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Políticas Sociais

Cadê os médicos cubanos??, por J. Roberto Militão

Cadê os médicos cubanos??, por J. Roberto Militão

"MAIS MÉDICOS" - um sucesso que a mídia não divulga.

Um longo e bem fundamentado artigo analisa um dos melhores programas de políticas públicas do governo Dilma.

Em 2013, pela primeira vez no Brasil, o governo da então Presidente Dilma implementou o ´MAIS MÉDICOS, um amplo programa de assistência médica, a locais em que os médicos não chegavam, atende, atualmente, a 63 milhões de brasileiros.

Decorridos mais de quatro anos, e por pressão da própria população e dos prefeitos do fundão do Brasil, o governo golpista tem ampliado o programa. O silêncio revela um programa bem-sucedido.

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Orgasmo das Castas dos Mercadores, Oligarcas e Justiceiros, por Fernando Nogueira da Costa

Em termos de solidez nos fundamentos econômicos não há motivos para a alta da bolsa quando nota de risco acaba de ser rebaixada 
 
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(Foto: Agência Brasil)
 
Por Fernando Nogueira da Costa 
 
O mais alto grau de satisfação, quando se atinge a plenitude das sensações, foi gozado pelas castas dos mercadores, oligarcas e justiceiros com o prejulgamento político que inviabilizou a candidatura mais popular do maior representante da casta dos trabalhadores organizados brasileiros. Esta se mobilizou em aliança com a casta dos sábios-intelectuais e artistas, mas não foi suficiente para demover o intuito de impedimento do líder nas pesquisas eleitorais pelos juízes adeptos da candidatura de centro-direita. Pior, com o novo golpe na democracia brasileira, cairá “no colo” do candidato de extrema-direita representante da casta dos guerreiros – com quem essas castas oligarcas e dos justiceiros não se metem – uma grande chance de se eleger.
 
Os gozadores podem ter se iludido com a ejaculação precoce. A êxtase é prematura. Depois do pico de hormônios ligados ao bem-estar, há uma queda, e advém a tristeza do coito. Se abandonarem a visão individualista e adotarem uma holística talvez consigam compreender os fenômenos na sua totalidade e dimensão histórica.
 
Em termos de solidez nos fundamentos econômicos não há motivos profundos para a alta da bolsa de valores quando a economia brasileira acaba de ter rebaixada sua avaliação de risco. A inaptidão dos neoliberais em incentivar a retomada do crescimento leva à auto realização da profecia que as contas fiscais não se ajustam com eles no Poder. A economia fica rastejante e mal decola para um voo-de-galinha. 
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Cinco brasileiros detêm em reais o mesmo que 50% da população

Em 2017 a fortuna de todos os bilionários do país cresceu 13% alcançando R$ 549 bilhões, contra 1,1% do PIB segundo estudo da Oxfam (Foto: Agência Brasil) 

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Jornal GGN - Os cinco indivíduos mais ricos no Brasil têm o mesmo patrimônio em reais que os 50% mais pobres da população, ou cerca de 100 milhões de brasileiros. São eles: Jorge Paulo Lemann, Joseph Safra, Marcel Herrmann Telles, Carlos Alberto Sicupira e Eduardo Saverin. Além disso, em 2017 a fortuna de todos os bilionários do país cresceu 13% alcançando R$ 549 bilhões.
 
Os dados são do relatório da ONG britânica Oxfam que será inteiramente apresentado nesta terça-feira (23) durante o Fórum Econômico Mundial (WEF, na sigla em inglês). O site da BBC Brasil adiantou algumas das principais conclusões que reproduzimos aqui.
 
Em 2017 o Brasil contava com 43 bilionários, 12 a mais do que no ano anterior. Se por um lado o patrimônio deles cresceu mais 13%, por outro o Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro aumentou 1,1% no ano passado, segundo estimativas da Fundação Getulio Vargas (FGV). 
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Fraudes no Bolsa Família favorecem principalmente servidores públicos, diz governo

Foto: Jefferson Rudy/ Agência Senado 
 
Jornal GGN - A Controladoria-Geral da União fez um auditoria em 2,5 milhões de famílias com cadastros suspeitos e identificou que menos de 14% desse total fraudaram o programa Bolsa Família, criado pelo governo Lula, em 2003. Ao todo, foram pagos indevidamente R$ 1,3 bilhão a quem não tinha direito.
 
O jornal O Globo noticiou, nesta quinta (4), que 345,9 mil famílias foram identificadas como não merecedoras do benefício. A maior parte dos recursos desviados foram parar nas contas de servidores públicos e famílias com carro importado e casa própria, algumas com renda per capita superior a 1,9 mil, quando o programa exige o mínimo de R$ 170 por pessoa.
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A estratégia brasileira para erradicar extrema pobreza, por Tereza Campello

Brasilianas: Em 2015, o Brasil foi destaque em relatório do Banco Mundial por praticamente conseguir erradicar extrema pobreza. Ex-Ministra do Desenvolvimento Social, Tereza Campello, explica qual foi a metodologia do então Governo Federal para desmanchar o núcleo duro da pobreza
 
Como o Brasil quase exterminou extrema pobreza nos anos Lula-Dilma. Colagem de fotos de Roberto Ripper e Agência PT
 
Do Brasilianas
 
Em 2015, o Banco Mundial elogiou o Brasil por reduzir mais rapidamente do que seus vizinhos na América Latina a porcentagem de pessoas que viviam com menos de 2 dólares americanos por dia. O trabalho "Prosperidade Compartilhada e Erradicação da Pobreza na América Latina e Caribe", publicado naquele ano, apontava que o Brasil, como nenhuma outra nação vizinha, tinha praticamente erradicado a extrema pobreza, ponderando que o desempenho brasileiro era fruto de três motivos: crescimento econômico que tornou o país mais estável do que o registrado nas duas décadas anteriores; aumento das taxas de emprego e, em terceiro lugar, políticas públicas com foco na erradicação da pobreza, como Bolsa Família e Brasil sem Miséria. 
 
No trecho a seguir, da entrevista concedida ao jornalista Luis Nassif, a ex-ministra do Desenvolvimento Social e uma das principais coordenadoras das políticas de combate à miséria, Tereza Campello, esclarece que Brasil não apenas conseguiu aumentar a inclusão de renda, mas também combater a pobreza multidimensional que, na metodologia do Banco Mundial, significa o grupo de pessoas que, além da falta de renda, não possui acesso a serviços básicos como água potável, energia elétrica, saneamento básico, saúde, habitação digna e bens e serviços primordiais para a segurança alimentar e promoção de renda, como geladeira, celular e internet.

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Brasilianas: Como políticas regionais melhoraram atividade produtiva no Nordeste

 
Livro lançado pelo IPEA derruba mito de que políticas regionais somente estimularam o consumo e aponta que houve estímulo superior para o setor produtivo no Norte, Nordeste e Centro-Oeste 
 
Ipea faz balanço de políticas contra desigualdade regional dos governos Lula-Dilma
 
Do Brasilianas
 
Como a terra seca que absorve mais rapidamente a água do que um terreno em equilíbrio hídrico, regiões do país com maior déficit de desenvolvimento respondem de forma mais acelerada aos estímulos feitos por políticas públicas. É o que observa o economista e pesquisador do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA), Aristides Monteiro Neto, um dos organizadores do livro Desenvolvimento Regional no Brasil: Políticas, estratégias e perspectivas
 
Em entrevista realizada por Skype para o jornalista Luis Nassif, o pesquisador desmistificou a crítica de que a redução das desigualdades regionais verificada nos últimos dois governos, anteriores a 2015, não modificaram as estruturas produtivas regionais, ou seja, foram apenas ações que estimularam o consumo. 
 
“Na verdade a gente encontrou uma realidade diferente que combina uma expansão muito importante dos gastos sociais em geral mas, em particular, daqueles que vão diretamente para as pessoas mais pobres, que têm a ver com a redução da miséria absoluta”, apontando como exemplo o programa Bolsa Família.
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Réquiem para o Programa Minha Casa, Minha Vida, por Miriam Belchior

Foto Rede Brasil Atual

Réquiem para o Programa Minha Casa, Minha Vida

por Miriam Belchior

Quando o Presidente Lula lançou o Programa Minha Casa, Minha Vida (PMCMV), em 2009, ele tinha dois grandes objetivos: reduzir o déficit habitacional brasileiro e gerar muitos empregos quando os efeitos da crise internacional chegavam ao Brasil.

A característica mais importante do programa sempre foi a de garantir subsídios que permitissem às famílias, com renda até três salários-mínimos, acesso à casa própria, já que 84% do déficit habitacional brasileiro se concentrava nessa faixa de renda.

Quando a meta de construir 1 milhão de moradias foi anunciada em 2009, muitos velhos do Restelo bradaram em coro: Impossível! Parecia mesmo impossível, em um país que tinha deixado de investir em programas habitacionais há décadas.

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Itália lança programa social inspirado no Bolsa Família

 
Foto: Pixabay
 
A partir de 1º de dezembro, cerca de 490 mil famílias na Itália poderão solicitar a "renda de inclusão social" (ReI), projeto criado pelo governo do primeiro-ministro Paolo Gentiloni para combater a pobreza no país.
 
Em um primeiro momento, o benefício pagará até 485 euros por mês (R$ 1,86 mil, segundo a cotação atual) a núcleos familiares com menores de idade, deficientes, mulheres grávidas a quatro meses do parto e maiores de 55 anos desempregados. A quantia será definida de acordo com o número de pessoas na família.
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Campello apresenta o Brasil que ficou para trás após governos Lula-Dilma

Em entrevista exclusiva para Luis Nassif, ex-ministra do Desenvolvimento Social revela mudanças estruturais nos níveis de pobreza do país que agora são colocadas em risco

Trabalho revela mudanças estruturais nos níveis de pobreza no Brasil

Do Brasilianas

Utilizando a metodologia do Banco Mundial e dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a ex-ministra do Desenvolvimento Social, Tereza Campello, comprova que ocorreram mudanças estruturais, entre 2002 e 2015, que melhoraram a vida dos mais pobres no Brasil em diferentes níveis: renda, acesso a bens e serviços, educação, luz, água, saneamento básico e habitação digna. O trabalho é inédito e se debruça sobre o impacto das políticas de inclusão nos 5% e nos 20% mais pobres do país.

Em entrevista exclusiva concedida para o jornalista Luis Nassif antes do lançamento do trabalho “Faces da Desigualdade no Brasil - Um olhar sobre os que ficam para trás”, que acontece nesta segunda (27) na FGV do Rio de Janeiro, a economista que ajudou a coordenar o estudo apresenta os verdadeiros números da redução da pobreza e extrema pobreza no Brasil, e alerta que o congelamento dos gastos públicos nos próximos 20 anos, obtidos pelo atual governo federal com a PEC 55, e a possível reforma da Previdência estão desmobilizando todo o processo de evolução da curva que estava levando o país a igualar a oportunidade de acesso a serviços básicos para todos.

Números - Em 2002, somente 10,7% dos jovens entre 15 e 17 anos, no conjunto da população 5% mais pobre do Brasil, estavam cursando o ensino médio na idade certa. Em 2015, a porcentagem passou para 39%. Considerando então os 20% mais pobres do país, o salto foi de 16,3% para 43,4%. "A porcentagem ainda é baixa, só que era 10% e passou para 40% em treze anos. Isso é estrutural", pondera Campello fazendo referência às críticas de que os governos Lula-Dilma somente melhoraram o poder de consumo dos mais pobres.

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Desigualdade em SP está congelada e sem perspectiva de melhora no curto prazo

Nossa São Paulo avalia que déficit de políticas sociais na principal metrópole do país é  "pré-determinada", "funcional" e reproduz processo histórico brasileiro  

Nossa São Paulo avalia que déficit de políticas sociais na principal metrópole do país é  "pré-determinada", "funcional" e reproduz processo histórico brasileiro

no Brasilianas

Por que a cidade de São Paulo não consegue superar os índices de desigualdade quando se trata de oferta de serviços básicos e infraestrutura? Estamos falando da maior metrópole do mundo, em termos de população e área ocupada, a mais industrializada e com a maior oferta de serviços do país, ainda assim, ao longo de décadas pesquisas apontam que existe uma grande disparidade de equipamentos (como hospitais, escolas e bibliotecas) e de serviços disponíveis para população ao longo do seu território.

A pergunta foi lançada e respondida pelo sociólogo e gestor de projeto da Rede Nossa SP, Américo Sampaio, durante sua participação no fórum Brasilianas - Saídas para ao Brasil crescer.

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SP não segue padrão de politicas públicas por região, revela série histórica

Alerta é apresentado no Mapa da Exclusão-Inclusão Social que setoriza mais de 36% dos distritos com exclusão intensa ou grave

SP nunca aplicou padrão de distribuição de políticas públicas em toda sua história, alerta estudo

no Brasilianas

Um levantamento de duas décadas para diagnosticar o grau de inclusão e exclusão na cidade de São Paulo revelou que não existe nenhum padrão na distribuição de políticas públicas ocasionando índices de intensas desigualdades sociais no território da maior metrópole do mundo. A conclusão foi levantada pela pesquisadora socioterritorial da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP), Dirce Koga, coatora do Mapa da Exclusão e Inclusão Social de São Paulo (MEIS), durante o fórum Brasilianas - Saídas para ao Brasil crescer, para marcar o lançamento da nova plataforma.

"Verificamos que a presença dos serviços básicos como saúde, educação e assistência básica são distribuídos de forma desigual na cidade. Não existe um padrão de distribuição nem uma lógica de política pública", destacou Koga.

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Temer envia ao Congresso o primeiro corte na história do Bolsa Família

Foto: Agência Senado
 
 
Jornal GGN - O presidente Michel Temer enviou para o Congresso, na semana passada, uma proposta de orçamento para 2018 que, pela primeira vez na história do Bolsa Família, promove um corte no programa de transferência de renda que gira em torno de 3,7%.
 
Esse índice equivale a uma reducação de meio bilhão de reais - menos do que Temer liberou em emendas parlamentares para conseguir barrar a segunda denúncia enviada pela Procuradoria Geral da República ao Supremo Tribunal Federal, por formação de quadrilha e obstrução de Justiça.
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Austeridade: perdas para as políticas sociais, perdas para a economia

Foto: Peter Ilicciev/CCS/Fiocruz 

do CEE-Fiocruz

Austeridade: perdas para as políticas sociais, perdas para a economia

A austeridade fiscal, característica da agenda neoliberal, agrava a saúde da população em tempos de recessão por levar a cortes nas políticas sociais, que, ao mesmo tempo em que ajudam a reduzir os níveis de desigualdade, estimulam o crescimento da economia. Esse viés foi defendido pelas pesquisadoras Fabíola Sulpino, especialista em Políticas Públicas e Gestão Governamental do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), e Isabela Soares Santos, pesquisadora da Fiocruz e diretora executiva do Centro Brasileiro de Estudos de Saúde (Cebes), durante o seminário Políticas sociais e a austeridade da agenda neoliberal. O evento foi realizado em 16/10/2017, na Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca (Ensp), em uma parceria do Cebes com o Centro de Estudos Estratégicos da Fiocruz (CEE-Fiocruz).

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Educação em tempos de cólera, por Reginaldo Moraes

Educação em tempos de cólera

por Reginaldo Moraes

Jornal da Unicamp, 10/08/2017

Em outubro deste ano de 2017, a Faculdade de Educação da Unicamp vai promover um seminário de grande importância: “Escola Pública – Tempos Difíceis, mas não Impossíveis”. Fiquemos de olho na programação.

Um dos participantes, David Berliner, conheço faz algum tempo, pela leitura de livros imperdíveis como: Myths and Lies That Threaten America's Public Schools: The Real Crisis in Education (Teachers College Press, 2014) e The Manufactured Crisis: Myths, Fraud, And The Attack On America's Public Schools (Basic Books, 1996).

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Futuros do Brasil: o envelhecimento como processo que envolve todas as etapas da vida

do CEE-Fiocruz

Futuros do Brasil: o envelhecimento como processo que envolve todas as etapas da vida

As tendências do perfil de envelhecimento no Brasil, no contexto de 2017, marcado por perda de direitos e de bem estar social, com ameaças ao Sistema Único de Saúde, estarão em debate no seminário Envelhecimento saudável sem estado de bem estar e sem SUS?, da série Futuros do Brasil. Parceria do Centro de Estudos Estratégicos da Fiocruz (CEE-Fiocruz), com Instituto de Comunicação e Informação Científica e Tecnológica em Saúde (Icict/Fiocruz), o evento será realizado em 17/10/2017, às 9h30, no Salão de Leitura da Biblioteca de Manguinhos, com transmissão via internet, pelo blog do CEE-Fiocruz e pela página do Centro no Facebook.

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