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Joaquim Barbosa

Guru de Marina defende chapa com Joaquim Barbosa e eleição sem Lula

Foto: Elza Fiuza/Agência Brasil

Jornal GGN - De olho no eleitorado de Lula, Marina Silva já começou a mexer os pauzinhos em torno da eleição de 2018 tão logo saiu a sentença do caso triplex e o País passou a se questionar se a candidatura do petista será viável.
 
Em entrevista à Folha, publicada no domingo (16), o economista Eduardo Gianetti, um dos gurus de Marina, defendeu um cenário sem Lula em 2018 como se fosse a melhor opção para o País sair da crise política.
 
"É muito mais arejada para o país [a disputa ocorrer sem Lula]. Neste caso, haverá uma grande pulverização de candidaturas. Isso seria bom para o eleitorado, nos daria oportunidade de fugir de uma discussão burra e debater temas importantes. E muita gente iria se animar a concorrer", disse.
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Lula lidera no 1º turno com Bolsonaro crescendo. No 2º, tem disputa com Moro

Foto: Ricardo Stuckert/Instituto Lula
 
 
Jornal GGN - Apesar das investidas da Lava Jato, o ex-presidente Lula segue liderando a pesquisa de opinião feita pelo Datafolha de olho na eleição de 2018. Nas simulações de primeiro turno, o petista desponta diante de todos os concorrentes e, no segundo turno, Lula só enfrenta disputa acirrada com Marina Silva e o juiz Sergio Moro. Em meio à crise de Aécio Neves, ex-presidenciável do PSDB, Jair Bolsonaro (PSC) cresce e chega em segundo lugar. No segundo turno, a disputa é acirrada com Sergio Moro e Marina.
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A encruzilhada das forças golpistas, por Wanderley Guilherme dos Santos

Podem prender Lula, mas quem ex-presidente indicar será favorito nas eleições de 2018, avalia cientista político 

Apesar de aparentemente constitucional, o processo que afastou a presidente Dilma Rousseff foi pavimentado por ações que se desviaram das regras legais do país, subvertendo o equilíbrio da democracia
Colangem a partir das fotos de Marcello Casal Jr/ Agência Brasil e José Cruz/ Jornal Grande Bahia
 
Jornal GGN – Apesar de aparentemente constitucional, o processo que afastou a presidente Dilma Rousseff foi pavimentado por ações que se desviaram das regras legais do país, subvertendo o equilíbrio da democracia. As consequências do rompimento constitucional ainda estão em curso e podem impedir que as forças populares participem em pé de igualdade das eleições em 2018.
 
A avaliação é de Wanderley Guilherme dos Santos, professor aposentado da UFRJ e um dos maiores cientistas políticos da atualidade, reconhecido por ter prenunciado o golpe militar de 1964, dois anos antes, no seu livro "Quem Dará o Golpe no Brasil" (Civilização Brasileira, 1962). 
 
Em entrevista para Luis Nassif, Wanderley falou da sua mais recente publicação, "A Democracia Impedida - O Brasil no Século XXI" (FGV, 2017), analisando a crise política atual que, segundo ele, teve como raiz a “fraude constitucional” que partiu da interpretação de três ministros do Supremo Tribunal Federal: Joaquim Barbosa, Ayres Brito e Rosa Weber, no julgamento da Ação Penal 470, conhecida como “mensalão”, começando pelo que considerou "uma declaração gravíssima", do Ministro Barbosa, de que a Constituição Federal era o que o Supremo Tribunal Federal dizia que ela era. 
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“Felicidade Fechada” aborda os abusos da mídia na prisão de Genoíno

Miruna Genoíno reflete sobre os momentos difíceis enfrentados após condenação do pai e como a família se saiu fortalecida 
 
 
Jornal GGN – “A única coisa que meu pai pediu foi: ‘não se envergonhem, não abaixem a cabeça, e não parem a vida de vocês”. A filha é a pedagoga Miruna; e o pai é o ex-presidente do Partido dos Trabalhadores, José Genoíno. A frase foi dita em meio a um dos momentos mais difíceis vividos pela família, que foi a prisão do ex-guerrilheiro, no dia 1º de maio de 2014, a pedido do então presidente do Supremo Tribunal Federal, Joaquim Barbosa. 
 
Meses antes, no dia 15 de novembro de 2013, o STF condenava o ex-presidente do PT a quatro anos e oito meses em regime semiaberto, na Ação Penal 470 (mensalão), num processo que acabou sendo extinto pelo próprio Supremo, em março de 2015, por decisão unânime entre os ministros, que acataram um pedido feito pela defesa, para que ele fosse enquadrado nos requisitos do indulto natalino.  
 
No livro “Felicidade Fechada”, previsto para ser lançado em março, Miruna reconta a história de como a família enfrentou a prisão e detenção de Genoíno, a maneira como a grande imprensa invadiu a privacidade da casa de classe média, no bairro Butantã, em São Paulo, e a resistência que o ex-presidente do PT transmitiu aos filhos em meio ao turbilhão e linchamento público. 
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Para Joaquim Barbosa, Congresso pode derrubar Temer da mesma maneira que fez com Dilma

Jornal GGN - O ministro aposentado do Supremo Tribunal Federal Joaquim Barbosa não gosta de usar a palavra golpe, mas disse que o impeachment de Dilma Rousseff foi "tabajara" por ter se tratado de uma "encenação". O objetivo com a saída da presidente reeleita em 2014 era livrar a barra de corruptos investigados na Lava Jato. Uma vez empoderado, o Congresso pode não só derrubar Temer com a mesma velocidade com que atingiu Dilma, como pode avançar contra outras instituições, como o Judiciário. 

"Se eu posso derrubar um chefe de Estado, por que não posso intimidar e encurralar juízes? Poucos intuíram –ou fingiram não intuir– que o que ocorreu no Brasil de abril a agosto de 2016 resultaria no deslocamento do centro de gravidade da política nacional, isto é, na emasculação da presidência da República e do Poder Judiciário e no artificial robustecimento dos membros do Legislativo", disse Barbosa, em entrevista à jornalista Mônica Bergamo, publicada nesta quinta (1/12).

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Barbosa é condenado por mandar jornalista “chafurdar no lixo”

Jornal GGN – A 4ª Turma Cível do TJDFT, por maioria, deu provimento favorável ao recurso do jornalista Felipe Recondo Freire e reformou a sentença da 15ª Vara de Brasília, que havia julgado improcedente pedido de indenização por danos morais, em razão de ofensas proferidas ao repórter pelo então ministro do Supremo Tribunal Federal, hoje aposentado, Joaquim Barbosa. A decisão não foi unânime e ainda cabe recurso à Câmara Cível do Tribunal.

Recondo entrou com ação de indenização alegando que abordou o ministro quando este saía da sessão do CNJ – Conselho Nacional de Justiça e, neste momento, ele o teria mandado “chafurdar no lixo” além de chama-lo de “palhaço”.

Os desembargadores julgaram primeiro a preliminar de ilegitimidade passiva, que um deles levantou, de que o jornalista deveria processar a União, já que o ministro Joaquim Barbosa, no momento em que tudo aconteceu, estava no uso de suas funções, agindo como Presidente do STF, nas dependências do CNJ. A maioria rejeitou.

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Amigo não trai, amigo é crítico sem machucar, amigo é solidário, diz Aragão a Janot

aragão versus janot

De Eugênio Aragão a Rodrigo Janot: “Amigo não trai, amigo é crítico sem machucar, amigo é solidário”

por Marcelo Auler

Crítico dos métodos que são utilizados pela Operação Lava Jato e da maneira como o procurador-geral da República Rodrigo Janot lida com o assunto, o subprocurador da República Eugênio Aragão, ex-ministro da Justiça de Dilma Rousseff e outrora amigo pessoal de Janot, “vestiu a carapuça” (usando sua própria expressão) diante do discurso que o chefe da PGR fez no Supremo Tribunal Federal (STF) durante a posse da ministra Carmem Lúcia na presidência daquela corte.

A resposta ao ex-amigo, veio em forma de Carta Aberta que Aragão repassou com exclusividade ao nosso Blog. Para muitos, pode ser entendido como uma lavagem de roupa suja. Mas, quem perceber direito, verificará que se trata de um documento Histórico, com H maiúsculo.

Uma carta corajosa, na qual Aragão, sem medo das incompreensões que deverá sofrer, relata fatos que vivenciou ou protagonizou na nossa jovem democracia. Ele faz revelações importantes, como os almoços e jantares que Janot ofereceu,em sua casa, a José Genoino, com quem mantinha afinidade nas conversas e no trato.

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Temer não vai ter o respeito dos brasileiros agora, diz Joaquim Barbosa

Jornal GGN - O ex-ministro do Supremo Tribunal Federal Joaquim Barbosa reagiu à destituição de Dilma Rousseff após a conclusão do impeachment, na tarde desta quarta (31), afirmando que o processo é um "patético espetáculo" e que Michel Temer é um "coitado" se pensa que terá o respeito dos brasileiros agora que é presidente em caráter definitivo.

Na primeira reunião com ministros, Temer disse que a população brasileira deixará de amargar a gravidade do processo e voltará a ser unido assim que o desemprego parar de subir e a economia melhorar.

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Para Barbosa, o problema está no poder dado ao Congresso

Jornal GGN – Em entrevista concedido ao UOL e assinada por Carlos Madeiro, Joaquim Barbosa, ex-ministro do STF e bastante responsável pelo caminho trilhado pelo país via Judiciário, por sua atuação no mensalão, disse que o poder vai se transferindo para os "cafundós do Congresso".

Para Barbosa, a crise política nacional poderá afetar, de forma dura, a democracia brasileira, com mudança de eixo governamental nos próximos anos. As declarações foram dadas durante palestra na Conferência Nacional de Legisladores Estaduais, em Aracaju.

"O que muito me preocupa na incerta situação política atual é a fragilidade institucional generalizada que está se criando. Nosso sistema sempre teve como âncora fundamental a Presidência da República. Mas, se essa situação heterodoxa criada pelo segundo processo de impeachment em 24 anos se consolidar, qual será a configuração política fundamental para o Brasil nas próximas décadas? A maioria dos brasileiros não está percebendo, mas pode acontecer o seguinte: haverá nada mais, nada menos, que a transferência do centro político nacional da Presidência para os cafundós do Congresso Nacional. E tenho muitas dúvidas se é isso que os brasileiros querem", disse ele.

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Barbosa abre escritório de advocacia em SP

Jornal GGN – O ex-ministro do STF, Joaquim Barbosa, acaba de abrir um escritório de advocacia em São Paulo. O ex-presidente do Supremo tem como sócios dois do seus ex-auxiliares, os advogados Cesar Janoti e Thiago Sorrentino. Juntos, eles trabalham nas áreas do direito penal, tributário, empresarial, constitucional, administrativo e de medição e arbitragem.

Em nota, a assessoria de imprensa de Barbosa diz que ele está impedido de atuar em matéria contenciosa perante o STF até agosto de 2017. “O escritório não tem aceitado até o momento patrocinar causas perante juízos e tribunais, limitando-se a emitir pareceres e opiniões jurídicas sobre casos específicos".

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A pena de Dirceu e a perversão da justiça, por Paulo Nogueira

Do Diário do Centro do Mundo

A pena de 23 anos para Dirceu é o triunfo da perversão da justiça feita por Moro

Por Paulo Nogueira

Não era contra a corrupção. Era contra o PT.

Essa é uma das conclusões essenciais da campanha movida pela plutocracia em nome da “moralidade” da qual resultou o golpe.

Dirceu, condenado hoje por Moro a 23 anos de prisão, foi uma das vítimas dessa perversão de justiça.

Três líderes petistas tinham que ser destruídos para o golpe plutocrático funcionar. Lula, Dilma e ele, Dirceu.

O primeiro da fila foi Dirceu. A imprensa, sobretudo a Veja, abandonou qualquer  fundamento jornalístico para assassinar sua reputação e colocá-lo na prisão.

Transformaram-no no que ele definitivamente não é: um monstro. Esquarteje-se esse monstro.

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Segundo Joaquim Barbosa, Maranhão jogou STF na fogueira

 
Jornal GGN - O ex-ministro do Supremo Tribunal Federal, Joaquim Barbosa avalia que o deputado Waldir Maranhão joga o STF na fogueira, ao anular a decisão de impeachment contra a presidente Dilma. 
 
O jurista usou sua conta o Twitter para declarar que com a decisão do presidente interino da Câmara dos Deputados, a corte Suprema será obrigada da analisar os "vícios jurídicos" do rito.
 
Veja os twittes que o ex-ministro publicou há poucos minutos no seu perfil:
 
Sabem o que mundo inteiro deve estar pensando sobre nós, brasileiros? "A laughing stock", muitos devem estar achando...
 
Dificilmente a inesperada decisão de Waldir Maranhão escapará ao crivo do STF, qualquer que venha a ser o seu desfecho. Por que?
 
Porque ela aponta "vícios jurídicos" no rito do processo de impeachment. Ou seja, matéria da alçada do tribunal.
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Joaquim Barbosa, pelo Twitter, se posiciona quanto ao impeachment e ao STF

Atualizado às 16h10

Jornal GGN - O ex-ministro do Supremo Tribunal Federal, Joaquim Barbosa, disparou uma série de twetts, dando sua opinião sobre o momento e a situação brasileira, com o impeachment da presidente Dilma Rousseff a suspensão de Eduardo Cunha.  Em recados curtos e devidamente dosados, Barbosa  diz que o “ministro Teori acaba de tomar uma das mais extraordinárias e corajosas decisões da história político-judiciária do Brasil”. Ele avisa que está afastado há quase dois anos da vida pública e o que hoje diz é como cidadão plenamente livre e profissional de mercado.

Diz que algumas questões o incomodam “profundamente” no atual processo de impeachment, porém resolveu não participar do debate. No entanto, avisa que a decisão não impede, porém, “de indicar algumas pistas, apontar certos deslizes, chamar a atenção para possíveis consequências”.

Como exemplo, aponta que o “senador Anastasia é jurista de primeira ordem”, e que adorou quando ele trouxe ao debate “a opinião de Alexandre Hamilton”. Explica que Hamilton era um gênio, “ uma das mentes poderosas na origem da criação das instituições que moldaram os EUA, copiadas pelo Brasil”. Diz mais, que é bonito citar Hamilton, mas lembra que ele e outros constituintes de 1787 “tinham justificado temor quanto a certos aspectos do impeachment”.

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"Alegação é fraca", diz Joaquim Barbosa sobre impeachment de Dilma

"A alegação é fraca", diz Joaquim Barbosa sobre processo de impeachment de Dilma em SC Betina Humeres/Agencia RBS

Do DC RBS

"A alegação é fraca", diz Joaquim Barbosa sobre processo de impeachment de Dilma em SC

Com ênfase na atual situação política do Brasil, o ex-presidente do STF Joaquim Barbosa palestrou na manhã desta sexta-feira, em Florianópolis, durantea abertura do Simpósio das Unimeds, no Costão do Santinho. Pela primeira vez, Barbosa se posicionou sobre o atual processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff. Do ponto de vista jurídico, o jurista ressaltou que não vê problemas no andamento do procedimento. No entanto, acredita que há um problema na fundamentação do processo.

— Sinto um mal estar com esse fundamento. A alegação é fraca e causa desconforto. Descumprimento de regra orçamentária é regra de todos os governos da Nação. Não é por outro motivo que os Estados estão quebrados. Há um problema sério de proporcionalidade. Não estou dizendo que ela não descumpriu as regras orçamentárias. O que estou querendo dizer é que é desproporcional tirar uma presidente sobre esse fundamento num país como o nosso. Vão aparecer dúvidas sobre a justeza dessa discussão. Mais do que isso, essa dúvida se transformará em ódio entre parcelas da população. Quanto à justeza e ao acerto político dessa medida tenho dúvidas muito sinceras — afirmou.

Leia trechos da palestra do ex-ministro em Florianópolis

Como solução, Barbosa apontou novas eleições para um caminho de retomada:

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Barbosa usou empresa offshore para comprar apartamento em Miami

Do Miami Herald

O ex-ministro da Suprema Corte brasileira escondeu o preço que pagou por um condomínio em Miami

Por Nicholas Nehamas e André Shalders

Traduzido por Luiz de Queiroz do Jornal GGN

- Registros de propriedade sugerem que Joaquim Barbosa não pagou nada por um apartamento no condomínio Icon Brickell

- O popular jurista brasileiro deixou de pagar um imposto exigido na venda

- Detalhes da transação foram revelados nos “Papéis do Panamá”, um vazamento maciço de arquivos secretos de companhias offshore

Corporações offshore têm um objetivo principal: criar anonimato. Documentos vazados recentemente revelam que algumas dessas companhias, envoltas em sigilo, fornecem cobertura para ditadores, políticos e sonegadores de impostos. Sohail Al-Jamea e Ali Rizvi -McClatchy

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