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Indústria

Natura deixa de apoiar Marina na política

Presidente da empresa ainda defende preservação do governo Temer e suas reformas até as eleições de 2018

 
Jornal GGN - Em entrevista à Folha, o empresário e um dos donos da Natura, Pedro Luiz Passos, afirmou que a ex-senadora Marina Silva "perdeu espaço", e que ela ainda permanecia como um recurso "ético e moral", entretanto, depois das eleições "se acomodou". A empresa de cosméticos foi uma das principais incentivadoras da candidatura de Marina à presidência, em 2014. Nessa entrevista, Passos defendeu a manutenção do governo Temer e reformas apresentadas pelo seu governo até 2018, caso contrário acredita que a crise política será ainda mais aprofundada. 
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O Brasil de costas para sua indústria, por Germano Rigotto

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Foto: Agência Brasil
 
Da Abimaq
 
O Brasil de costas para sua indústria
 
Germano Rigotto *
 
A indústria sempre teve um papel decisivo nos ciclos econômicos mundiais, seja nos movimentos de crescimento ou de recessão. Esse dado é perceptível na história de países de todas as dimensões e continentes. Quando o vetor de uma nação é de decréscimo, normalmente sua indústria tem sérios problemas. O inverso também é verdadeiro. Quando o país está bem, o setor secundário está puxando a frente. 
 
Não é diferente do que vemos, agora, no Brasil, embora as causas não sejam apenas atuais. Faz tempo que a área reclama por uma visão estratégica dos governos, calcada numa política nacional duradoura para a indústria, bem como de medidas que protejam a competitividade imediata dos produtos brasileiros. Não raras vezes, nossas empresas são lesadas por práticas desleais de comércio internacional, sem uma reação proporcional das nossas representações. Nas últimas décadas, em governos de todas as matizes, não fomos bem em nenhuma das duas dimensões, isto é, nem na visão de longo prazo, tampouco no combate conjuntural.

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Governo começa a discutir política automotiva para substituir Inovar-Auto

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Foto: José Cruz/Agência Brasil
 
Jornal GGN - Nesta terça-feira (18), o ministro da Indústria, Comércio Exterior e Serviços, Marcos Pereira, anunciou o Rota 2030, com o objetivo de discutir uma nova política industrial de longo prazo para o setor automotivo. O anúncio ocorre cinco meses depois da Organização Mundial do Comércio (OMC) condenar a política de incentivos fiscais adotada para o setor no Brasil, afirmando que o regime automotivo infringe as leis de livre comércio. 
 
O Rota 2030 irá substituir o Programa de Incentivo à Inovação Tecnológica e Adensamento da Cadeia Produtiva de Veículos Automotores (Inovar-Auto) a partir de janeiro de 2018 e deverá vigorar por 13 anos. O novo regime vai flexibilizar as medidas de proteção à produção nacional.

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Mais de 3 mil trabalhadores da Volks em Taubaté entram em férias coletivas

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Foto: Volkswagen/Divulgação
 
Jornal GGN - A partir desta terça-feira (18), 3,6 mil funcionários da fábrica de Taubaté (SP) da Volkswagen entram em férias coletivas. Segundo a montadora, o objetivo da medida é adequar o volume de produção à demanda do mercado. 
 
De acordo com o Sindicato dos Metalúrgicos da região, a maior parte dos trabalhadores voltará ao trabalho no dia 2 de maio, enquanto outros 260 operários retornarão à fábrica somente no dia 8 de maio. Esta é a primeira vez que o mecanismo é adotada na unidade do interior paulista. 

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Pesquisa mostra que expectativa continua baixa na micro e pequena indústria

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Foto: Antonio Pinheir/ GERJ
 
Jornal GGN - Segundo dados do Indicador de Atividade da Micro e Pequena Indústria, 27% dos empresários entrevistados disseram que demitiram em março, contra 21% na pesquisa anterior, de fevereiro. No caso das contratações, somente 9% abriram novas vagas, contra 10% no índice do mês anterior. 
 
Encomendada pelo Sindicato da Micro e Pequena Indústria do Estado de São Paulo (Simpi) ao Datafolha, a 49º rodada do indicador também mostra que a expectativa para abril continua em baixa. 85% dos entrevistados não preveem novas contratações, enquanto 13% dizem que irão demitir futuramente. 

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Produção industrial cresce 0,1% em fevereiro, abaixo da expectativa do mercado

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Foto: Agência Brasil
 
Jornal GGN - Em fevereiro, a produção industrial brasileira cresceu 0,1% em relação a janeiro, ficando praticamente estagnada no mês., na série livre de influências sazonais. O resultado reverte uma queda de 0,2% em janeiro, e, com o leve aumento de fevereiro, a indústria teve alta acumulada de 0,3% no primeiro bimestre do ano. 
 
A Pesquisa Industrial Mensal Produção Física Brasil (PIM - Brasil), divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), também mostra que, na série sem ajuste sazonal, a indústria teve recuo de 0,8% na comparação com o mesmo mês do ano anterior. 

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Governo diz que mudanças na política de conteúdo local são irreversíveis

Foto: Geraldo Falcão/ Agência Petrobras
 
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Jornal GGN - Na última semana, a Frente Parlamentar da Indústria de Máquinas e Equipamentos (FPMaq) se reuniu com Fernando Coelho Bezerra Filho, ministro de Minas e Energia, na tentativa de convencer o governo a manter a política de conteúdo nacional para o setor de óleo e gás.
 
De acordo com a frente parlamentar, Bezerra Filho tratou as alterações realizadas pelo governo na política de subsídios para a indústria nacional como irreversível. No final de fevereiro, o governo federal definiu novas regras para a política de conteúdo local, com uma redução média de 50% na exigência de equipamentos e serviços produzidos no país.

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Abimaq: faturamento da indústria de máquinas cresce 14,5% em fevereiro

Foto: David Alves
 
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Jornal GGN - O faturamento do setor de máquinas e equipamentos teve crescimento de 14,5% entre janeiro e fevereiro, segundo balanço divulgado hoje (29) pela Associação Brasileira de Máquinas e Equipamentos (Abimaq). Entretanto, o faturamento caiu 17% na comparação com o mesmo período do ano passado. 
 
Em fevereiro, as fábricas de bens de capital mecânicos tiveram faturamento de R$ 4,86 bilhões. No primeiro bimestre deste ano, o faturamento foi de R$ 9,11 bilhões, representando queda de 10,1%. 
 
O resultado do mês passado reflete a queda de 26,3% do consumo de máquinas na comparação anual,  somando R$ 6,12 bilhões em fevereiro. Na comparação mensal, a queda foi de 11,8%.
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Ataque à indústria de carnes é mais um capítulo do desmonte, por Pedro Celestino

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Do Clube de Engenharia

 
Por Pedro Celestino, presidente do Clube de Engenharia

As exportações brasileiras provenientes do agronegócio (soja, açúcar, café, milho, cacau etc.) são realizadas por meio de empresas estrangeiras, tais como Bunge, Cargill e Dreyfus. São essas tradings que formam os preços. Elas compram as safras, muitas vezes, antes mesmo do plantio, travam os preços, e os manipulam nas Bolsas de Chicago, New York e Londres. Têm armazéns espalhados pelo país, e terminais nos nossos principais portos. Em resumo, nos grãos, o empresário brasileiro se resume à atividade agrícola e é refém desses grandes grupos.  Leia mais »
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A política industrial na Índia

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Sumário
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Cresce o interesse de países desenvolvidos por políticas industriais, diz OCDE

Do IEDI

De acordo com a Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), o interesse em políticas voltadas à indústria de transformação cresceu na última década. As razões para o renovado interesse dos países desenvolvidos pela adoção de política industrial e as principais características do novo enfoque adotado são discutidos na seção “Novas políticas industriais” do relatório Science, Technology and Innovation Outlook 2016, objeto dessa Análise IEDI. 

Dentre os fatores que levaram os formuladores de política a reconsiderar os méritos da política industrial, após um período de descrédito em razão de diversas experiências malsucedidas de “escolhas de vencedores”, destacam-se: 

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Empresas brasileiras transferem produção para o Paraguai

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Jornal GGN - Com o objetivo de cortar gastos, empresas brasileiras tem transferido sua produção para o Paraguai. Um exemplo é a Estrela, fabricante de brinquedos, que decidiu investir US$ 2 milhões em uma planta no país vizinho.
 
As fábricas como a da Estrela são conhecidas como “maquiladoras” e são beneficiados por um sistema que permite redução de impostos para quem exporta. O executivo-chefe da empresa fala em “flexibilidade laboral e encargos sociais baixos nos salários” como um dos motivos para a escolha do Paraguai. 
 
O secretário de Relações Internacionais da Central Única dos Trabalhadores (CUT), Anthony Lisboa, critica este sistema e diz que ele é baseado em trabalho escravo. Já as empresas e economistas afirmam que os empregos criados no Paraguai substituem os da China, não do Brasil. "À medida que a China se torna mais cara, torna-se viável para algumas indústrias produzir mais perto de casa”diz Thomaz Zanotto, da Fiesp.

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Recuperação do setor industrial ainda não é clara, por Igor Rocha

 
Da Fundação Perseu Abramo
 
Notas FPA Conjuntura Econômica 410
 
 
por Igor Rocha
 
Dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) mostram que a produção industrial teve queda de 6,6­­% no acumulado do ano de 2016. Trata-se do terceiro ano de queda seguida do segmento e ainda o terceiro pior para um ano na série histórica iniciada em 2002, perdendo apenas para 2015, com baixa de 8,3% na produção, e para 2009, com recuo de 7,1%.
 
Na comparação mês a mês, ocorreu de novembro para dezembro um aumento de 2,3% na produção industrial, impulsionado particularmente pelo setor de veículos automotores. Veículos automotores, reboques e carrocerias registraram alta de 10,8%, o que intensificou o índice do mês anterior, de 6,9%. O resultado para esse segmento foi o maior desde junho de 2016, quando houve alta de 11,7%.

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Lava Jato está esfacelando indústria nacional, diz Pedro Celestino

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Jornal GGN - Engenheiro civil, especialista em transportes e ex-presidente do conselho da Infraero, Pedro Celestino diz que a Petrobras é alvo de um desmonte e deve ser defendida, devido à sua importância no desenvolvimento da indústria brasileira e, consequentemente, na geração de renda e emprego.
 
O presidente do Clube de Engenharia também disse, em entrevista para o Brasil de Fato, que a Operação Lava Jato está provocando o desmantelamento de empresas nacionais. Ele exemplifica a importância da Petrobras como âncora do desenvolvimento citando a Noruega e a Nigéria, que adotaram modelos distintos de exploração e produção de petróleo.
 
“Se a Petrobrás for destruída, as empresas estrangeiras vão se apoderar do nosso petróleo, sem compromisso de prestar qualquer contrapartida”, afirma.

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Ford paralisa produção e concede férias coletivas para 3 mil trabalhadores

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Jornal GGN - A montadora Ford decidiu conceder férias coletivas para cerca de 3 mil trabalhadores em sua fábrica em São Bernardo do Campo (SP), no ABC paulista. Com isso, os funcionários não irão trabalhar entre os dias 6 a 31 de março. A empresa disse que adotou a medida para ajustar o volume de produção à demanda do mercado.
 
Além disso, a Ford é a segunda montadora com mais operários em lay-off, que tem seus contratos de trabalhos suspensos, com 710 pessoas. O número corresponde a 18% de seus 4 mil funcionários, sendo que 450 estão afastados desde outubro e outros 260 desde janeiro do ano passado. 

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