Revista GGN

Assine

Ásia/Oriente

DataNet: China.arkx

DataNet: China.arkx

"Para ganhar tempo, o governo chinês está estimulando o crescimento de sua economia e a mantém protegida da apreciação da moeda, na esperança de que seu vibrante crescimento possa continuar.

Mas ele vê os presságios. E eles não são bons.

Por um lado, a relação consumo-PIB da China está em queda; um sinal claro de que o mercado interno não consegue gerar demanda o suficiente para as fábricas gigantescas da China.

Por outro lado, suas injeções fiscais estão causando bolhas imobiliárias. Se estas não forem controladas, podem explodir e assim provocar um desdobramento interno catastrófico.

Mas como você desinfla uma bolha sem sufocar o crescimento?

Leia mais »

Média: 4.2 (5 votos)

A economia da Nova Era da China, por Justin Yifu Lin

no Project Syndicate

A economia da Nova Era da China

por Justin Yifu Lin

Tradução de Caiubi Miranda

BEIJING - Em seu discurso de abertura no 19º Congresso Nacional do Partido Comunista da China, o presidente Xi Jinping argumentou que a China "atravessou o limiar em uma nova era". Ele prometeu construir um "grande país socialista moderno" próspero , forte, democrático, culturalmente avançado, harmonioso e bonito até meados do século, liderado por um PCC fortalecido  mas aberto ao mundo.

Estas são aspirações ousadas, mas se alguém está em condições de entregá-las, é Xi, agora amplamente considerado como o líder chinês mais poderoso desde Mao Zedong. Mas os detalhes do plano de Xi não são claros. O que será necessário para que a China se modernize efetivamente nesta nova era?

Leia mais »

Média: 5 (3 votos)

O Admirável Mundo Novo, segundo a China, por Elias Jabbour e Luiz Fernando de Paula

Com tendência crescente de ‘estatização’, o modelo chinês está se distanciando de um modelo típico de capitalismo de Estado, e mais longe ainda de ser um capitalismo liberal, para admitir o ‘socialismo de mercado’

no Brasil Debate

O Admirável Mundo Novo, segundo a China

por Elias Jabbour e Luiz Fernando de Paula

Não resta margem de dúvidas de que o 19º Congresso Nacional do Partido Comunista da China já é o fato mais importante do mundo neste ano de 2017. E talvez dos próximos anos. E, neste evento, os governantes chineses deixaram escapar um “segredo” nada trivial: o mundo está entrando em uma “nova era”, com a China candidatando-se a jogar todo seu peso para disputar os rumos deste momento histórico, inclusive “exportando seu modelo”; ou, segundo o próprio presidente chinês, Xi Jinping, “fornecendo opções completamente novas aos países e nações que desejam acelerar o seu desenvolvimento e, ao mesmo tempo, manter sua própria independência”.

Leia mais »

Média: 5 (2 votos)

Mapa da estrada de Xi rumo ao Sonho Chinês, por Pepe Escobar

no Blog do Alok

Mapa da estrada de Xi rumo ao Sonho Chinês, por Pepe Escobar

Tradução do Coletivo Vila Vudu

A Iniciativa Cinturão e Estrada da China – a Nova Rota da Seda – disparará o desenvolvimento e converterá em realidade o sonho do país.

Agora que o presidente Xi Jinping já foi devidamente elevado ao Panteão do Partido Comunista da China, na rarefeita companhia do Pensamento de Mao Zedon e da Teoria de Deng Xiaoping, o mundo terá tempo de sobra para digerir o significado do "Pensamento de Xi Jinping sobre o Socialismo com Características Chinesas para uma Nova Era".

Leia mais »

Média: 5 (5 votos)

Um panorama sobre o desenvolvimento chinês

Enviado por Ronaldo Bicalho

Do Canal IE

Neste seminário, um conjunto de pesquisadores qualificados discutem os grandes desafios representados pelo desenvolvimento chinês.

Ao longo de seis mesas temáticas, 17 vídeos, esse debate propicia uma oportunidade rara de se conhecer um pouco mais sobre o enigma chinês.

Mesa 1: Economia Política da China: Padrões de Acumulação e Novas Tensões

Isabela Nogueira, Instituto de Economia, UFRJ

Leia mais »

Média: 5 (2 votos)

ONU afirma que mais de 400 mil deslocados internos retornaram para casa na Síria

syria_unicef_souleiman.jpg
 
Foto: Unicef/Souleiman
 
Jornal GGN - Mais de 440 mil deslocados internos sírios já retornaram para sua casa nos primeiros seis meses deste ano, afirma o Alto Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados (Acnur). O órgão também registrou a volta de mais de 31 mil refugiados sírios que estavam em países vizinhos. 
 
O Acnur diz que, mesmo com o aumento das operações de resposta para ajudar os sírios que estão retornando, não é possível facilitar ou promover a volta dessas pessoas devido à situação de insegurança e de crise humanitária que persiste na Síria. 
 
Os deslocados e refugiados retornam para o país em busca de parentes e para analisar como estão as casas onde moravam, afirmou Andrej Mahecic, porta-voz do Acnur. Em Genebra, ele dissse que, em alguns casos, a volta ao país ocorre por causa da melhora das condições de segurança em alguns regiões. 

Leia mais »

Média: 3 (1 voto)

De como a Coreia do Norte inaugurou o mundo multipolar, por Ion de Andrade

De como a Coreia do Norte inaugurou o mundo multipolar

por Ion de Andrade

A Coreia do Norte parece mais um país saído de um universo ficcional inverídico: é uma espécie de monarquia que sobreviveu ao... comunismo. Parecem quadrinhos dos anos cinquenta (ruins). Para além disso, o pouco que nos chega não nos permite firmar opinião clara, mas a imaginamos como um... estalinismo monárquico... (um esdrúxulo conceito). Não sabemos se haverá guerra entre esse país e os EUA. Até aqui não houve e parece que há muito a considerar antes que os Estados Unidos desfiram um ataque preventivo.

Sun Tzu n’A Arte da Guerra diz que os maiores generais não são conhecidos, porque ninguém soube das guerras que eles ganharam sem lutar. A guerra até aqui não havida entre a Coréia do Norte e os Estados Unidos, à qual a mídia ocidental não vem dando qualquer relevância (sinal que é importante), parece estar sendo vencida de forma esmagadora pela Coreia do Norte. Essa “não guerra” está definindo parâmetros cruciais para os próximos conflitos e para o futuro e bem que poderia constar nos livros de história como o evento de inauguração do mundo multipolar. O meu acompanhamento pobre vem sendo feito pelo Google, com “North Korea” e selecionando a “última hora”. Sem querer prever o que virá, a ênfase das notícias vêm saindo da guerra propriamente dita e migrando para os aspectos morais do regime de Piong Yang, sinalizando a meu ver uma perda de temperatura. O episódio envolvendo um estagiário americano preso por lá e devolvido quase morto à família não permite, é verdade, alimentar muitas ilusões sobre o regime. Porém, no contexto das relações internacionais esse “não conflito”, ainda que se converta num conflito de verdade, parece configurar uma virada decisiva na história contemporânea.

Leia mais »

Média: 4.3 (18 votos)

Para onde vai a Palestina com os EUA de Trump?, por Arturo Hartmann

trump_israel_-_u.s._embassy_tel_aviv.jpg

Foto: U.S. Embassy Tel Aviv

Do Outras Palavras

Para onde vai a Palestina com os EUA de Trump?

A indecisão sobre a transferência da Embaixada dos EUA para Jerusalém demonstra o impasse entre ideologia e pragmatismo que o presidente americano vai enfrentar

por Arturo Hartmann

Leia mais »
Sem votos

Na Cisjordânia, soldados invadem casas e aterrorizam moradores

casa-invadida-pelo-exercito-israelense-na-vila-de-azzun_isabelle-m-3.jpg

Foto: Reprodução

Da Ponte

 
por Dani Ferreira, especial para a Ponte Jornalismo
 
Objetivo de operações é intimidar os palestinos, afirma soldado israelense: “você é apenas um cara de 18 anos com um fuzil, mas se sente com poder”

Imagine ser acordado bruscamente em sua casa com o barulho de várias pessoas tentando forçar a entrada. Ou sofrer a angústia de ter dezenas de soldados cercando sua residência, enquanto você permanece por horas aguardando a invasão. Pense no que sentiria ao ver estranhos armados, gritando em outra língua ordens que você não entende. Como seria ver sua casa destruída mais uma vez e não ter a quem recorrer? Na noite do dia 26 de outubro de 2016, militares israelenses fecharam a entrada de Azzun, na região de Qalqiliya, norte da Cisjordânia, e algumas famílias palestinas sentiram tudo isso novamente.

Leia mais »
Média: 5 (4 votos)

As crianças que não contam na Síria, por Robert Fisk

siria_ataque_comboio_humanitario_omar_haj_kadour_afp.jpg

Foto: Omar haj kadour/AFP

Do Outras Palavras

Robert Fisk: as crianças que não contam

Duas semanas depois de curioso ataque com gás sarin, terroristas financiados pelo Ocidente explodiram camboio de refugiados, matando 126 sírios, entre os quais 80 crianças. Desta vez, ninguém chorou

Por Robert Fisk, The Independent | Tradução Roberto Pires Silveira

Essa foi a mãe de todas as hipocrisias. Algumas crianças sírias mortas importam, penso. Outras não. Um assassinato em massa duas semanas atrás matou crianças e bebês e levou nossos governantes à mais justa indignação. Mas o massacre deste final de semana na Síria matou ainda mais crianças e bebês – e mesmo assim não gerou mais que silêncio daqueles que antes bradaram pela salvaguarda de nossos valores morais. Por que desta vez não?
Leia mais »
Média: 4.6 (10 votos)

Entrevista do presidente da Síria Bashar al-Assad à AFP

do Blog do Alok

Entrevista do presidente da Síria Bashar al-Assad à AFP

PERGUNTA: Senhor presidente, você deu a ordem de atacar Khan Sheikhun com armas químicas?
 
RESPOSTA: Na verdade, ninguém investigou até agora o que aconteceu naquele dia em Khan Sheikhun. Como você sabe, Khan Sheikhun está sob o controle da Frente al-Nusra, que é um braço da Al-Qaeda. As únicas informações que o mundo tem até agora são as publicadas pelo braço da Al-Qaeda. Ninguém tem outras informações. Não sabemos se todas as fotos ou imagens de vídeo que vimos são verdadeiras ou se estão manipuladas. É por isso que pedimos a realização de uma investigação em Khan Sheikhun.
 
Além disso, fontes da Al-Qaeda disseram que o ataque ocorreu entre as 06h00 e as 06h30 da manhã, enquanto o ataque sírio na mesma região foi por volta do meio-dia, entre as 11H30 e as 12H00. Falam, portanto, de duas histórias ou eventos diferentes. Não foi emitida nenhuma ordem para lançar um ataque. E, além disso, não temos armas químicas porque renunciamos ao nosso arsenal há vários anos. E mesmo que tivéssemos essas armas, nunca as teríamos usado. Ao longo de nossa história, nunca utilizamos o nosso arsenal químico.
Leia mais »
Média: 4.7 (12 votos)

Mais de 70 pessoas morrem em ataque no norte da Síria

siria_ataque_afp.jpg

Foto: AFP

Jornal GGN - Chegou a 72 o número de mortos por um suposto ataque químico ocorrido ontem (4) na cidade de Khan Sheikhun, no norte da Síria, de acordo com o Observatório Sírio de Direitos Humanos. Deste total, 20 são crianças e 17 são mulheres. 
 
"O número pode aumentar porque algumas pessoas estão desaparecidas", disse a ONG. O ataque ocorreu em um zona que está sob controle rebelde. A oposição síria pediu ao Conselho de Segurança da ONU a abertura de uma investigação sobre o ataque no noroeste do país.

Leia mais »

Média: 1 (3 votos)

Na Palestina, o caso das crianças presas pelo governo israelense

palestina.jpg

Polícia israelense prende menino de 11 anos acusado de atirar pedras em Jerusalém Oriental | Foto: Majd Gaith/Human Rights Watch

Da Ponte 
 
 
por Dani Ferreira
 
Em primeira reportagem de série sobre violações aos direitos humanos na Palestina, Ponte entrevista menina de 14 anos que passou 4 meses numa prisão em Israel

 

Eu estava andando para a escola quando um carro da segurança do assentamento tentou me atropelar. Eu desmaiei. Quando acordei, havia uma faca do meu lado e eu estava cercada de pessoas perguntando porque eu tinha uma faca. Fizeram de um jeito que era para parecer que eu tinha uma faca. Eu estava algemada no chão e eles me chutavam e gritavam comigo o tempo todo. Eu falei para eles que eu não tinha uma faca.*

A menina K. tinha 14 anos quando isso aconteceu em uma manhã de dezembro de 2015. A criança foi detida e oito dias depois a corte militar israelense a condenou a 4 meses de prisão e pagamento de 5 mil shekels (cerca de R$ 4.300). Em 2015 houve um aumento no número de crianças palestinas presas após a onda de violência iniciada em outubro. Segundo a ONG Adameer, 156 menores foram presos em 2014 e outros 470 só em 2015; 2016 terminou com 400 menores palestinos presos por autoridades israelenses, meninos em sua maioria.

Leia mais »
Média: 3 (2 votos)

Os novos caminhos do conflito entre Israel e Palestina, por Karina Stange Caladrin

trump_netanyahu.jpeg

Do blog Terra em Transe

Os novos caminhos do conflito entre Israel e Palestina: uma resolução de um ou dois Estados?

Na coletiva de imprensa conjunta entre o presidente estadunidense, Donald Trump, e o Primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, o debate entre uma resolução de um ou dois Estados para o conflito Israel Palestina foi retomado. Trump apoiará as decisões da coalizão de Netanyahu sobre o assunto?

Por Karina Stange Caladrin

A primeira visita oficial de Benjamin Netanyahu ao novo presidente estadunidense, Donald Trump, causou furor nas relações internacionais. No começo de fevereiro, o Primeiro-ministro israelense e Donald Trump realizaram uma coletiva de imprensa conjunta e uma frase específica do presidente estadunidense deixou o mundo e a mídia chocados. Donald Trump afirmou que uma resolução de um Estado ou de dois Estados para o conflito entre Israel e Palestina estaria suficiente para ele, entretanto os meios de comunicação parecem ter escutado só até este momento e não o que Trump disse posteriormente, que para ele estaria suficiente caso os dois lados concordassem. A mídia rapidamente noticiou que o presidente dos Estados Unidos estaria apoiando a resolução de um Estado e não mais a de dois Estados, mas não foi o que ele disse de verdade.

Leia mais »

Média: 3 (2 votos)

As crianças que brincam de guerra em Mossul, no Iraque

criancas-iraque4.jpg

Da Agência Publica

 
Nascidas em meio à ocupação americana no Iraque, as crianças que vivem em Mossul agora assistem à batalha sangrenta contra o Estado Islâmico. Nas brincadeiras de guerra, se fantasiam de soldados enquanto esperam seu destino: matar ou morrer
 
por Yan Boechat

Ainda faz frio nas primeiras horas de uma manhã ensolarada de fevereiro quando um grupo de meninos entre 6 e 13 anos corre entre as ruínas do que um dia foi um bairro de Mossul, no norte do Iraque.

Leia mais »
Sem votos