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Crise

AO VIVO: Senado discute a admissibilidade de Impeachment da presidente Dilma

Jornal GGN - Comissão discute admissibilidade do impeachment. Após votação, caso aprovado, a presidente deverá ser informada e o presidente do Supremo Tribunal Federal, Ricardo Lewandowski, deverá assumir este processo. São mais de 60 senadores inscritos para falar. Os debates deverão seguir por todo o dia e também a noite com duas pausas de 1 hora: 12h e 18h. O GGN vai acompanhar os discursos. Os manifestantes serão divididos na Esplanada dos Ministérios, como ocorreu na votação da Câmara. A votação é por maioria simples, ou seja, terá que ter 40 votos mais 1.

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'É difícil terminar mandato com 7% de aprovação', disse Temer em 2015

Então vice-presidente fez a avaliação em setembro de 2015 sobre as dificuldades que Dilma teria que enfrentar para concluir segundo mandato 
 
Então vice-presidente fez a avaliação em setembro de 2015 sobre as dificuldades que Dilma teria que enfrentar para concluir segundo mandato
Foto: José Cruz/ Agência Brasil
 
Jornal GGN - Em setembro de 2015, oito meses antes de ocupar a cadeira de Dilma Rousseff, o então vice-presidente Michel Temer afirmou que seria difícil para a petista concluir o mandato com popularidade que tinha na época, de 10%, completando em seguida: "Se continuar com 7% ou 8% de popularidade, de fato, fica difícil passar 3 anos e meio assim". Quem retoma a informação é portal Brasil 247.
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Esquerda perdeu credibilidade, admite Costas Lapavitsase, do Syriza

Economista grego participou de encontro na Unicamp e destacou também que pensar anticapitalismo não é suficiente para sair da crise 

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A frase é do economista grego Costas Lapavitsas, eleito deputado pelo Syriza em 2015. Para ele, a crise exige pensar que o anticapitalismo é insuficiente e que a esquerda precisa recuperar a credibilidade
 
Por Ana Luíza Matos de Oliveira e Paula Quental
 
Um dos convidados internacionais do 22º Encontro Nacional de Economia Política (Enep), realizado na Unicamp, em Campinas, entre 30 de maio e 2 de junho, o economista grego Costas Lapavitsas, eleito deputado pelo Syriza em 2015, proferiu uma das palestras mais concorridas do encontro, sobre o tema “Políticas de austeridade e as alternativas na periferia em tempos de crise do capitalismo”. Professor de economia na Escola de Estudos Orientais e Africanos, da Universidade de Londres, a SOAS, e autor de vários livros, ele é conhecido por suas críticas ao sistema financeiro ocidental moderno, o qual se dedica a estudar, e às políticas de austeridade.
 
Lapavitsas defende uma ruptura da Grécia com as políticas da União Europeia e menciona com frequência a existência de uma periferia na zona do euro formada por países que, como o seu, têm pouco a ganhar com o mercado comum. Também é um dos maiores entusiastas de um movimento que unifique as esquerdas dos vários países do bloco, embora admita que este seja um processo lento, de longo prazo.
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Crise de Temer aumenta popularidade do PT

Pesquisa do Datafolha divulgada neste domingo revela aumento de popularidade da sigla atingindo 18% das preferências contra 5% de PSDB e PMDB 
 
Gleisi Hoffmann Foto: Lula Marques/Agência PT
Senadora Gleisi Hoffmann quando eleita nova presidente do PT Foto: Lula Marques/Agência PT
 
Jornal GGN - Uma pesquisa do Datafolha publicada neste domingo (25) pela Folha de S.Paulo revela que o PT atingiu sua maior popularidade desde a segunda posse da ex-presidente Dilma Rousseff, em 2015, e continua sendo o partido favorito para 18% da população, a frente de PSDB e PMDB que aparecem empatados com 5%.
 
A popularidade do Partido dos Trabalhadores impressiona em meio aos ataques de credibilidade que sofre desde o processo do Mensalão, que ocorreu entre 2005 e 2006 e, mais recentemente, a Lava Jato. Entretanto, a crise que atingiu o governo de Michel Temer pode explicar o aumento de fluxo popular em favor dos petistas – ainda segundo o Datafolha, apenas 7% dos brasileiros consideram o atual presidente ótimo ou bom, registrando o menor índice desde a gestão José Sarney, datada de setembro de 1989.
 
Por outro lado, o levantamento do Datafolha aponta que a crise política ainda prevalece com 59% dos entrevistados afirmando que não se interessam por nenhum partido. Apenas seis partidos receberam pontuações na pesquisa do instituto, além do PT, PSDB e PMDB. Foram eles: PSOL, PV e PDT, que tiveram, cada um, apenas 1% da preferência na pesquisa.
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A guerra de todos contra todos

Do Canal IE

Neste sexto episódio da série Diário da Crise, do Canal IE, Eduardo Costa Pinto, professor do Instituto de Economia da UFRJ, analisa o impacto da delação da JBS no acirramento do processo de desestabilização institucional vivido pelo país a partir da Lava Jato.

 

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Dallagnol não vende ações que comprou da Petrobras para não "levantar suspeitas"

Foto: Reprodução

Jornal GGN - Em meio a polêmicas sobre a realização de palestras sobre a Lava Jato, o procurador Deltan Dallagnol participou de um evento da XP Investimentos na sexta (23) e, segundo relatos da Infomoney, arrancou gargalhados do público - formado, em sua maioria, por investidores - quando admitiu que é um fracasso no ramo.

Ele comentou que comprou ações da Petrobras, BTG Pactual e Queiroz Galvão anos antes da operação na estatal estourar e, agora que está no prejuízo, não pode vendê-las para não "levantar suspeitas" de "conflito de interesses".

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Datafolha: Temer tem maior rejeição em 28 anos e 81% defendem impeachment

Foto: Lula Marques/PT
 
 
Jornal GGN - Pesquisa Datafolha divulgada neste sábado (24) mostra que Michel Temer bateu o recorde de rejeição aferido pelo instituto nos último 28 anos, perdendo apenas para José Sarney. Após as delações da JBS, Temer mantém apoio de apenas 7% da população. Sarney, em 1989, tinha apoio de 5%.
 
O estudo mostra que o governo Temer é rejeitado por 69% do eleitorado. Outros 23% dos entrevistados consideram a gestão "regular". 
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O que o Cardeal Mazarin pode ensinar ao STF?, por Fábio de Oliveira Ribeiro

 
Existem basicamente duas representações da queda de Dilma Rousseff. A imprensa internacional concluiu que nós sofremos um golpe de estado disfarçado de Impeachment. No Brasil, com exceção dos adoráveis blogues sujos, os jornais, revistas e redes de TV afirmam que o  Impeachment foi legalmente conduzido sendo legítima a posse do usurpador. 
 
Ao assumir, Michel Temer revogou políticas inclusivas, extinguiu  o órgão que facilitava o combate à corrupção, abandonou a defesa dos direitos humanos e afrouxou o combate ao desmatamento. O resultado não poderia ser outro: crescimento da corrupção e do abismo entre ricos e pobres, matanças de sem-terras e índios e a devastação da floresta amazônica. Apesar disso, o usurpador resolveu fazer uma viagem ao exterior.
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Governo Temer já tem nome novo para a PF e Lava Jato reage à mudança

Foto: Agência Brasil

Jornal GGN - O governo Temer pretende trocar o comando da Polícia Federal e fazer mudanças na parte administrativa, o que provocou reação de membro da força-tarefa da Lava Jato. O procurador do núcleo em Curitiba (PR), Carlos dos Santos Lima, apontou, nas redes sociais, que a intenção do ministro da Justiça Torquato Jardim é "barrar as investigações por todo o País". "Sem a Polícia Federal, as investigações oerdem muito de sua força operacional."

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Sakamoto: com ameaças, Temer mostra desespero para aprovar reforma

Foto: Lula Marques/PT

Jornal GGN - O governo Michel Temer está com medo de sofrer um "revés" na votação da reforma trabalhista na CCJ (Comissão de Constituição e Justiça) do Senado, na próxima terça (27), e decidiu, por isso, partir para o ataque. Segundo relatos do blogueiro Leonardo Sakamoto, até senadores da base aliada estão desconfortáveis com as ameaças envolvendo a retirada de cargos daqueles que não honrarem o apoio à reforma.

"Os líderes partidários têm até terça (27) à noite para informar os nomes dos membros que estarão na votação, prevista para o dia seguinte. Se um parlamentar estiver inclinado a votar contra ou se abster, o governo pedirá às lideranças que envie alguem confiável, caso ele próprio não pela para sair", apontou o jornalista.

"(...) o nervosismo desse enquadramento é uma prova de que governo Temer está realmente preocupado com a possibilidade de um revés", explicou.

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Presidente do Conselho de Ética arquiva cassação de Aécio e PT vai recorrer

Foto: George Gianni/PSDB

Jornal GGN - O presidente do Conselho de Ética do Senado, João Alberto Souza (PMDB), alegou que não há elementos suficientes para tentar cassar o mandato de Aécio Neves (PSDB) a reboque das acusações da Lava Jato e decidiu arquivar o processo. 

Aécio foi denunciado ao Conselho após a delação da JBS revelar que o tucano pediu e recebey R$ 2 milhões de Joesley Batista. O montante foi entregue em 4 malas ao primo de Aécio, Frederico Pacheco. Parte dele, segundo a investigação da Polícia Federal, entrou em empresa da família do senador Zezé Perrella, numa possível operação de lavagem de dinheiro.

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No Arraiá dos Batista, por Leo Villanova

por Leo Villanova

Sugestiva fogueira no Arraiá dos Batista.

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Flávia Piovesan fecha os olhos para as violações no Brasil e legitima o golpe lá fora, por Conceição Lemes

do Viomundo

Eleita para a Comissão de Direitos Humanos da OEA, Flávia Piovesan fecha os olhos para as violações no Brasil e legitima o golpe lá fora

por Conceição Lemes

Nesta quarta-feira (21/06), em Cancún, no México, a Assembleia Geral da Organização dos Estados Americanos (OEA) elegeu três dos sete membros Comissão Interamericana de Direitos Humanos (CIDH) para o período 2018-2021.

Um dos novos é Flávia Piovesan, secretária especial de Direitos Humanos do governo Temer.

Como a CIDH atua no monitoramento dos direitos humanos nos 34 estados-membros da OEA, sua candidatura foi denunciada por várias entidades, dentre as quais o Comitê da América Latina e do Caribe para a Defesa dos Direitos das Mulheres (Cladem) e Cladem-Brasil.

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Kátia Abreu se irrita com Marta Suplicy na Comissão de Justiça e Cidadania

Jornal GGN - A senadora Marta Suplicy, do PMDB, passou por momentos de saia justa na Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania. Por mais de uma vez foi admoestada por seus pares por sua postura agressiva. A senadora Kátia Abreu, também do PMDB, deu-lhe uma reprimenda que viralizou nas redes sociais. Veja a seguir.

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Temer lesa Pátria, por Paulo Kliass

na Carta Maior

Temer lesa Pátria

por Paulo Kliass

Ao esticar uma permanência indesejada por todos, o governo de Michel Temer aumenta ainda mais os obstáculos para a superação da crise em futuro próximo

A verdadeira obstinação com que Michel Temer e sua turma se agarram ao poder a qualquer custo tem causado um profundo e extenso conjunto de maldades ao nosso país. No início, tudo parecia caminhar às mil maravilhas. A unificação dos grupos mais expressivos das classes dominantes em torno do projeto do golpeachment oferecia o sedutor ingresso para adentrar as portas do paraíso. Pouco importava, à época, se o casuísmo implicava destituir sem nenhuma base legal ou constitucional uma presidenta eleita democraticamente pela maioria da população. Afinal, tudo valia para colocar em prática o programa que havia sido derrotado nas urnas.
 
O financismo costurou muito bem costurado o discurso de que bastava tirar Dilma e substituir a equipe econômica por gente com o suposto perfil técnico e competente. Para tanto, nada parecia mais adequado do que chamar dois banqueiros para comandar a economia: Meirelles do Bank of Boston e Goldfajn do Itaú. Nessa trajetória, Temer era apenas visto tão somente como o instrumento para que as reformas sugeridas pelo sistema financeiro há muito tempo fossem finalmente implementava como política pública oficial. Nada mais adequado para cumprir com a tarefa de mudanças institucionais impopulares do que um governo que não precisa de voto popular. Leia mais »

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