à semana de 3 a 9 de maio (76,2 milhões).

Nessa população, cerca de 27,3 milhões de pessoas (ou 36,4% da população fora da força de trabalho) disseram que gostariam de trabalhar, contingente estável frente à semana anterior (26,7milhões ou 35,8%) e à semana de 3 a 9 de maio (27,1 milhões ou 35,5%).

 

 

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