Recado do Nassif: O fascismo, a Lava Jato e a mídia

 

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6 comentários

  1. lembro dos meus tempos de repórter e editor em 94, quando
    começou a pressão ferfnandista e neonliberal….
    desisiti,
    fiz concurso para professor e virei educador do
    ensino fundamental e medio..
    Preferi ser cidadão do que ser jornalista e cidadão de segunda!

  2. Jornalismo engajado

    Durante a Guerra do Iraque, as tropas gringas não permitiam aos jornalistas agir com a mesma liberdade que os colegas deles tiveram durante a Guerra do Vietnã. A maioria deles se engajou nas tropas e cobriu a guerra dentro dos limites estabelecidos pelos militares: com destaque exagerado para as declarações oficiais e para os vídeos de armas inteligentes atingindo alvos previamente designados. A pirotecnia militar substituiu a investigação da verdade factual. A guerra se torna um show midiático que neutraliza e acoberta os crimes eventualmente cometidos pelas tropas norte-americanas.

    Jornalismo lavajateiro

    Durante a guerra semiótica, os juízes não precisavam constranger os jornalistas. Eles tinham ampla liberdade, mas preferiram agir como garotinhos de recado cobrindo a Lava Jato dentro dos limites estabelecidos pela dupla Deltan Dellagnol e Sérgio Moro: com destaque exagerado para as declarações oficiosas e para a edição dos vídeos das prisões dos alvos previamente designados. A pirotecnia jurídica substituiu a verdade factual e neutralizou o Direito possibilitando os crimes eventualmente cometidos pelos heróis lavajateiros.

    Vale pena comparar esses dois fenômenos, pois não?

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