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Internacional

Quem se sente ameaçado pela Coreia do Norte?, por Gustavo Gollo

Quem se sente ameaçado pela Coreia do Norte?

por Gustavo Gollo

A Coreia fica de um lado do mundo, os EUA do outro, bem oposto. Não tem o menor sentido ir lá do outro lado do mundo encrencar com quem está quieto, só os EUA têm essa mania. Creio que ninguém se sente realmente ameaçado pelos norte-coreanos, pelo simples fato de que eles são muito mais fracos que os inimigos, razão pela qual não atacarão, a menos que atacados previamente. Acredito que todos concordam com isso.

Mas, sendo assim, qual é o problema? Por que dar atenção à Coreia do Norte?

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De volta ao 11 de setembro, por Gustavo Gollo

Por que não tenho mais dúvidas sobre a farsa?

De volta ao 11 de setembro, por Gustavo Gollo

As evidências mais óbvias da tramoia surgem quando se atenta para a demolição da torre 7, a terceira a desmoronar naquele dia. À primeira vista, os choques dos aviões poderiam justificar a derrubada das outras duas torres, mas a terceira teria que ter caído em decorrência de um incêndio, fato inédito, inverossímil ante a informação de que a temperatura dos fogos de incêndios não é suficiente para derreter o aço.

A terceira torre foi implodida, conforme evidenciam a simetria e velocidade de sua queda, as explosões laterais vistas nos vídeos, antecedendo a queda, e os relatos de explosões sucessivas antecedendo imediatamente a implosão. O comentário do dono da torre, o mesmo que veio a receber bilhões de dólares pelo seguro do prédio, dizendo ter implodido a torre, e o cheiro de termite, substância capaz de derreter o aço, relatado por testemunhas, reforçam essa convicção.

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EUA X Coreia, como entender o conflito?, por Gustavo Gollo

EUA e Coreia do Norte vêm se ameaçando mutuamente, expondo o mundo inteiro ao risco de uma guerra nuclear. Mas, haverá algum propósito nessa rusga aparentemente insana?

            

EUA X Coreia, como entender o conflito?, por Gustavo Gollo

A Coreia do Norte

Após 70 anos de lutas, os norte-coreanos têm absoluta clareza de que só manterão sua independência enquanto demonstrarem poder. Sul-coreanos e americanos não escondem seu desejo de substituir o governo norte-coreano a qualquer preço. Exercícios de decapitação e propostas de assassinato das lideranças sul-coreanas são tratadas abertamente por eles. (Existe um filme: 684 unidade de combate, baseado em uma tentativa alucinada de execução do plano, ocorrida em 1968). em vista da conclusão óbvia, os norte-coreanos trataram de desenvolver bombas nucleares e mísseis poderosíssimos que costumam exibir, sempre que ameaçados.

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Ouro, petróleo, dólares, Rússia e China, por F. William Engdahl

Sugestão de Ricardo Cavalcanti-Schiel

no New Eastern Outlook

Ouro, petróleo, dólares, Rússia e China, por F. William Engdahl

Tradução do Coletivo Vila Vudu para o blog do Alok

O sistema monetário internacional de 1944, de Bretton Woods, como foi desenvolvido até o presente tornou-se, dito claramente, o maior obstáculo à paz e à prosperidade do mundo.
Agora, a China, cada vez mais apoiada pela Rússia – as duas grandes nações da Eurásia – começam a dar passos decisivos para criar uma alternativa muito viável à tirania do dólar norte-americano sobre o comércio e as finanças mundiais.
Wall Street e Washington não estão gostando, mas são impotentes para deter o movimento.


Pouco depois do fim da 2ª Guerra Mundial, o governo dos EUA, aconselhado pelos grandes bancos internacionais de Wall Street, projetou o que muitos interpretam erradamente como um novo padrão ouro. Na verdade, foi um padrão dólar, no qual todas as demais moedas dos países do Fundo Monetário Internacional fixaram o valor das respectivas moedas em relação ao dólar. Em troca, o dólar dos EUA foi ancorado ao ouro, num valor igual ao de 1/35 de uma onça de ouro. Ao mesmo tempo, Washington e Wall Street puderam impor um sistema pelo qual o Federal Reserve ficava com cerca de 75% de todo o ouro monetário mundial, como consequência da guerra e desenvolvimentos a ela relacionados. Bretton Woods estabeleceu o dólar, o qual então se tornou a moeda de reserva do comércio mundial, dos bancos centrais. Leia mais »

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Parem a guerra: por uma mediação externa, por Gustavo Gollo

Parem a guerra: por uma mediação externa, por Gustavo Gollo

A Coreia do Norte acaba de lançar novo míssil sobre o Japão.

Obviamente, as provocações recíprocas entre americanos e norte-coreanos não resultarão em nada construtivo.

Também é claro que o problema não será solucionado através do twitter.

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A guerra na Síria está chegando ao fim com um vencedor


Foto: AFP/Getty

Por Robert Fisk

Do Independent

Tradução do Coletivo Vila Vudu para o blog do Alok

É com muita dificuldade que o Ocidente chega a acreditar, mas agora, ao que tudo indica, a guerra na Síria está terminando... e al-Assad é o vencedor

Recebi uma mensagem vinda da Síria, semana passada, no meu celular: “O general Khadour cumpriu o que prometeu”. Entendi perfeitamente.

Há cinco anos, encontrei Mohamed Khadour, que comandava uns poucos soldados sírios num pequeno subúrbio de Aleppo, sob fogo de combatentes jihadistas, no leste da cidade. Naquela ocasião, mostrou-me seu mapa. Recapturaria aquelas ruas em 11 dias, disse-me ele.

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China está pronta para mudar as regras estabelecidas pelos EUA no mercado de petróleo

Enviado por Ricardo Cavalcanti-Schiel

No Sputnik Brasil

Pequim está pronta para lançar contratos de futuros de petróleo em yuanes, com sua possível conversão em ouro.

Vários especialistas acreditam que essa medida do país asiático pode mudar radicalmente as regras do jogo no mercado do petróleo, já que permitirá aos exportadores de matérias-primas evitar o uso do dólar.

Tomando em conta que a China é o maior importador de petróleo do mundo, os contratos de futuros em yuanes têm todas as chances de se tornar o novo padrão no mercado.

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Cozinhando a guerra mundial, por Gustavo Gollo

A Coreia do Norte vive pressionada há 70 anos, de modo que os de lá nasceram, cresceram e têm vivido sob a expectativa da guerra.

Tendo percebido que os EUA não aceitam a existência de países independentes destruindo os que ousam resistir a isso, os coreanos trataram de se armar.

Surpreendentemente, apesar de isolados do mundo, conseguiram construir bombas nucleares e foguetes intercontinentais, um portento. (Tentamos, no Brasil, fazer um foguete desses, certa vez, mas os americanos o sabotaram assassinando, simultaneamente, toda a equipe responsável pelo projeto. Os EUA, de fato, não permitem manifestações de independência).

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Estados Unidos evacuam líderes do Estado Islâmico na Síria

Enviado por Ricardo Cavalcanti-Schiel

no Sputnik

Estados Unidos evacuam líderes do Estado Islâmico na Síria

No último mês de agosto, a Força Aérea dos Estados Unidos evacuou da área de Deir ez-Zur, no leste da Síria, mais de duas dezenas de chefes militares do grupo terrorista Estado Islâmico (ou Daesh) junto com seus combatentes mais próximos, comunicou uma fonte diplomática militar.

"Durante as últimas semanas de agosto, depois das operações realizadas com êxito pelas tropas governamentais sírias na parte oriental do país, vários comandantes do Estado Islâmico subordinados aos serviços de inteligência norte-americanos foram evacuados com urgência da área de Deir ez-Zur para zonas seguras, a fim de continuar usando sua experiência em outras áreas.

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Guerra mundial: em busca da sensatez, por Gustavo Gollo

Guerra mundial: em busca da sensatez, por Gustavo Gollo

Com um linguajar extremamente duro, espantoso a ouvidos orientais, e mais apropriado a um promotor de justiça que a uma diplomata, se tal, a embaixadora dos EUA junto à ONU disparou: “Já chega”. “A Coreia do Norte está implorando pela guerra”, demonstrando uma impaciência quase impudente ante problema tão delicado. A postura é preocupante: irritabilidades dificilmente conduzirão ao caminho da paz.

Simultaneamente, americanos e sul-coreanos esbravejam como gorilas enraivecidos, lançando mísseis e bombas para demonstrar que os deles são maiores que os do oponente, enquanto japoneses botam ainda mais lenha na fogueira. Em meio à falta de senso generalizada, a presidente suíça se propõe a intermediar um diálogo entre os valentões.

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Terremoto na península coreana, por Gustavo Gollo

Terremoto na península coreana, por Gustavo Gollo

Os norte-coreanos detonaram, horas atrás, uma bomba de hidrogênio que causou um terremoto de magnitude 6.3, conforme medições efetuadas nos países vizinhos. Um segundo tremor, de menor intensidade, foi sentido poucos minutos depois.

Ontem o presidente coreano havia divulgado foto ao lado do que seria uma bomba H miniaturizada, capaz de caber em um míssil.

A onda sísmica promete agitar o mundo mais intensamente que os mísseis lançados pelos coreanos, nos últimos dias.

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Nazis e Hipsters, por Mark Leonard

do Project Syndicate

Nazis e Hipsters

por Mark Leonard

BERLIM - Nas últimas semanas, controvérsias políticas bizarras dominaram a mídia americana e alemã. Os Estados Unidos ainda estão debatendo a resposta equivocada do presidente Donald Trump à violência cometida por supremacistas brancos e neonazis em Charlottesville, Virgínia. E os alemães estão respondendo a um ensaio publicado pelo ministro das Finanças alemão, Jens Spahn, no qual se queixa de que os hipsters de língua inglesa em Berlim estão corroendo a identidade nacional alemã.

Esses debates lançam luz sobre como a história e a identidade nacional informam a política de cada país. Em Charlottesville, Heather Heyer, de 32 anos, foi morta quando um supremacista branco conduziu seu carro para uma multidão de pessoas. Ele e muitos outros supremacistas brancos estavam em Charlottesville para protestar contra a decisão da cidade de remover uma estátua do general confederado Robert E. Lee. Quando eles foram atendidos por contra-manifestantes, alguns responderam com violência.

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Estados Unidos continua vendendo armas ao Estado Islâmico na Síria

Estados Unidos continua vendendo armas ao Estado Islâmico na Síria

no Russia Today, tradução de Ricardo Cavalcanti-Schiel

Em apenas uma semana, mais de 40 combatentes armados escaparam da base americana de Al Tanf, no sul da Síria, depois que se deram conta de que não iriam lutar contra os terroristas do Estado Islâmico, como os americanos haviam lhes prometido.

Combatentes armados e treinados pelos Estados Unidos na base ilegal norte-americana de Al Tanf, no sul da Síria, revelaram que os oficiais norte-americanos ali movem um esquema de venda de armas ao Estado Islâmico.

Na semana passada mais de 40 desses combatentes armados fugiram da base de Al Tanf e desertaram para o lado das Forças Armadas Sírias. Entre eles, que agora se encontram em um campo de refugiados perto de Damasco, está Asaad Assalem, que foi o chefe de segurança do pessoal sírio em Al Tanf.

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Tensão no Extremo Oriente, por Gustavo Gollo

Tensão no Extremo Oriente, por Gustavo Gollo

Em represália aos ameaçadores exercícios de guerra realizados pelos americanos em suas fronteiras, os norte-coreanos enviaram míssil sobre o Japão, aplicando um drible nos inimigos ao fazerem-nos preparar para um ataque a Guam, mas estocando no flanco oposto. O míssil demonstrou simultaneamente o poderio ofensivo norte-coreano, e a irrelevância atribuída pelos meios de comunicação aos japoneses: tivesse o projétil sido endereçado a bases militares americanas, e a ofensa teria retumbado muito mais intensamente que a de um disparo sobre as populosas cidades do Japão.

O míssil atestou precisão e capacidade de atingir qualquer alvo no Japão. Revelou também a ineficiência dos sistemas de defesa atuais, incapazes de interceptar mísseis inimigos.

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O que explica a provocação norte-coreana ao Japão?, por Gustavo Gollo

O que explica a provocação norte-coreana ao Japão?

por Gustavo Gollo

A presença de dezenas de milhares de militares americanos, junto a contingente ainda maior de sul-coreanos simulando um ataque à Coreia do Norte reabre dolorosas feridas nos acuados norte-coreanos. Esse ano, em meio a tensões crescentes, os japoneses tiveram a péssima ideia de somar forças aos exercícios abominados pelos norte-coreanos, exercitando-se, eles também, junto a norte-americanos.

Em resposta à provocação japonesa, a ira dos coreanos se manifestou na forma de um míssil lançado nas proximidades das costas do Japão, poucas horas atrás.

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