Revista GGN

Assine

Indústria

Ataque à indústria de carnes é mais um capítulo do desmonte, por Pedro Celestino

frigo_3.jpg

Do Clube de Engenharia

 
Por Pedro Celestino, presidente do Clube de Engenharia

As exportações brasileiras provenientes do agronegócio (soja, açúcar, café, milho, cacau etc.) são realizadas por meio de empresas estrangeiras, tais como Bunge, Cargill e Dreyfus. São essas tradings que formam os preços. Elas compram as safras, muitas vezes, antes mesmo do plantio, travam os preços, e os manipulam nas Bolsas de Chicago, New York e Londres. Têm armazéns espalhados pelo país, e terminais nos nossos principais portos. Em resumo, nos grãos, o empresário brasileiro se resume à atividade agrícola e é refém desses grandes grupos.  Leia mais »
Média: 2.2 (5 votos)

A política industrial na Índia

Faça como a Índia

Sumário
Média: 5 (2 votos)

Cresce o interesse de países desenvolvidos por políticas industriais, diz OCDE

Do IEDI

De acordo com a Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), o interesse em políticas voltadas à indústria de transformação cresceu na última década. As razões para o renovado interesse dos países desenvolvidos pela adoção de política industrial e as principais características do novo enfoque adotado são discutidos na seção “Novas políticas industriais” do relatório Science, Technology and Innovation Outlook 2016, objeto dessa Análise IEDI. 

Dentre os fatores que levaram os formuladores de política a reconsiderar os méritos da política industrial, após um período de descrédito em razão de diversas experiências malsucedidas de “escolhas de vencedores”, destacam-se: 

Leia mais »
Média: 1 (2 votos)

Empresas brasileiras transferem produção para o Paraguai

maquiladora_2.jpg
 
Jornal GGN - Com o objetivo de cortar gastos, empresas brasileiras tem transferido sua produção para o Paraguai. Um exemplo é a Estrela, fabricante de brinquedos, que decidiu investir US$ 2 milhões em uma planta no país vizinho.
 
As fábricas como a da Estrela são conhecidas como “maquiladoras” e são beneficiados por um sistema que permite redução de impostos para quem exporta. O executivo-chefe da empresa fala em “flexibilidade laboral e encargos sociais baixos nos salários” como um dos motivos para a escolha do Paraguai. 
 
O secretário de Relações Internacionais da Central Única dos Trabalhadores (CUT), Anthony Lisboa, critica este sistema e diz que ele é baseado em trabalho escravo. Já as empresas e economistas afirmam que os empregos criados no Paraguai substituem os da China, não do Brasil. "À medida que a China se torna mais cara, torna-se viável para algumas indústrias produzir mais perto de casa”diz Thomaz Zanotto, da Fiesp.

Leia mais »

Média: 2.5 (4 votos)

Recuperação do setor industrial ainda não é clara, por Igor Rocha

 
Da Fundação Perseu Abramo
 
Notas FPA Conjuntura Econômica 410
 
 
por Igor Rocha
 
Dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) mostram que a produção industrial teve queda de 6,6­­% no acumulado do ano de 2016. Trata-se do terceiro ano de queda seguida do segmento e ainda o terceiro pior para um ano na série histórica iniciada em 2002, perdendo apenas para 2015, com baixa de 8,3% na produção, e para 2009, com recuo de 7,1%.
 
Na comparação mês a mês, ocorreu de novembro para dezembro um aumento de 2,3% na produção industrial, impulsionado particularmente pelo setor de veículos automotores. Veículos automotores, reboques e carrocerias registraram alta de 10,8%, o que intensificou o índice do mês anterior, de 6,9%. O resultado para esse segmento foi o maior desde junho de 2016, quando houve alta de 11,7%.

Leia mais »

Média: 2 (2 votos)

Lava Jato está esfacelando indústria nacional, diz Pedro Celestino

petrobras_2_9.jpg
 
Jornal GGN - Engenheiro civil, especialista em transportes e ex-presidente do conselho da Infraero, Pedro Celestino diz que a Petrobras é alvo de um desmonte e deve ser defendida, devido à sua importância no desenvolvimento da indústria brasileira e, consequentemente, na geração de renda e emprego.
 
O presidente do Clube de Engenharia também disse, em entrevista para o Brasil de Fato, que a Operação Lava Jato está provocando o desmantelamento de empresas nacionais. Ele exemplifica a importância da Petrobras como âncora do desenvolvimento citando a Noruega e a Nigéria, que adotaram modelos distintos de exploração e produção de petróleo.
 
“Se a Petrobrás for destruída, as empresas estrangeiras vão se apoderar do nosso petróleo, sem compromisso de prestar qualquer contrapartida”, afirma.

Leia mais »

Média: 4.8 (4 votos)

Ford paralisa produção e concede férias coletivas para 3 mil trabalhadores

ford_assembleia.jpg
 
Jornal GGN - A montadora Ford decidiu conceder férias coletivas para cerca de 3 mil trabalhadores em sua fábrica em São Bernardo do Campo (SP), no ABC paulista. Com isso, os funcionários não irão trabalhar entre os dias 6 a 31 de março. A empresa disse que adotou a medida para ajustar o volume de produção à demanda do mercado.
 
Além disso, a Ford é a segunda montadora com mais operários em lay-off, que tem seus contratos de trabalhos suspensos, com 710 pessoas. O número corresponde a 18% de seus 4 mil funcionários, sendo que 450 estão afastados desde outubro e outros 260 desde janeiro do ano passado. 

Leia mais »

Sem votos

Investimento da indústria foi o menor desde 2010, aponta CNI

 
Jornal GGN - De acordo com dados divulgados hoje (8) pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), um total de 67% das grandes indústrias instaladas no Brasil investiram em 2016, o índice mais baixo desde 2010. Entretanto, a perspectiva para este ano é de que mais empresas venham a investir.
 
A pesquisa Investimentos na Indústria também mostra que, entre as companhias que planejavam investir em 2016, 40% realizaram seus projetos conforme planejado, 41% realizaram parcialmente, 9% adiaram seus investimentos e 10% cancelaram ou suspenderam por tempo indeterminado.

Leia mais »

Média: 4.5 (4 votos)

Em dezembro, produção industrial cresceu em 10 de 14 locais pesquisados

 
Jornal GGN - De acordo com a Pesquisa Industrial Mensal Produção Física - Regional (PIM-PF) do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o ritmo da produção industrial cresce em dez dos 14 locais pesquisados em dezembro de 2016.
 
Na média, a alta na produção nacional foi de 2,3%, com destaque para o Ceará, que teve avanço de 12,4%, recuperando a perda de acumulada de 8,4% entre agosto e novembro. 
 
Rio Grande do Sul (6,3%), Espírito Santo (5,1%), região Nordeste (4,9%) e Santa Catarina (3,6%) também tiveram crescimento acima da média da indústria. Minas Gerais ficou na média e teve alta de 2,3% na produção. Já Goiás (1,4%), Bahia (1,4%), Paraná (0,8%) e Pernambuco (0,6%) tiveram resultado abaixo da média. 

Leia mais »

Média: 2 (1 voto)

GM dará férias coletivas para mais de 2 mil funcionários em São José dos Campos

Jornal GGN - A General Motors vai abrir um novo período de férias coletivas a partir do dia 13 de fevereiro em sua fábrica em São José dos Campos (SP), segundo o Sindicato dos Metalúrgicos de São José dos Campos e Região.

De acordo com os metalúrgicos, é estima que aproximadamente 2.200 trabalhadores sejam atingids pele medida, de um total de 5 mil funcionários na cidade. A entidade afirma que não foi informada pela montadora sobre os motivos das férias coletivas, e diz que solicitou uma reunião sobre o assunto.

Leia mais »

Média: 1 (1 voto)

Produção industrial brasileira caiu 6,6% em 2016, aponta IBGE

 
Jornal GGN - De acordo com dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a indústria brasileira encerrou 2016 com uma queda de 6,6% na produção, o terceiro ano seguido de recuo e o terceiro pior para um ano na série histórica, iniciada em 2002. 
 
O resultado só não foi pior que em 2015, quando a redução foi de 8,3%, e em 2009, que teve recudo de 7,1%. Em dezembro, a produção cresce 2,3% na comparação com novembro, mas a elevação não deve ser suficiente para indicar uma retomada no setor. 
 
“Há questões conjunturais que precisam ser resolvidas para se pensar em reversão de trajetória", disse o economista do IBGE André Macedo. Na comparação com dezembro de 2015, a perda foi de 0,1%, ante uma expectativa de redução de 0,9%. 

Leia mais »

Média: 5 (2 votos)

Índice de confiança da indústria aumenta em janeiro e chega ao maior nível desde 2014

 
Jornal GGN - De acordo com a Fundação Getúlio Vargas, o Índice de Confiança da Indústria teve alta de 4,3 pontos no mês de janeiro em relação a dezembro, chegando a 89 pontos, o maior nível desde maio de 2014. 
 
A pesquisa mostra que a confiança aumentou em 15 dos 19 segmentos industriais. O Índice de Expectativas (IE) também aumento, avançando 4,7 pontos e chegando a 91 pontos. 
 
O indicador de perspectivas para o pessoal ocupado nos três meses seguintes cresceu 7,4 pontos, atingindo 89,2 pontos. Aumentou o número de empresas que projetam uma alta do total de pessoal ocupado, de 11,1% para 14,1% do total, e diminuição das companhias que preveem redução do quadro de pessoal, de 21,7% para 16,7%. 

Leia mais »

Média: 2 (4 votos)

Indústria de máquinas e equipamentos tem queda de 24% no faturamento

Jornal GGN - De acordo com dados da Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq), o faturamento líquido do setor no ano passado caiu 24,3% na comparação com 2015, chegando a R$ 66,25 bilhões.

O resultado de 2016 foi o quarto consecutivo de queda de receita na indústria de máquinas e equipamentos, e é o pior desempenho anual desde o começo da série histórica em 1999.

Em dezembro, a receita líquida ficou em R$ 5,21 bilhões. uma redução de 6,6¨% na comparação com o mesmo mês do ano anterior. Em relação a novembro, o faturamento das companhias de bens de capital mecânicos cresceu 0,6%.

Leia mais »

Média: 5 (2 votos)

615 funcionários da Volks em Taubaté aderem ao PDV

 
Jornal GGN - Segundo o Sindicato dos Metalúrgicos de Taubaté (SP), 615 funcionários da fábrica da Volkswagen na cidade aderiram ao Plano de Demissão Voluntária (PDV) da montadora. O plano integra o acordo coletivo acertado entre a empresa e os trabalhadores no final do ano passado. 

Leia mais »

Sem votos

Entre 2014 a 2016, indústria do aço adiou investimentos de US$ 3,2 bilhões

 
Jornal GGN - Entre janeiro de 2014 e junho de 2016, a indústria do aço adiou investimentos de US$ 3,2 bilhões em razão da crise econômica no país. 
 
Neste período, foram desativadas ou paralisadas 83 unidades produtivas e foram fechados mais de 40 mil postos de trabalho, de acordo com o Instituto Aço Brasil. 
 
No ano passado, a produção de aço bruto caiu 9,2% e a de laminados teve recuou de 7,7%.  Em 2016, foram produzidos 30,2 milhões de toneladas de aço bruto, enquanto a produção de laminados totalizou 20,9 milhões.

Leia mais »

Média: 1 (2 votos)